Software Help Desk e Service Desk

O passado, o presente e como será?

06 de maio de 2014 em Carreira

As fichas, pastas, agendas físicas e canetas estão sendo abandonadas nos últimos anos. No lugar deles entram os seus similares tecnológicos. Os computadores, smartphones e tablets vem tomando conta das empresas de todas as áreas.

O principal motivo dessas substituições estão ligadas à imensa superioridade na agilidade tecnológica. Não só na execução do trabalho, mas no armazenamento, no controle da operação, na distribuição de informações estratégicas, etc. tudo tem um tempo estimado muito mais baixo.

Mas é claro, os problemas continuam existindo. O que antes podia ser extraviado em grandes gavetas escuras, hoje pode se perder no sistema. A probabilidade é bem menor, mas ainda existe. Outro problema é a falta de conhecimento técnico quanto às ferramentas tecnológicas. As empresas tem, normalmente, sua área de técnicos em TI e seus profissionais de Help desk que tomam conta de todas as outras áreas. Um pane na rede de internet pode fazer uma indústria inteira parar de trabalhar.

Chegamos a uma fase em que o número de equipamentos tecnológicos chega a ser superior ao número de funcionários de uma empresa. Nesse momento as pessoas que se profissionalizam na área tem muito valor. Em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, os conhecimentos tecnológicos e de informática são matérias escolares, nada mais justo em mundo que está sendo, perceptivelmente, dominado pelos aparelhos tecnológicos.

As Tecnologias da Informação podem ser o novo inglês das grandes entrevistas de emprego, vale a pena investir. Em breve todos os profissionais terão que entender um pouco delas, já que qualquer área de atuação, em qualquer empresa, terá contato com a computação em algum nível. Alguns professores e pesquisadores defendem a importância da inserção desses conhecimentos vinculados às aulas de matemática nas escolas. Visando que, no futuro, essas crianças já tenham um conhecimento prévio do assunto.

O tempo passa e a evolução da ciência torna a carreira profissional cada vez mais frágil, estar sempre ligado nas novidades é responsabilidade de quem pretende se manter nela. Acompanhe as novidades e tente decifrar o futuro sempre antes de todo mundo, essa é, quem sabe, a única maneira de manter-se à frente. Outro meio é contar com a sorte.

Brasil, problemas e atendimento no Help Desk

29 de abril de 2014 em Help Desk

A principal função do Help Desk em uma empresa é solucionar problemas, mas de uma hora pra outra ele pode gerar ainda mais problemas que resolvê-los.

Durante uma ligação para o Help Desk o cliente espera ter seu problema sanado o mais rápido possível e de forma definitiva, mas a baixa qualificação dos atendentes, às vezes, impossibilita que isso aconteça. Para minimizar os custos, muitas vezes as empresas contratam profissionais com conhecimento restrito na área, oferecem pouco ou nenhum treinamento e veem como economia deixar de lado uma base de dados.

Ainda se investe muito pouco em tecnologia no Brasil. De acordo com o Sebrae, cerca de 99,2% das empresas no país são de micro ou pequeno porte o que contribui muito nesse sentido. São poucas as empresas pequenas que pensam em suporte já que atendem um público não muito grande e, por isso, não veem necessidade em ter uma área de atendimento ao cliente desenvolvida.

A maioria dos atendimentos de Help Desk no Brasil são terceirizados e quem mais ganha dinheiro com isso, são, justamente, essas empresas de terceirização. Os profissionais são contratados por um salário muito baixo e a profissão é vista com maus olhos, muito diferente dos países desenvolvidos que tem no Help Desk um dos maiores salários do mercado justamente pela grande qualificações dos profissionais.

O Baixo investimento na área pode acabar trazendo ainda mais problemas para a empresa: quando uma pessoa entra em contato para resolver um problema, uma, duas, três vezes e nada é feito isso diminui muito a credibilidade da empresa em questão. As redes sociais estão repletas de pessoas queixando-se do descaso desses serviços, por exemplo.

Bem mais que a falta de conhecimento técnico a falta de envolvimento da empresa com os atendentes de Help Desk prejudica muito o processo. O ideal é que o atendente conheça de fato a empresa e os serviços e não trabalhe só com o conhecimento prévio. O investimento em treinamentos é indispensável, assim como o investimento em uma base de dados que torna a resolução dos problemas mais veloz, pois muitas questões já terão soluções cadastradas no sistema.

Help desk: Por que ter um software?

17 de abril de 2014 em Software

Quando se inicia um trabalho de help desk em uma pequena empresa, normalmente o “cara da informática” faz atendimento aos clientes sem qualquer suporte, apenas atende telefone e soluciona problemas, mas não faz qualquer tipo de armazenamento de informação, quando muito, anota alguns tópicos em uma agenda ou em um papel qualquer.

Isso é horrível, porquê dessa forma fica impossível mensurar o trabalho feito. Se o “cara da informática” da sua empresa resolve pedir demissão, quanto tempo levará para o novo funcionário chegar ao patamar do antigo? Ou, levando em consideração que esta é uma área em plena expansão, se o setor precisar de mais um funcionário, como dizer isso ao chefe sem qualquer base de informação, como número de telefonemas recebidos, problemas resolvidos, etc? Por outro lado, quanto mais você soluciona problemas e mais chamadas recebe, fica difícil de controlar as coisas, saber as prioridades e urgências, algumas solicitações podem chegar até a serem esquecidas, como diz o ditado popular: “o homem não é uma máquina”.

Esquecer de alguma coisa importante é péssimo pra sua reputação, esquecer o problema de um cliente é duplamente péssimo para a reputação da sua empresa. A credibilidade vai diminuir e as reclamações sobre a área de informática aumentar progressivamente.

Para que toda essa bola de neve não aconteça a solução é simples: um software de help desk. Todos os chamados são inseridos no sistema antes mesmo de qualquer atendimento. Em primeiro lugar o profissional força-se a usar a ferramenta até que isso seja algo comum. Depois então apresenta a ferramenta aos colegas e explica como usar, para que em vez de ligar eles passem a abrir chamados diretamente.

Depois de adotar o programa é possível também fazer a mensuração mensal das atividades do departamento, já que tudo que entra e saí é armazenado. É possível verificar os tipos mais comuns de chamado e assim moldar o sistema para que torne cada vez mais simples a solução.

O software gera organização, otimiza o tempo e facilita a vida.

Fonte: TI especialistas

Help Desk x Call Center

09 de abril de 2014 em Help Desk

Muita gente acha que os Call Centers e as empresas de Help Desk fazem a mesma coisa, mas existem pelo menos três pontos que as tornam bem diferentes. Se você trabalha em uma dessas áreas é provável que fique irritado em ter que explicar as diferenças o tempo todo.

Talvez o fato de grade parte dos termos usados na área da tecnologia serem em inglês, por conta da difícil tradução e também do fluxo acelerado em que os verbetes mudam de sentido ou desaparecem nessa área, as pessoas acabam se perdendo ou apenas acomodam-se com os termos sem saber ao certo o que querem dizer. Mas vamos tentar clarear as diferenças entre os dois centros de atendimento: Call Center e Help Desk.

As diferenças começam no motivo da criação de ambos, os Call Centers foram feitos para gerar lucro. Seja por telemarketing ativo ou receptivo ou ainda como uma central de atendimento que aproveita a ligação para realizar vendas, é chamado também de Profit Center (uma central de lucro) dentro de uma empresa ou terceirizada. Já o Help Desk nasceu da necessidade que as empresas têm de um suporte tecnológico, dentro desta área tecnológica existe um terceiro escalão que é destinado ao atendimento ao cliente.

A segunda diferença tem a ver com o conhecimento disponível. Os profissionais de Call Center são treinados e têm um conhecimento limitado sobre determinado assunto, uma promoção, um produto, uma forma de pagamento, etc. Não é necessário ter um curso ou especialização em TI para trabalhar nessa área. Já os profissionais de Help Desk, apesar de trabalharem com uma base de conhecimentos também, são, inevitavelmente, surpreendidos por problemas ainda não vistos, é uma espécie de caminhada em areia movediça para o profissional.

A terceira diferença está ligada às competências do profissional de cada área. É claro que um servidor de Call Center pode ser um ótimo profissional e ser exemplo de atuação, mas os funcionários de um Help Desk têm, já de início, muito mais responsabilidade. No Call Center não há muito espaço para o talento, as ligações tem um fluxo pré-determinado e você pode, no máximo, ser um exemplo de educação, simpatia ou rapidez.

Cerca de 30% dos problemas que chegam ao Help desk são inéditos, o que traz à tona a necessidade de desenvoltura. Um profissional de Help Desk precisa saber perguntar, realizar perguntar abertas e especificas para diagnosticar o problema. Precisa ser provido de raciocínio lógico para encadear sequências de hipóteses, precisa de criatividade e de habilidades interpessoais para segurar as emoções do usuário.

“No Help Desk exige-se capacidade de diagnosticar. Resolver problemas não é tomar decisões. É muito mais que isso: é analisar a situação, construir alternativas para sanar a dificuldade do usuário e ainda tomar decisões.” Roberto Cohen.

Ambos os segmentos profissionais são pouco reconhecidos, esperamos que isso mude com a crescente necessidade dessas áreas nas empresas.

Fonte: baguete.com.br

O auto-desenvolvimento de carreira

01 de abril de 2014 em Carreira

Não é difícil perceber que as pessoas bem sucedidas são mais dispostas a se relacionar com terceiros, são mais abertas a receber feedback, fazem amigos com grande facilidade e estão sempre dispostas a rever seus comportamentos. Estar em contato com o mundo é muito importante também para o lado profissional.

Segundo a jornalista e consultora empresarial, Débora Martins, para chegar ao patamar mais alto da carreira é necessário trabalhar três pontos, que para a maioria das pessoas parecem complexos, porquê trazem à tona traços da nossa personalidade que gostaríamos de esconder. São esses pontos a automotivação, o autoconhecimento e a autoconfiança.

Automotivação – “Antes de mais nada, fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor” a frase do escritor Fernando Sabino traduz o funcionamento de uma pessoa automotivada. Trabalhar em um emprego que gosta e com profissionais respeitáveis ajuda a manter essa motivação, mas ela pode também ser alcançada em situações adversas. Algumas dicas como: lembrar que a vida não é só trabalho, planejar o tempo, ser disciplinado e tirar as ideias do papel podem ajudar a manter-se bem, mas o principal é evitar expectativas, espere pelo erro, se ele não vier, ótimo! Se ele vier você já estava aguardando mesmo.

Autoconhecimento – é preciso conhecer não só as nossas qualidades, para valorizá-las e desenvolvê-las, mas também nosso defeitos, para remediá-los ou transforma-los. O autoconhecimento é extremamente necessário para saber até onde se pode chegar, todos temos limitações e não é diferente com você. Ter coragem de ir em frente é ótimo, mas você precisa saber até onde consegue chegar sem prejuízos. Conhecer o mundo todo e não conhecer a si próprio de nada vale.

Autoconfiança – o lema é “confiar em si mesmo”, você precisa primeiro confiar em você para depois esperar que os outros confiem. Talvez o autoconhecimento ajude muito, passo a passo vamos nos conhecendo e nos dedicando a confiança que merecemos.

Estes três pontos podem levar à ideia de individualidade, mas não! É exatamente o contrário disso. As empresas costumam dar muito valor às pessoas que se conhecem bem, que confiam em si mesmas e que estão sempre motivadas e dispostas a tudo, porque estas tem, naturalmente, a facilidade de lidar com outras pessoas, de trabalhar em grupo e sabem onde querem chegar.

Se você entende a si mesmo, dificilmente não entenderá ou não considerará a opinião do outro, já escreveu Leonardo da Vinci que “pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes” e é a humildade do conhecimento que se busca no mercado hoje.

Fonte: administradores.com.br

Reconhecimento: a chave de um ambiente confortável

26 de março de 2014 em Blog

Várias empresas, dos mais diferentes ramos, tem criado algumas regras básicas como forma de fazer com que haja um melhor desempenho dos funcionários. Estas empresas incentivam a comunicação entre os trabalhadores, criam horários flexíveis, ambientes descontraídos e outras ações a fim de satisfazer, cada vez mais, aos desejos dos funcionários e assim cumprir de forma satisfatória as metas do trabalho.

Mas há uma pequena coisa que pode mudar o dia-a-dia de um setor e nem precisa da intervenção de uma superior ou de uma norma. A pergunta é: você já agradeceu hoje?
Trabalhamos diariamente resolvendo problemas (nossos, dos outros, do cliente, do sistema, etc.) e quando é que vem o tal do reconhecimento?
O reconhecimento não está necessariamente ligado à chegada a um cargo de alto nível desejado há anos ou no significativo aumento de salário. Tudo bem, essas coisas nos tornam felizes e são realmente importantes, mas não é só isso. Talvez você -e não só você, todas as pessoas a sua volta também-, precisem de algo que incentive-o a chegar até lá, antes disso. Esse é só o ponto final de uma busca diária, mas todas as coisas que fazemos todos os dias não merecem valorização individual?

O que você sentiria se o cara que trabalha ao seu lado virasse pra você e dissesse: “eu achei a ideia que você teve para aumentar as nossas vendas simplesmente fantástica!! pode contar comigo para colocar em prática”?

Receber um agradecimento ou reconhecimento de alguém que trabalha todos os dias ao seu lado não teria um peso significativo no seu modo de ver as coisas? Isso não te impulsionaria a ter cada vez mais ideias, mais comprometimento?
Muitas vezes elogiamos mentalmente o trabalho ou as ideias de alguém, e porque não falar isso em voz alta para que ela sinta-se bem com isso? Um “Que inveja! Queria eu ter tido essa ideia” pode ser descontraído e eficaz. Se você sente vergonha de falar verbalmente com seu colega de trabalho, pode mandar um e-mail ou deixar um bilhetinho em cima da mesa dele no horário de almoço, que tal?

Muita gente pensa que o reconhecimento só deve vir de quem está acima, do chefe, por exemplo. Mas o que faria de gestores e líderes entidades misticamente tão especiais que somente eles teriam o privilégio de reconhecer um bom trabalho? Isso não existe! Reconhecimento é reconhecimento, não importa de onde venha.
O ponto de discussão aqui, está ligado à empatia. Coloque-se no lugar do outro e elogie, inicie uma corrente positiva no lugar onde você passa grande parte do tempo. Mas claro, não saia elogiando a tudo e a todos, qualquer atitude perde a eficácia se for apenas um comando automático.

reuniao

Fonte: tiespecialistas.com.br

A importância do inglês no mundo do TI

19 de março de 2014 em Blog

inglesSaber inglês é quase que uma obrigação do profissional de TI, há empresas que tratam este conhecimento como o principal requisito para trabalhar na área. A língua inglesa é a mais falada no mundo justamente por ser a língua oficial do país de maior influência no planeta. Em eventos, publicações e negociações internacionais é ela quem comanda.
Existem quatro pontos principais que motivam a importância do inglês para o profissional de Tecnologia da Informação, veremos eles a seguir.

O primeiro dos pontos a serem considerados quando se fala na importância do inglês para os profissionais de TI é a variedade de materiais a serem estudados. Os livros, artigos e materiais em geral que devem ser lidos por estes profissionais são, em sua quase absoluta maioria, escritos em inglês. Alguns são traduzidos para a língua portuguesa, mas a infinidade de aparatos em inglês colocam o profissional com este domínio alguns passos à frente.

Já exploramos, em outros momentos, a importância de um profissional de Ti manter-se informado sobre as novidades na tecnologia. Como os desenvolvedores de sistemas, aplicativos e tecnologia em geral são feitos fora do Brasil, as notícias sobre eles saem primeiro em inglês, em sites especializados, depois são traduzidos pro blogueiros ou empresas daqui, mas até chegar aqui, há, muitas vezes, um longo caminho.

O último dos pontos refere-se à cooperação com empresas estrangeiras. Como grande parte das industrias de tecnologia estão ou tem filiais em outros países, para que haja comunicação entre lá e cá é necessário que todos conheçam a mesma linguem: o inglês. Sem contar que este perfil de profissional é almejado por empresas de fora, ter domínio do inglês dá uma grande vantagem competitiva.

A falta de conhecimento na língua pode, de cara, tirar um profissional da disputa por uma vaga de emprego. Se você está pensando em seguir na área de TI e ainda não saiu em busca do inglês, essa é a hora!

Fonte: easervices.com.br

Usabilidade: saiba falar a língua do usuário

12 de março de 2014 em Blog

Jakob Nielsen, o mais conceituado analista de usabilidade do mundo, define-a como uma medida da qualidade da experiência do usuário ao interagir com alguma coisa – seja um site na Internet, um aplicativo de software tradicional, ou outro dispositivo que o usuário possa operar de alguma forma.
Qualquer eletrodoméstico precisa passar por uma série de estudos de usabilidade, uma simples cafeteira, por exemplo, precisa ser eficiente e prática para ter sua funcionalidade. Mas o estudo fica ainda mais crucial quando se trata de sistemas ou sites. Por isso um dos princípios da Milldesk é a usabilidade.

usabilidade

Jakob Nielsen criou um método de facilitar a vida do usuário e, de quebra, aumentar a visibilidade da marca. São 10 pontos para deixar o negócio em ordem:

  1. Visibilidade de Status do Sistema: É preciso certificar-se de que a interface sempre informe ao usuário o que está acontecendo, ou seja, todas as ações precisam de feedback instantâneo para orientá-lo.
  2. Relacionamento entre a interface do sistema e o mundo real: Toda a comunicação do sistema precisa ser contextualizada ao usuário, e ser coerente com o chamado modelo mental do usuário. Palavras do universo de TI muitas vezes não fazem sentido ao cliente.
  3. Liberdade e controle do usuário: Facilite as “saídas de emergência” para o usuário, permitindo desfazer ou refazer a ação no sistema e retornar ao ponto anterior, quando estiver perdido ou em situações inesperadas.
  4. Consistência: Fale a mesma língua o tempo todo, e nunca identifique uma mesma ação com ícones ou palavras diferentes. Trate coisas similares, da mesma maneira, facilitando a identificação do usuário.
  5. Prevenção de erros: Na tradução livre das palavras do próprio Nielsen “Ainda melhor que uma boa mensagem de erro é um design cuidadoso que possa prevenir esses erros”. Por exemplo, ações definitivas, como deleções ou solicitações podem vir acompanhadas de um checkbox ou uma mensagem de confirmação.
  6. Reconhecimento ao invés de lembrança: Evite acionar a memória do usuário o tempo inteiro, fazendo com que cada ação precise ser revista mentalmente antes de ser executada. Permita que a interface ofereça ajuda contextual, e informações capazes de orientar as ações do usuário – ou seja – que o sistema dialogue com o usuário.
  7. Flexibilidade e eficiência de uso: O sistema precisa ser fácil para usuários leigos, mas flexível o bastante para se tornar ágil à usuários avançados. Essa flexibilidade pode ser conseguida com a permissão de teclas de atalhos, por exemplo. No caso de websites, uso de máscaras e navegação com tab em formulários são outros exemplos.
  8. Estética e design minimalista: Evite que os textos e o design fale mais do que o usuário necessita saber. Os “diálogos” do sistema precisam ser simples, diretos e naturais, presentes nos momentos em que são necessários.
  9. Ajude os usuários a reconhecer, diagnosticar e sanar erros: As mensagens de erro do sistema devem possuir uma redação simples e clara que ao invés de intimidar o usuário com o erro, indique uma saída construtiva ou possível solução.
  10. Ajuda e documentação: Um bom design deveria evitar ao máximo à necessidade de ajuda na utilização do sistema. Ainda assim, um bom conjunto de documentação e ajuda deve ser utilizado para orientar o usuário em caso de dúvida. Deve ser visível, facilmente acessada, e com oferecer uma ferramenta de busca na ajuda.

Fonte: tidbits.com.br

O Big Data e a preparação profissional

06 de março de 2014 em Blog

Big Data é um termo razoavelmente novo que se tornou popular ao descrever o crescimento, a disponibilidade e o uso exponencial de informações. Para os profissionais de TI, é importante que mantenham-se ligados no aumento de volume, variedade e velocidades dos dados que constituem o Big Data.

No passado o volume de dados criou um problema de armazenamento, mas com o custo de estoque caindo cada vez mais, o grande problema a ser considerado é a relevância dos dados. O profissional precisa saber valorar estes arquivos, ignora-los ou supervaloriza-los.

Os dados, hoje, aparecem a nossa vista em diversos tipos de formatos. Algumas pesquisas mostram que cerca de 80 por cento dos dados de uma organização não são numéricos, mas estes dados também precisam ser lidos, entendidos e utilizados na análise sobre a empresa e nas tomadas de decisão.

A velocidade descrita no Big Data tem muito mais relação com a capacidade do profissional de receber informação e rapidamente reagir a ela e na utilização ao seu favor, que com a velocidade de chegada dela. A velocidade dos fatos e das informações tem sido cada vez maior, e a dificuldade de utilizar bem esses conhecimentos cresce junto com a velocidade.

Segundo o Bureau of Labor Statistics, cerca de um milhão de empregos relacionados ao Big Data serão criados nos Estados Unidos nos próximos sete anos. Os salários prometem ser maiores que os de técnicos em TI hoje, já que o desenvolvimento pessoal e de percepção terão que ser maiores também.

Pensando nisso, o site The Motley Fool elaborou uma lista com sete profissões que tendem a engatar nessa onda dos 3Vs (volume, variedade e velocidade) e crescer significativamente nos próximos anos:

Analistas de mercado: que são os responsáveis em transformar a imensa quantidade de dados em informação útil aos negócios.

Desenvolvedores de software: como agente criador de ferramentas que ajudam na análise da grande quantidade de dados.

Administradores de bancos de dados: responsáveis pelo armazenamento e acesso aos dados já obtidos.

Analistas de computação: responsáveis pela integração entre os profissionais de Ti e os executivos da empresa.

Arquitetos de redes e especialistas em segurança: os responsáveis por mantes as informações seguras e fluindo regularmente.

Administradores de redes e sistemas: o profissional especializado em manter tudo funcionando é essencial.

Junto com estas seis áreas, cresce também o mercado para os Professores universitários. O crescimento do Big Data deve levar cada vez mais estudantes a se interessarem por esse meio e são os mestres que liderarão todo esse grupo.

Hoje, temos a quantidade de cerca de 1,8 zettabyte em dados digitais, em 2015 já devemos estar com 7,9 zettabytes e daqui há três anos toda a informação do mundo poderá ser armazenada em 493 Bilhões de iPads.

Fontes: Canaltech e SAS- Software de Inteligência Analítica.

Conheça 13 aplicativos parceiros do profissional de TI

26 de fevereiro de 2014 em Blog

niniteoneExiste uma série de programas que ajudam o profissional de TI a resolver problemas de forma ágil e eficaz, fizemos uma lista com 13 destes aplicativos. Saiba se você está usando a ferramenta certa:

CPU-Z Portable: em muitos casos é necessário saber a marca, o modelo e o número de série de uma máquina para encontrar suporte, drivers, manuais, etc.  O CPU-Z Portable serve para encontrar informações sobre o hardware instalado na máquina e ajudar na busca por programas específicos.

Drive Genius: é uma ferramenta para backup, update e restauração de drives.

Hirens Boot: é o melhor amigo de todo técnico em informática. Hirens Boot é um software simples e com uma série de utilidades, com ele é possível desde corrigir boots até quebrar senhas do Windows.

LC ISSO Creator: cria imagens ISO a parir de DCs e DVDs. É um aplicativo leve e muito fácil de usar, não precisa ser instalado.

Mail Pass View: é um programa que possibilita a visualização de todas as senhas configuradas no outlook. Quando se perde a senha de um e-mail empresarial pode ser fácil de recuperar, mas quando se trata de um e-mail pessoal isso se torna quase impossível sem a ajuda de um software.

Ninite: é um wabware que permite instalar todos os programas desejados de uma só vez.

Process Explorer: mostra como os processos de DLL são abertos e carregados afim de permitir a descoberta de todos os detalhes nos programas que rodam na máquina.

Recuva:  é um programa simples para recuperação de dados, mas ele só tem eficiência se o arquivo não tiver sido sobrescrito.

Sublime: com versões para Mac, Windows e Linux o Sublime tem uma interface simples, fundo preto, que facilita na no destaque de tags e códigos. O diferencial do aplicativo é reconhecer diversas linguagens de programação, HTML, C++, Java, Ruby, PHP, entre outras.

Sysinternals Suite: é um conjunto de programas com mais de 60 ferramentas avançadas para a manutenção do PC. Grandes problemas podem ser resolvidos com pequenas aplicações.

TeamViewer: é um eficiente aplicativo de compartilhamento de tela (imagem), muito útil na hora de dar suporte remoto a um usuário. O programa também permite iniciar reuniões e bate-papos em vídeo.

Virtual box: é um emulador. Ele permite a instalação de programas específicos de um sistema em outro. Funciona muito bem como uma “falso” ambiente virtual.

Winzip Register Optimizer: é um limpador de registro, sua função consiste em apagar vestígios esquecidos de programas já desinstalados. O Winzip pode liberar um espaço precioso na memória das máquina.

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