Funil de suporte ao cliente: já montou o seu? Dicas para fazer isso com sucesso!

Imagem de homem segurando um funil pequeno. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Você provavelmente já deve ter ouvido falar em funil de vendas e funil de marketing, certo?

Se nunca ouviu falar aí vai um breve resumo do que se trata:

Embora a diferença entre um e outro seja sutil, muitas pessoas acabam confundidos os conceitos achando que são a mesma coisa.

>> Saiba mais: 18 dicas para reduzir os tickets de TI no seu suporte ao cliente, sem enrolação!

Entendendo um pouco sobre funil de marketing!

Ilustração do funil de marketing. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

O funil de marketing seria responsável por atrair visitantes e convertê-los em leads.

Para isso, especialmente por meio da estratégia de Inbound Marketing, o público-alvo seria dividido em Topo, Meio e Fundo de funil.

Os de topo estariam na fase inicial de descoberta do problema e seriam “alimentados” por meio de conteúdos específicos, para o meio do funil, no qual iriam considerar as melhores alternativas para resolver seu problema. 

E, por fim, o marketing tentaria convertê-lo para o fundo do funil, no qual ele estaria preparado para tomar a decisão de compra.

De uma forma geral, o cliente passa por 4 passos durante a jornada de compra:

  1. Reconhecimento do Problema ou dor: O cliente nessa fase sente alguma dificuldade, mas não entende claramente qual é o problema ou sua necessidade;
  2. Aprendizado ou Busca de Informações: Em seguida o cliente se dá conta que tem um problema e passa a se aprofundar no assunto;
  3. Avaliação de Alternativas: De posse do conhecimento claro sobre sua necessidade o cliente passa a avaliar as opções disponíveis;
  4. Decisão: Com base na avaliação, o cliente toma a decisão de compra do produto que melhor atende sua necessidade.

>> Saiba mais: 7 dicas práticas de psicologia de atendimento ao cliente no suporte.

Um pouco sobre o funil de vendas!

Ilustração do funil de vendas. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Já o funil de vendas, assume-se que o cliente já está apto para a compra, mas ainda é preciso esforços para concretizar a venda.

E da mesma forma que no funil de marketing, também temos etapas no funil de vendas.

A diferença é que as fases do funil de vendas variam de empresa para empresa, pois cada negócio possui suas próprias especificidades e, assim, deve se adequar de maneira a atender as necessidades da organização.

Entretanto, ambos funis costumam seguir um mesmo caminho para esse processo. Ou seja, de modo geral o funil de vendas também pode ser dividido de forma análoga ao funil de marketing.

Tá ok, você deve estar se perguntando sobre “qual é a relação entre funil de vendas e de marketing com suporte ao cliente”, certo?

Bem, trabalhar com suporte ao cliente não se trata apenas de atender demandas e solucionar incidentes, também é sobre satisfazer as expectativas dos clientes, o que de certo modo requer estratégia.

E o caminho para oferecer um atendimento rápido e inquestionável passa também pela boa e simples prevenção. 

Como? Bem, pra começar; reduzindo o número de chamados desnecessários, fornecendo recursos de autoatendimento e tendo uma boa base de conhecimento que o usuário acesse e possa atuar sozinho.

Mas quando isso não é possível, necessário ter uma primeira resposta rápida, uma correta priorização das solicitações e resolução do problemas.

Para que isso ocorra da melhor forma é preciso que haja a construção de um processo ou melhor: um funil de suporte ao cliente.

Conseguiu pegar a ideia? Sacou agora a relação? 

>> Saiba mais – Papo reto: 5 relatórios gerenciais e 3 dicas para fidelizar mais clientes na TI!

Etapas do funil de suporte ao cliente, sem mistério. 

Ilustração de funil colorido dividido. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Basicamente o funil de atendimento possui uma estrutura similar aos funis da marketing e vendas.

E é uma ferramenta estratégica com ações que visam a redução de chamados desnecessários.

E melhor ainda: uma atuação mais ágil e assertiva no suporte ao cliente e a melhor experiência de atendimento ao usuário e é dividido nas seguintes etapas: 

O topo do funil: prevenção.

Como o próprio nome já sugere, esta etapa do funil de atendimento visa evitar a entrada de chamados para a equipe de atendimento a partir do desenvolvimento de ações de prevenção de incidentes.

O meio do funil: autoatendimento.

O objetivo nesta etapa é oferecer ao usuário meios e ferramentas para que ele possa resolver suas dificuldades e esclarecer suas dúvidas sozinho, sem a precisar abrir um chamado para o suporte de TI.

O fundo do funil: suporte.

Aqui o objetivo é fornecer o atendimento propriamente dito.

É nesse momento que os técnicos de suporte ao cliente entram em cena para sanar dúvidas, resolver incidentes ou atender solicitações que as etapas anteriores não solucionaram.

Essas etapas são importantes para dar um direcionamento na sistematização do processo de atendimento, no entanto, devem ser adaptadas para a realidade de cada empresa.

Confira algumas dicas para criar o seu próprio funil de suporte ao cliente.

>> Saiba mais: Tudo o que você precisa saber para criar um FAQ matador!

Construa um funil de suporte ao cliente efetivo para a sua organização.

Ilustração pessoa construindo funil.

Cada empresa possui particularidades próprias que devem ser consideradas na hora de construir um funil de suporte ao cliente.

E tais peculiaridades devem pesar na balança na hora de criar o funil de suporte, de tal forma que esta estratégia seja a mais alinhada possível com a oferta de um suporte de qualidade aos usuários da organização.

E isso vale tanto para empresas privadas, como para empresas públicas.

A seguir, abordaremos alguns pontos que podem ser trabalhados em cada etapa do funil, para alcançar as metas de cada uma das fases e o objetivo global de um bom suporte ao cliente: a resolução eficaz das demandas.

Topo do funil: prevenção.

Nesta primeira fase o principal intuito é evitar que o cliente abra chamados para a equipe de suporte, através de ações preventivas. Confira alguns exemplos:

Manter softwares atualizados.

Softwares desatualizados são risco certo à segurança. Por isso, manter softwares atualizados previne futuras “dores de cabeça”; 

Criar uma política de segurança.

Adotar medidas que evitem incidentes, principalmente os voltados à segurança de informações, como: a proibição do uso de pendrives, bloqueio de portas USB, restrição da instalação de certos aplicativos ou softwares, entre outros; 

Fazer o monitoramento da navegação web.

Permite controlar e bloquear ações que podem levar a incidentes relacionados à segurança, decorrentes da navegação em sites maliciosos, abertura de e-mails não corporativos e downloads suspeitos; 

Monitorar equipamentos e sistemas.

Monitorar hardwares e software periodicamente ajuda a identificar os problemas antes que eles aconteçam e assim evitar incidentes muitas vezes graves; 

Promover o treinamento dos clientes/usuários.

Capacitar seus clientes (quer sejam internos, que sejam externos) é uma das melhores formas de sanar dúvidas e evitar chamados desnecessários. 

Meio do funil: autoatendimento.

As ações do meio do funil envolvem totalmente o usuário.

Nesta etapa, são desenvolvidas ações que possibilitem ao cliente ser autossuficiente, ou seja, ferramentas de autoatendimento que possibilitem que ele resolva os seus problemas e dúvidas sem necessitar entrar em contato com a equipe de suporte.

Base de conhecimento.

Nós do Milldesk somos fãs deste poderoso recurso e temos a tecnologia ideal para você criar uma base de conhecimento perfeita para o seu negócio.

Uma base de conhecimentos sólida, com artigos de passo a passo e solução de problemas básicos é uma grande aliada na redução de chamados e não pode faltar de modo algum em um funil de suporte ao cliente que se preze.

Criar um Fórum.

Podemos dizer que esse recurso também é o poder nas mãos dos usuários.

Pois permite que os clientes busquem respostas para suas questões em uma comunidade engajada na solução de problemas.

Tutoriais em Vídeo.

Envolve o uso de plataformas de vídeos como por exemplo o Youtube. Você pode fazer vídeos tutoriais curtos sobre a solução dos problemas mais recorrentes que acontecem aí no seu suporte.

E antes que você se apavore, calma: você pode manter os vídeos restritos.

Obviamente há outras tantas ações que você em conjunto com sua equipe podem elaborar para esta etapa do funil de suporte ao cliente, de acordo com as condições de seu negócio.

Fundo do Funil: suporte.

Nesta fase não há escapatória: a equipe de suporte atua nos chamados que não puderam ser evitados nas etapas anteriores.

É o momento em a equipe de suporte ao cliente realmente tem contato com o usuário para resolver suas demandas e deve oferecer um atendimento de excelência.

Por isso, é importante que o fundo do funil seja bem estruturado e que os seguintes pontos estejam devidamente bem definidos entre o departamento de suporte e o usuário: 

Canais de Comunicação.

Recomenda-se pelo menos 3 canais básicos, a fim de facilitar o contato e formalização de chamados.

Pra começar: e-mail, portal, chat e telefone. Comece pelo básico, faça a lição de casa e posteriormente incremente os recursos de comunicação.

Quanto mais multicanal, quanto mais você for acessível ao usuário, melhor.

Sim o SLA (Service Level Agreement) não fica de fora do funil de suporte ao cliente…

Na hora de firmar o acordo de nível de serviço lembre-se sempre que é preciso que os prazos de solução dos diferentes incidentes estejam devidamente acordados, com prazos realistas.

A palavra chave: é negociação.

Sugerimos que seja feita uma matriz com base na “quantidade de usuários afetados” vs. “impacto no negócio”.

E nem o Catálogo de Serviços.

Os serviços prestados pelo suporte devem estar claros para o cliente.

O catálogo de serviços de TI é uma importante ferramenta que ajuda na redução do número de chamados desnecessários ao help desk.

Esse documento ajuda a documentar e gerenciar todos os serviços que a área de TI se compromete a entregar. 

A importância do catálogo de serviços se dá devido ao fato de traçar o papel que o help desk irá desempenhar num contrato com o cliente e definir para os colaboradores do atendimento ao cliente um escopo claro.

Essa é a melhor forma de não confundir o profissional de TI com um “Tudo Incluso”, em um “Faz Tudo”, que acaba abraçando demandas que não estão no escopo e sobrecarregando os chamados.

Ferramenta de acesso remoto também não fica de fora do fundo do funil de suporte ao cliente.

Ferramentas de acesso remoto melhoram a experiência do cliente.

Este tipo de tecnologia permite que profissional de atendimento acesse o dispositivo móvel ou computador deste cliente sem estar no mesmo ambiente físico que ele, realizando reparos principalmente via análise de software.

Este tipo de conexão não necessita de uma conexão física entre os computadores e os outros dispositivos.

Através de softwares instalados no computador, pode-se obter o controle total sobre o dispositivo que está necessitando de reparo.

Esta conexão permite a execução e abertura de aplicativos ou arquivos no computador de forma remota, principalmente para facilitar a vida de quem necessita de ajuda e ou necessita de acesso a algum arquivo ou programa.

As visitas presenciais e o modelo padrão de atendimento ao cliente podem ser não só cansativo, mas também de um alto custo para a empresa e entregar baixa eficiência para o negócio.

Estabeleça uma política de prioridades.

De modo curto e grosso, uma vez que o problema realmente precisa passar pelo suporte propriamente dito da equipe técnica é preciso que aja uma organização e gestão de chamados a fim de proporcionar o melhor atendimento para cada usuário de acordo com a gravidade da demanda.

Simples assim.

>> Saiba mais: Taxa de Churn: o que é, e algumas dicas para reduzir isso aí!

Como colocar o funil do suporte ao cliente em prática na sua empresa.

Foto profissionais de suporte comemorando.

Cada empresa possui uma realidade, portanto, não se trata de uma verdade absoluta, uma receita que se aplique a todas as empresas.

Mas o caminho de construção e implantação do funil de atendimento deve estar alinhado com as necessidades e características de cada empresa.

No entanto, existem algumas recomendações que podem ser aplicadas por todas as companhias. Por exemplo, começar a construção do funil de suporte ao cliente pelo fundo.

Exatamente, você não leu errado, continua com a gente que vai fazer todo sentido.

Isso porque é através dessa etapa que se obtém indicadores como tempo de resposta e resolução, taxa de chamados resolvidos, etc.

A partir desses dados fica fácil perceber as maiores dificuldades dos usuários e traçar estratégias de prevenção e auto atendimento para facilitar a solução dos incidentes.

Assim é viável tornar o topo e o meio do funil mais focados nas necessidades dos clientes, evitando desperdício de tempo e dinheiro em ações que de outro modo teriam pouca efetividade.

Mais do que garantir a excelência no suporte ao cliente, o funil de suporte ao cliente é uma estratégia relevante para gestores e equipes de TI diminuir a demanda de chamados desnecessários para o suporte.

E assim sendo reduzir a sobrecarga de tarefas e propiciar que os profissionais de suporte desempenhem funções mais estratégicas dentro da empresa.

E por aí, como anda o suporte ao cliente da sua equipe de TI? Seu setor aplica o conceito de funil de atendimento? 

Melhores práticas no atendimento ao cliente: guia prático na busca pelo melhor serviço!

Como motivar agentes de atendimento ao cliente? Descubra!

Se uma empresa deseja ter sucesso, precisa garantir as melhores práticas no atendimento ao cliente e buscar a excelência em tudo o que faz.

Nesse sentido, conhecer as melhores práticas é uma vantagem importante. Quem não as conhece precisa dar tiros no escuro, seguir o método da tentativa e erro. Isso significa que pode levar muito mais tempo para conseguir obter um resultado palpável.

Você sabe quais são as melhores práticas no atendimento? Fique atento(a), pois, vamos destacar de forma prática as ações que você pode e deve tomar para garantir um atendimento de alta qualidade e aumentar o índice de satisfação do usuário. Confira!

Profissionais

Os profissionais são o centro do atendimento ao cliente. Por mais que algumas etapas sejam automatizadas, a fim de aumentar a eficiência, o contato humano não pode ser substituído totalmente. Por esse motivo, a equipe merece total atenção. Na prática, isso se traduz em:

  • motivação
  • produtividade
  • treinamento

Vamos explorar cada um desses aspectos, individualmente.

Motivação

Uma equipe de atendimento precisa transmitir confiança ao usuário e fazer com que ele tenha uma experiência tão agradável quanto possível. Para tanto, ela deve estar motivada. Os atendentes precisam responder cada chamado com boa vontade, com foco no cliente, comprometidos com resultados. 

Manter sua equipe motivada não é uma tarefa tão fácil, pois cada indivíduo tem suas próprias necessidades e dificuldades. Portanto, o primeiro passo é que o gestor conheça muito bem seus colaboradores. Manter-se afastado deles é um erro, pois impede que você identifique quem está atravessando problemas e precisa de ajuda.

O gestor também precisa ser uma figura presente para que seus colaboradores desenvolvam com ele uma relação de parceria.

Em outras palavras, quanto mais positiva for a relação do colaborador com o gestor e, portanto, com a empresa que ele representa, mais eles estarão dispostos a desenvolver seu trabalho com qualidade. É um vínculo de engajamento que só surge com a proximidade.

Produtividade

Não é possível falar em produtividade se não houver motivação, pois os dois conceitos estão interligados. Porém, não basta apenas motivação para desenvolver uma equipe altamente produtiva. De fato, procedimentos, processos e ferramentas também possuem um papel nessa discussão.

Para aumentar a produtividade, então, você precisa contar com uma preparação adequada. As principais dicas, nesse quesito, são reduzir a burocracia desnecessária e implementar soluções tecnológicas de qualidade.

Treinamento

Bons profissionais não se fazem sozinhos. Eles podem ter iniciativa, criatividade, ambição, que são características inatas de grande valor; porém, se não tiverem certos conhecimentos, essas características não poderão ser aplicadas na prática.

E quais são esses conhecimentos? A lista é longa, e vai desde técnicas de negociação (para lidar com aqueles clientes insatisfeitos, que procuram atendimento com quatro pedras nas mãos) até a maneira adequada de usar as soluções tecnológicas utilizadas no trabalho.

Os treinamentos, é claro, precisam fazer parte da rotina da equipe. Afinal, certos conhecimentos estão sempre progredindo, o que exige a atualização profissional dos colaboradores. Além disso, a própria equipe se renova, e os novos funcionários precisam ser inseridos nessa dinâmica de aprendizado. Treinamentos realizados apenas uma vez trazem pouco resultado.

Alguns exemplos de temas para um treinamento incluem:

  • como utilizar o sistema de tickets implementado na sua empresa;
  • como controlar o tempo do atendimento telefônico, sem parecer que está tentando se livrar do cliente;
  • como escolher a linguagem ideal para se comunicar com os clientes, escrita ou oralmente;
  • como identificar que o cliente está insatisfeito, e como reverter a situação;
  • como informar a um cliente que a solicitação ou o problema dele não poderá ser resolvido, sem deixá-lo frustrado;
  • como encantar um cliente sem subornos (descontos, brindes, benefícios).

Ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho ainda poderia ser incluído no item anterior, em que falamos sobre os profissionais. Isso porque ele tem um impacto sobre a maneira como os profissionais se comportam e, portanto, sobre a qualidade do atendimento que eles desenvolvem. Mas a importância desse tópico é tão grande, que ele merece atenção especial.

Existem duas dimensões do ambiente de trabalho: material e humana. 

A dimensão material diz respeito à maneira como o espaço está organizado, a disposição das mesas e dos equipamentos, a proximidade (ou distância) física entre os colaboradores, e assim por diante.

E, para decidir a melhor forma de organizar o espaço, você precisa ter duas coisas em mente: a primeira é a forma como essa organização vai afetar as relações e o desempenho dos colaboradores; a segunda é o impacto que ela exerce sobre o fluxo de trabalho.

A dimensão humana diz respeito às relações em si, isto é, ao clima organizacional. Um clima positivo aumenta a motivação e estimula a produtividade, enquanto um clima negativo pode levar seus colaboradores à apatia e, em último caso, provocar a dissolução da equipe. Em empresas com um clima organizacional negativo, o turnover é proporcionalmente maior.

Canais de comunicação

Nos primeiros dois tópicos, nosso foco foi em aspectos internos que acabam afetando a qualidade do atendimento ao cliente. A questão é que, por mais importantes que esses aspectos sejam, eles não são visíveis para os seus clientes. São questões que ficam por trás dos panos.

Agora, vamos tratar de um aspecto bem mais visível para os seus clientes: os canais de comunicação utilizados no atendimento. Realmente, esse é um dos fatores principais de satisfação, já que a sua estratégia para escolher esses canais afeta diretamente a percepção de conveniência do usuário.

Imagine, por exemplo, um cliente que trabalha e estuda, tem uma rotina corrida e pouco tempo livre. Se o único canal de comunicação da sua empresa for um telefone que atende de segunda a sexta-feira, em horário comercial, esse cliente vai ter muita dificuldade para fazer contato e resolver seu problema ou sua solicitação.

Agora, imagine que esse mesmo cliente tenha a opção de enviar sua solicitação por e-mail, ou por whatsapp, ou por meio de uma mensagem nas redes sociais. Essas alternativas são muito mais convenientes para ele, o que significa que o nível de satisfação com o atendimento vai aumentar.

Percebendo isso, algumas empresas investem em atendimento omnichannel, que busca agregar todos os canais. Você não precisa utilizar essa estratégia, mas deve fazer a escolha dos canais certos, levando em consideração o perfil e as necessidades dos seus clientes. 

Também é importante levar em consideração que mais canais de comunicação podem aumentar a complexidade da tarefa de manter os chamados em aberto sob controle. Portanto, se você estiver trabalhando com estratégias multichannel ou omnichannel, é recomendável adotar uma solução tecnológica capaz de centralizar os chamados de diferentes origens em um só painel de controle.

Tecnologia

Conforme já discutimos, as soluções tecnológicas são um recurso para aumentar a produtividade dos profissionais de atendimento. No entanto, sua utilidade vai ainda mais longe! 

Antes de qualquer coisa, é importante distinguir entre dois tipos de tecnologia: hardware e software ou, em termos mais simples, equipamentos e programas ou sistemas. Ambas são importantes, pois não adianta ter um excelente sistema e não contar com as máquinas necessárias para colocá-lo em uso.

De fato, o descaso com o hardware – computadores, aparelhos telefônicos, impressoras – pode prejudicar gravemente a qualidade do atendimento. Imagine como o cliente se sente quando entra em contato com o seu help desk e acaba gastando muito mais tempo do que o necessário, porque o computador do atendente travou durante o processo, por exemplo.

Felizmente, esse tipo de situação é fácil de prevenir: basta investir em equipamento de qualidade e realizar as manutenções preventivas, para que eles não deixem sua equipe na mão, na hora H.

CSC

Nós falamos sobre software para help desk, e o CSC – Central de Serviços Compartilhada – não poderia ficar de fora. Esse tipo de sistema permite, essencialmente:

  • registrar o histórico de cada atendimento realizado;
  • monitorar a satisfação dos clientes após o atendimento;
  • elaborar relatórios sobre o trabalho da equipe;
  • analisar métricas de desempenho do setor.

Em resumo, o ponto forte desse tipo de tecnologia está na centralização de informação, a partir da qual será possível obter melhoria contínua no atendimento ao cliente. 

Além disso, a escolha de um CSC de alta qualidade garante ainda outras funcionalidades úteis. O software da Milldesk oferece:

  • acompanhamento dos chamados por dispositivos móveis;
  • agendamento de chamados;
  • comunicações internas agrupadas por chamado;
  • templates de e-mails para comunicação com os clientes.

O CSC pode trazer forte diferencial para o atendimento ao cliente da sua empresa. Portanto, o gestor deve tratar a implementação desse software como assunto de alta importância.

Certificações e conformidade

Um erro comum dos gestores de atendimento é acreditar que as certificações são um fim em si mesmo; que você obtém uma certificação para ter uma certificação. Essa ideia não poderia estar mais longe da verdade!

O motivo pelo qual você precisa se preocupar com esses itens é o fato de que eles são indicadores. Se o helpdesk da sua empresa não consegue receber um certificado ISO 27001, é sinal de que ainda há necessidades de melhoria para atingir o patamar mínimo de qualidade. É sinal de que ainda precisa demonstrar conformidade certos a requisitos básicos.

Essa é mais ou menos a mesma lógica por trás de qualquer certificação. Ela demonstra que você atingiu, com sucesso, um nível. Quem não atingiu esse nível, precisa fazer ajustes, não pela certificação, mas para o seu próprio benefício (e, no caso de um helpdesk, para o benefício do cliente). 

Outro erro comum é acreditar que a obtenção da certificação encerra o assunto. Não! Ela atesta um patamar, mas existem outros a ser alcançados. Sempre há espaço para melhoria.

KPIs e SLAs

KPIs já se tornaram conhecidos dos gestores. A sigla americana refere-se a Key Performance Indicators – indicadores-chave de performance. Eles são usados para controlar, de acordo com parâmetros pré-estabelecidos (as metas), o desempenho do atendimento ao cliente dentro dos aspectos mais relevantes do seu trabalho.

E quanto aos SLAs? Esse ainda é um conceito mais obscuro. A sigla vem de Service Level Agreement, ou acordo de nível de serviço. Trata-se de um compromisso assumido em relação à qualidade do serviço que será oferecido aos seus clientes.

Embora o termo seja do universo das empresas de TI, isso não significa que outras empresas não possam ter SLAs, também. Aliás, toda empresa que tem uma preocupação genuína com atendimento ao cliente precisa deles.

Exemplos de KPI para o atendimento

Existem KPIs específicos para cada área e atividade de uma empresa. Como você já conhece o conceito básico, vamos dedicar os próximos itens a conhecer alguns exemplos de KPIs voltados para o atendimento ao cliente.

TMA – Tempo Médio de Atendimento

Voltado a calcular a duração média dos atendimentos prestados pela sua equipe, especialmente aqueles realizados por telefone, chat ou aplicativo de mensagens instantâneas. Quanto mais baixo for o TMA, melhor; é um sinal de eficiência e, ainda, reflete-se positivamente na experiência do cliente, que não quer perder tempo. 

TME – Tempo Médio de Espera

Mais um KPI voltado aos atendimento em tempo real. Ele determina quanto tempo, em média, o cliente precisa aguardar antes de chegar ao atendente. Quanto mais baixo, melhor. Porém, tome cuidado para não chegar a conclusões precipitadas. Um TME alto pode indicar, por um lado, falta de produtividade, falta de iniciativa; por outro, equipe sobrecarregada. Desta maneira, eventualmente, esse indicador pode apontar para a necessidade de ampliar o time de help desk da empresa.

Taxa de Abandono

Na mesma linha dos anteriores, esse KPI indica qual é a porcentagem de clientes que desistem do atendimento antes de chegar a sua vez. Em geral, um TME alto gera uma taxa de abandono também alta. Porém, se o TME estiver sob controle e a taxa de abandono permanecer alta, pode haver algum problema diferente em questão. Aliás, você sabia que manter a taxa de abandono sob controle é o motivo pelo qual existe a famosa “música de espera”?

FCR – First Call Resolution

Talvez esse seja o item mais importante da nossa lista. Trata-se de KPI que controla a porcentagem de atendimentos em que a solicitação do cliente é atendida logo no primeiro contato. Idealmente, portanto, você vai querer um FCR alto.

Em primeiro lugar, ele indica que sua equipe está conseguindo conduzir os atendimentos da maneira mais ágil possível. Em segundo lugar, também implica em menos casos pendentes em aberto; e, já que casos pendentes aumentam a complexidade da gestão de atendimento, o seu trabalho fica mais fácil se o FCR for alto. 

NPS – Net Promoter Score

Um KPI voltado a medir a satisfação do cliente. Na prática, ele avalia qual é a probabilidade de que um cliente indique sua empresa para os amigos e familiares, depois de receber um atendimento.

É claro que, se ele estiver satisfeito com esse atendimento, a probabilidade da recomendação aumenta. Para calcular o NPS, é aplicado um questionário ao final de cada contato entre atendente e cliente.

SLAs

Diferentemente dos KPIs, não existem vários SLAs empregados simultaneamente. Porém, existem modelos diferentes de SLA que sua empresa pode adotar. Saiba quais são.

Com foco no cliente

Os SLAs com foco no cliente são altamente personalizados, focando nas dores e necessidades de cada um. Portanto, clientes diferentes sempre terão SLAs diferentes; e o SLA de um mesmo cliente pode ser alterado ao longo do tempo, para acompanhar mudanças no seu perfil.

O nível de complexidade deste modelo é superior. Entretanto, ele tende a apresentar maior sucesso, em termos de satisfação, graças ao alinhamento rigoroso com as expectativas do cliente. 

Com foco no serviço

Os SLAs com foco no serviço são elaborados de maneira padronizada, isto é, os termos serão os mesmos para vários – ou todos – os clientes que optarem por determinado serviço. Tal padronização não exige que você conheça bem o cliente, mas é indispensável conhecer muito bem o seu próprio serviço, a fim de não estabelecer níveis que não poderão ser atingidos na prática.

Um SLA com foco no serviço é menos complexo, mas também é rígido. Ele pode não ser a alternativa adequada para empresas que atuam com serviços de alto nível de customização.

Outras práticas

Para encerrar, vamos discutir algumas outras práticas que fazem a diferença para a satisfação do usuário no atendimento ao cliente, e que não entraram em nenhum item até agora.

Ouça o feedback dos clientes

Gif Steve Carrell. Melhores práticas no atendimento ao cliente.

KPIs são ótimos para identificar oportunidades de melhorias e você não pode ficar sem eles. Porém, os KPIs são dados e exigem interpretação. Em vários casos, um mesmo cenário desenhado pelos indicadores pode ter mais de uma causa. Portanto, eles não garantem uma resposta pronta para os problemas do atendimento ao cliente da sua empresa.

É por isso que você precisa estar atento ao feedback dos clientes. Essa, sim, é uma fonte de informação mais objetiva. Os clientes vão indicar o que, na opinião deles, precisa ser melhorado. É verdade que nem todas as sugestões são viáveis, e nem todas são relevantes em um plano mais amplo; porém, você não terá que dar tiros no escuro para adivinhar o que eles querem.

Para coletar feedback, você pode solicitar a opinião dos clientes diretamente ou, ainda, buscar os comentários e críticas que são feitos na internet (nas redes sociais, por exemplo). 

Aplique benchmarking

Sua empresa não está isolada no mundo. Ela pode estar concentrada em aprimorar o atendimento ao cliente mas não conseguir nenhum resultado, porque os concorrentes já estão muito à frente.

Você pode entender o cenário por meio desta comparação: fabricar a melhor câmera fotográfica analógica do mundo não vai adiantar muito, se os seus competidores já estão fabricando câmeras digitais. Essa é uma perda de oportunidade monumental – que aconteceu de fato, com a empresa Kodak. E é um excelente exemplo do motivo pelo qual você precisa ficar de olho no mercado. 

Resumindo, então: saber o que seus concorrentes estão fazendo também é uma estratégia inteligente para melhorar a qualidade do atendimento na sua empresa. Se você não ficar atento, pode ser deixado para trás pelas outras empresas do segmento.

Porém, se você tiver uma prática consistente para acompanhar as melhores práticas dessas empresas (o chamado “benchmarking”), pode encontrar oportunidades valiosas para construir uma vantagem competitiva sobre elas.

Invista em cultura organizacional

Ferramentas, estratégias, práticas, tudo isso é muito importante. No entanto, um atendimento ao cliente de qualidade começa muito antes disso, na cultura organizacional. É preciso ter uma cultura voltada para o cliente, para a satisfação, para o relacionamento. 

Essa não é uma medida que pode ser tomada da noite para o dia, pois envolve uma mudança de atitude que atravessa todos os setores e envolve todos os colaboradores da empresa. Não é possível desenvolver uma cultura apenas para o setor de atendimento, deixando que todo o restante da organização seja movido por valores diferentes.

Embora seja uma empreitada ousada, ela gera frutos. A cultura organizacional vai ajudar na hora de tomar decisões difíceis. Por exemplo, será que vale a pena seguir um procedimento interno, apenas para manter a padronização, quando a solicitação poderia ser resolvida de maneira mais ágil?

Em uma organização com forte cultura de priorização do cliente, a resposta é não. E o colaborador pode tomar essa decisão tranquilamente, porque sabe que o gestor concordaria com essa visão.

E assim encerramos nosso guia sobre as melhores práticas do atendimento ao cliente. Existem outras? Com certeza! Sempre existem oportunidades para a melhoria no atendimento.

Portanto, mesmo que você siga todas as recomendações que foram enumeradas aqui, ainda não vai poder dizer que atingiu a “perfeição”. Entretanto, esse é um ótimo começo para estabelecer a base de um help desk ou service desk de qualidade.

Já implementou as sugestões que viu aqui, e quer conhecer outras? Então, acompanhe os outros conteúdos publicados no blog da Milldesk. 

E, se você quiser saber como nosso software pode ajudar, entre em contato através do nosso site. Nossa equipe terá grande prazer em responder às suas perguntas!

Banner: e-book 10 passos para melhorar a experiência do cliente.

Transformação Digital Centrada no Cliente!

Imagem mão de pessoa segurando celular e no centro a palavra: Digital Transformation. Transformação digital centrada no cliente.

Promover uma transformação digital centrada no cliente é um dos pontos chave para a mudança de cultura no ambiente empresarial, principalmente com a taxa exponencial de crescimento e desenvolvimento deste tipo de mudança.

Entender que a transformação digital centrada no cliente vai além do que somente pensar no produto ou serviço da companhia é um passo importante.

Esta mudança de paradigma significa ver os clientes como o centro dos negócios ao contrário da visão tradicional de que o produto ou serviço é o ponto importante da companhia. Além disso, manter a preocupação com a satisfação do seu cliente como um dos principais pilares de sustentação da empresa.

E você, quer saber mais sobre uma transformação digital centrada no cliente? Continue acompanhando a nossa publicação e saiba mais!

Gif moça conversando com outra e dizendo: "It already won". Transformação Digital

Uma transformação digital centrada no cliente

O conceito de transformação digital nasce da integração nas diferentes áreas do negócio, unindo o time de criação, de desenvolvimento e de gerenciamento de projetos para obter mudanças fundamentais sobre a operação da empresa e a sua geração de produtos de valor para o seu consumidor.

A transformação digital centrada no cliente faz com que, essencialmente, mude-se o paradigma da empresa sobre o que realmente importa para o seu negócio. Antes o principal foco de preocupação das organizações eram os seus produtos ou serviços e em como vendê-los da melhor forma para os seus clientes e sempre aumentar a sua margem de lucro.

O ponto importante de toda a discussão é que essa visão mudou. Agora, a peça fundamental para o sucesso ou fracasso de qualquer organização é o seu cliente, a satisfação deste cliente em relação ao seu produto ou serviço.

  • A visão focada no cliente

A transformação digital centrada no cliente e a mudança do foco das empresas permite que se conheça melhor o seu mercado consumidor, criando de fato produtos ou serviços que vão fazer a diferença para este novo cliente – que está mais conectado, conhece melhor as informações e como buscar informações relevantes para a sua decisão.

O consumidor mudou sim ao longo dos anos, principalmente pelo crescimento da presença da tecnologia no seu dia a dia.

O acesso à informação de uma forma facilitada, a disponibilidade de muita informação e até a capacidade de pesquisar sobre a opinião de outros consumidores nas redes sociais está transformando o formato como estes clientes interagem com as empresas, percebendo a experiência com aquele cliente um ponto muito mais importante na sua decisão.

>> Saiba mais: 5 passos para um Service desk clientocêntrico

Gif de Morpheus apresentando a pílula vermelha em uma mão e a azul em outra.Transformação Digital

O cliente como o centro dos negócios

A transformação digital centrada no cliente faz com que este novo cliente seja de fato o centro dos negócios e não mais o produto ou serviço daquela empresa.

O consumidor digital já sabe deste tipo de mudança e para sobreviver a este novo contexto de alta eficiência, rapidez nas mudanças e competitividade elevada, as empresas que se preocupam com a transformação digital precisam entregar algo inovador e que faça sentido ao seu cliente.

Entender a dor do cliente é o primeiro passo para transformá-lo no centro dos seus negócios. De que adianta a solução mais bonita, mais rápida e que possui mais funções do mercado se todas elas não atendem ao problema principal do cliente?

Sendo assim, uma transformação digital centrada no cliente altera muito mais do que o foco da empresa. A sua infraestrutura, os seus processos e inclusive as rotinas do negócio são alteradas.

Além disso, a interação com as pessoas, funcionários e colaboradores da empresa também serão alterados, principalmente para se adaptar a mudança do atendimento ao que o cliente deseja.

>> Saiba mais: 5 coisas que sua empresa deve considerar antes de adotar um help desk na nuvem!

A estratégia da empresa e a transformação digital centrado no cliente

Um dos pilares importantes da transformação digital centrada no cliente é a inteligência dos negócios, de qualificar e entregar um atendimento humano e que entenda o seu cliente. Também podem ser adotadas ferramentas de automação dos processos afim de se ganhar mais agilidade e ter o tempo necessário nas tarefas que realmente importam.

Isso pode impactar toda a estratégia da empresa, principalmente pelo fato de mudar a sua visão dos negócios. O que o cliente deseja é ter o seu problema resolvido e este novo cliente também é impactado por esta mudança de paradigma.

Uma empresa que efetuou uma transformação digital centrada no cliente com sucesso gera grande satisfação por parte dos seus usuários após essa mudança e consegue atrair um público ainda maior para o seu produto ou serviço pois se preocupa de fato com o cliente.

>> Saiba mais: Saiba como converter a experiência do cliente em receita!

Próximos passos!

A transformação digital centrada no cliente é um dos impactos mais significativos da tecnologia na vida do consumidor e no dia a dia da empresa, que precisa se reinventar e quebrar paradigmas para conseguir realizar essa mudança de forma satisfatória e significativa.

Além disso, entender também as reações às mudanças e se adaptar ao desejo do cliente são pontos relevantes para o sucesso da transformação digital.

Quer saber mais sobre uma transformação digital centrada no cliente e como ter de fato sucesso nessa jornada? Conheça mais sobre a Milldesk e acompanhe as publicações no nosso blog!

5 erros de segurança em TI que podem comprometer a segurança de dados

Segurança em TI. Imagem com a palavra Security.

Dados são extremamente importantes para qualquer empresa. Eles ajudam a entender melhor o cliente e o mercado, tomar decisões estratégicas, avaliar o desempenho do negócio… Você não vai querer que eles acabem nas mãos erradas. Por isso, o assunto do momento é a segurança em TI.

Isso não significa que segurança em TI e a proteção  de dados sejam puro modismo; a questão é séria.

Quer ver um exemplo? Em 2017, de acordo com um relatório da Common Vulnerabilities and Exposure (CVE), foram registradas 14.6 mil vulnerabilidades, o equivalente a 40 ameaças por dia. Esse número representou um aumento de 120% em relação ao ano anterior.

Ainda não está convencido? E se você soubesse que a Netshoes, gigante do e-commerce brasileiro, foi vítima dessas vulnerabilidades? Pois é: em Dezembro de 2017, a base de dados da empresa foi atacada por um hacker que revelou dados sigilosos de quase 2 milhões de usuários cadastrados.

Gif do filme esqueceram de mim.

Não foram vazadas informações vitais, como número e senha de cartões, mas esse incidente realmente dá um gostinho (amargo) de como as falhas na proteção de dados pode ser perigosa. Imagine as consequências, por exemplo, se isso tivesse acontecido com uma empresa do setor financeiro!

Nesse post, você vai ver os erros mais comuns de segurança em TI que afetam a proteção de dados. Se você entendeu a gravidade do assunto, fique atento a essas informações!

>> Saiba mais: Por que você deve se importar com os dados de atendimento?

A LGPD pode inviabilizar seu negócio em caso de incidentes de segurança

Mas, antes… Vamos falar um pouco sobre a LGPD. Você sabe o que é isso?

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados, ou Lei 13.709/2018. Alguns artigos já entraram em vigor, enquanto outros devem entrar em vigor a partir de agosto de 2020.

Por que essa lei é importante? Basicamente, ela estabelece deveres de reparação e sanções administrativas quando acontece incidentes de segurança.

Isso significa que, se o seu negócio estiver envolvido em um desses acidentes e for determinado que houve culpa, pelo não cumprimento de alguma conduta que essa lei exige, você pode levar um sério prejuízo, na forma de indenizações ou multas, por exemplo.

Para um negócio menor (que também está sujeito a essa mesma lei), o resultado pode ser tão ruim que leve até a fechar as portas.

Por isso, é bom ficar de olho na LGPD e ter certeza de que está atendendo todas as suas determinações. A boa notícia é que ainda dá tempo de se adequar a essa norma!

>> Saiba mais: Como implementar melhores práticas de atendimento à ferramenta de help desk?

5 erros de segurança em TI que podem comprometer a proteção de dados

Como segurança em TI e proteção de dados são assuntos tão importantes, há muitas organizações e empresas que estão fazendo levantamentos para traçar um panorama. A Oracle é uma delas, e fez um estudo muito cuidadoso sobre os erros mais comuns.

Conhecer esses erros é o primeiro passo para a prevenção (e, como sua avó dizia, prevenir é bem melhor do que remediar – ou, nesse caso, aplicar um plano de resposta à violação de dados).

O estudo completo tem dezenas de itens, divididos em várias categorias. Nesse post, vamos apresentar de uma maneira simples, sem muitos detalhes técnicos, os principais erros identificados pela Oracle.

Gif do esquete porta dos fundos, personagem dizendo: "Errou feio. Errou feio, errou rude."

  1. Credencial dos usuários não é protegida

Se a credencial dos usuários não for protegida, outras pessoas podem encontrar brechas para usar essas credenciais e ter acesso aos dados. Existem diferentes tipos de medidas para proteger as credenciais, como a troca obrigatória de senha com uma periodicidade fixa.

Por exemplo, a cada 3 meses, todos os usuários são obrigados a alterar sua senha. Para tornar essa medida mais eficiente, a aplicação não permite que a mesma senha seja repetida.

  1. Falta de logs, ou logs parciais e inconsistentes

Os logs são registros de tudo que acontece na aplicação, do que os usuários fizeram, das alterações, atualizações, erros, e assim por diante.

Quando não há logs, ou eles são parciais e inconsistentes, os desenvolvedores ou administradores não têm informação confiável sobre o que está acontecendo. Isso pode evitar que um problema de segurança de dados seja detectado e corrigido a tempo.

  1. Dados não são criptografados

Criptografia é uma técnica que utiliza um código para colocar informações em um formato que só pode ser decifrado por quem tem permissão.

Basicamente, isso significa que, se alguém sem permissão conseguir colocar as mãos nos dados, não vai poder fazer nada com eles, porque eles não estão em um formato que pode ser lido.

A falta de criptografia, por outro lado, significa que qualquer um que consiga chegar aos dados vai poder fazer o que quiser com eles.

  1. Falta de liberação de patches

Depois que uma aplicação é colocada para funcionar, posta em uso, podem ser identificados problemas ou oportunidades de melhoria. É lógico que você não vai recolher essa aplicação, fazer as mudanças, implementá-la de novo e começar a usar do zero.

Em vez disso, são liberados patches, palavra que significa “remendos”. Então, basta instalar o patch por cima da aplicação que já está implementada.

A falta de liberação de patches é um problema porque indica que os problemas (inclusive aqueles ligados a proteção de dados) não estão sendo corrigidos.

  1. Erros humanos

O erro humano não entrou no estudo da Oracle sobre erros mais comuns, mas é um problema que a mesma empresa levantou em um artigo publicado no seu blog de segurança da nuvem.

Uma pesquisa entre usuários da Oracle indica que o erro humano é visto por 77% das empresas como uma ameaça potencial à segurança de dados.

Entre os erros humanos mais frequentes, um estudo da Verizon aponta o envio incorreto (por exemplo, enviar arquivos por e-mail para a pessoa errada) e publicação indevida (por exemplo, publicar uma selfie nas redes sociais sem perceber que, ao fundo, está a tela do computador com informações sigilosas).

Gif desenho animado com a seguinte legenda: "When U know you´ve made a mistake".

O erro humano também pode estar ligado aos erros de segurança em TI. Por exemplo, se um patch é liberado para resolver uma falha que compromete o controle de acesso à aplicação, mas o usuário não instala esse patch, a falha permanece, criando brechas para invasões e vazamentos de dados.

De que forma a solução Milldesk ajuda na segurança em TI

Implementar boas aplicações, que apresentem protocolos adequados de segurança, é essencial para assegurar a proteção de dados na sua empresa. Se você tem essa preocupação, já está no caminho certo.

Gif ator Chuck Norris fazendo sinal de joinha.

Esse é um dos fatores que você deve levar em consideração ao escolher a ferramenta de help desk ideal.

A Milldesk é um sistema de helpdesk que se preocupa com segurança em TI. Uma de nossas prioridades é preservar os dados dos seus clientes e, claro, qualquer informação que possa revelar aos concorrentes como a sua empresa funciona. Veja alguns exemplos práticos:

  • Atualizações do sistema são feitas com frequência;
  • Todos os dados são criptografados;
  • É possível controlar o acesso dos usuários ao sistema individualmente, controlando as permissões de cada um, além de criar ou excluir usuários sempre que necessário.

Quer saber mais? Conheça o Milldesk! Entre em contato com a gente e nossa equipe vai tirar todas as suas dúvidas sobre os recursos, os benefícios e, claro, as garantias de segurança em TI.

5 passos para aumentar o ROI dos investimentos em TI

Plantas sobre pilhas de moedas crescentes e planta dentro de vaso de moedas. ROI dos investimentos em TI crescente

Atualmente, o investimento em tecnologia é importantíssimo para o desenvolvimento de qualquer negócio. Afinal, estamos em uma era digital, com diversas transformações e com a economia girando ao redor delas.

Mas para termos um crescimento rentável nesse novo universo, os investimentos devem retornar, certo? Pois é justamente disso que trata o ROI em TI!

Com ele, gerentes e gestores de TI conseguem visualizar claramente quais tecnologias gerarão impactos positivos (e rentáveis!) à empresa. Assim fica mais fácil decidir aonde investir tempo e dinheiro em qualquer setor, reduzindo falhas operacionais e otimizando recursos.

Bem legal, né?

Mas um fato não tão legal assim é que para muitos profissionais de TI, aumentar o ROI pode ser tão desafiante quanto criar um roteiro de Black Mirror.

Mas olha, vamos te contar um segredinho: escolher soluções tecnológicas, além de práticas adequadas e realmente relevantes não precisa ser tão difícil quanto parece!

Continue lendo este artigo e tire essa dificuldade da cabeça!

O impacto do ROI em TI para as empresas

Gif do filme legalmente loira, com a personagem principal dizendo: "What, like, it´s hard?"

Antes de tudo, precisamos entender a importância do assunto. Afinal, um cálculo de ROI em TI bem feito pode trazer muitos benefícios, enquanto um cálculo mal feito (ou até mesmo a falta do cálculo!) pode trazer sérios impactos negativos.

Começando pelo lado bom, podemos falar um pouco mais sobre as decisões relativas aos investimentos. Isso porque entendendo o ROI de cada solução tecnológica, gestores de TI podem priorizar aquilo que é mais rentável ao negócio.

Assim, o orçamento pode ser direcionando ao que vale a pena, diminuindo o montante gasto com outras coisas.

Por outro lado, a falta do cálculo pode deixar esse mesmo profissional completamente alheio à situação.

Desta forma, ele não saberá quais setores justificam seus investimentos, logo, será muito mais difícil mostrar avanços ou retrocessos no trabalho para os tomadores de decisão.

Isso reverbera justamente na visão macro do negócio. Se você entende quais áreas estão sendo mais rentáveis, aos poucos será possível visualizar pontos fortes e fracos.

E o melhor: estratégias podem ser estudadas ao longo do tempo para melhorar o que foi percebido. Quando não calculamos o ROI em TI, essa visão fica muito mais superficial e subjetiva.

E tendo uma visão objetiva, ninguém precisará agir por meio de palpites!

Com essa métrica em mãos, o gerente de TI pode argumentar claramente com os tomadores de decisão, mostrando suas razões para investir em algo.

Ou seja, com esse indicador, você terá dados para embasar sua fala acerca de todo o cenário de TI da empresa, podendo ser muito mais assertivo durante as reuniões!

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre ROI (Retorno Sobre Investimento) em TI!

5 passos para aumentar o ROI dos investimentos em TI

Gif do ator Nicholas Cage apontando para frente. ROI em investimentos de TI GO!

Não existe fórmula mágica para aumentar o ROI em TI. Como diria Muricy Ramalho: “é trabalho”!

No entanto, você pode conseguir resultados muito significativos seguindo alguns passos e adaptando-os a sua realidade. Está preparado? Então vamos lá:

  1. Analise seus processos

Não seria nada legal pedir mais produtividade de uma equipe extremamente eficiente, enquanto outra um pouco mais lenta continua fazendo o mesmo de sempre, né?

Portanto, para não cometer esse e outros erros, saiba exatamente o que cada setor da sua empresa está fazendo.

  1. Busque soluções

Depois de mapear tudo, você entenderá quais rotinas são ineficientes, quais tecnologias estão defasadas, prós e contras das equipes, níveis de desempenho etc.

Agora é a hora de buscar soluções! Você pode estudar sobre metodologias ágeis, buscar melhores soluções tecnológicas, conversar com outros gestores para otimizar processos etc.

  1. Faça adaptações para a sua empresa

Cada cenário é um cenário. Logo, algo que funciona para um negócio, pode não funcionar para o seu.

Portanto, esse ponto é muito importante para aumentar o seu ROI em TI: adapte as soluções encontradas para a realidade do seu empreendimento! Ou seja, mude gradativamente o que não está funcionando e faça vários testes até chegar no formato ideal!

  1. Facilite os processos

Você gosta de burocracia? Não? Nem a gente e, certamente, nem os colaboradores da sua empresa!

Sendo assim, facilite tudo ao máximo. Integre sistemas, ofereça soluções mobile (que tal utilizar o BYOD?), dê treinamentos etc. Temos certeza que todos irão adorar participar dessa transformação!

  1. Teste, monitore e… recomece!

Como dito no terceiro passo, vá fazendo testes enquanto as novas práticas são implementadas. Enquanto isso, é muito importante monitorar e ir calculando o ROI em TI de cada ação planejada.

Afinal, depois de algum tempo você perceberá avanços grandes e outras coisas que não funcionaram tão bem.

Mas lembre-se que isso é normal! O importante é ter uma boa quantidade de avanços relevantes para que você possa recomeçar todo esse passo a passo focando em melhorar aquilo que ainda não funcionou adequadamente. Agora é a hora de recomeçar tentando novas estratégias!

>> Saiba Mais: Você tem refletido sobre a gestão de negócio

Como a Milldesk ajuda a aumentar o ROI dos investimentos em TI

Gif de homem fazendo pose de vitória do corredor Usain Bolt. Vitória do ROI em investimentos de TI.

Um serviço de help desk pode impactar positivamente no ROI em TI? É claro que sim!

Imagine que, por exemplo, sua empresa tenha um serviço automatizado que possa redirecionar chamados dos canais e dos fluxos de trabalho. Ou então que ela possa emitir alertas automatizados direcionados a alguma equipe a partir de chamados.

Seria incrível, né?

>> Saiba mais: Saiba porque a automação do help desk otimiza a performance empresarial.

Você pode ter todos esses recursos com uma ferramenta de help desk como a Milldesk.

Além disso, muitos processos internos podem ser melhorados a partir de funcionalidades como catálogos de serviços prestados personalizados por equipes para facilitar o atendimento ou painéis intuitivos para acompanhamentos rápidos e práticos de solicitações.

Se você gostou, que tal conhecer um pouco mais da Milldesk e melhorar o seu ROI em TI desde já? Entre em contato conosco, teremos prazer em te ajudar! E claro, continue acompanhando o nosso blog para aprender mais sobre gestão de TI!

O sistema de Help Desk Milldesk é uma ferramenta que explora os conceitos de usabilidade para garantir mais agilidade e organização para a sua empresa. Saiba como uma poderosa ferramenta de help desk pode ajudar a sua empresa vencer o desafio de ter uma gestão de TI estratégica e com resultados que podem contribuir para o crescimento do seu negócio.

Rapport no suporte ao cliente? Sim!

Rapport no suporte ao cliente

A partir de um conceito originário da área da psicologia que indica a ligação de empatia e relação próxima com o cliente para a comunicação com menor resistência entre médico e paciente, o rapport no suporte ao cliente também ganha terreno por demonstrar como gerar mais vendas e retenção, levando mais empatia ao suporte ao cliente.

Para uma empresa que está buscando a criação de relacionamentos mais sólidos e prósperos com o seus clientes, a técnica de rapport no suporte ao cliente é considerada como uma das melhores ferramentas e que conseguem garantir uma comunicação completamente otimizada e eficiente entre a empresa e o seu consumidor.

E você, quer saber mais sobre o rapport no suporte ao cliente? Continue acompanhando a nossa publicação!

A importância da empatia

A empatia entre as empresas e os consumidores é uma das peças fundamentais para manter a atenção e motivar os usuários para continuar o interesse na companhia e no produto como um todo. Manter a comunicação online é um desafio, principalmente por não conseguir analisar as reações físicas das pessoas e encarar o desconforto, desinteresse e a rejeição.

Manter o bom entendimento nas chamadas de serviço técnico para os usuários de uma empresa ou até para os clientes finais é um ponto importante, mantendo termos e explicações de fácil entendimento.

É fundamental, garantir a compreensão do outro lado da linha e fazer com que seja entendido o que está sendo passado, conseguindo manter a situação sob controle, mantendo o conforto e a tranquilidade no suporte ao cliente.

E é pensando nas técnicas e na importância da criação e manutenção da empatia com o usuário que surgiu o termo de rapport no suporte ao cliente!

>> Saiba mais: Por que você deve se importar com os dados de atendimento?

E o que é esse tal de rapport?

A palavra rapport tem origem no vocabulário francês a partir do termo rapporter que significa literalmente “trazer de volta” ou “criar uma relação”. Esse conceito foi então adotado pela área da psicologia para simbolizar a conexão entre o médico e o paciente, principalmente para designar a técnica de criar uma ligação de empatia com outra pessoa.

O processo de comunicação então ganha mais confiança e permite que a outra pessoa fique mais aberta e receptiva as opiniões, facilitando então a sua interação com o médico e recebendo informações com menor resistência – e aceitando melhor o tratamento psicológico.

O rapport no suporte ao cliente permite que se crie um ambiente de receptividade entre as áreas, melhorando consideravelmente o nível e a qualidade da comunicação entre as duas pontas. Além desta qualidade na comunicação, o cliente se sente mais a vontade e tem a sensação de que a empresa o conhece.

>> Saiba mais: Carta na manga: a pesquisa de satisfação à favor do suporte!

Porque o rapport é importante para o help desk

Um sistema de help desk deve ter uma relação muito próxima com o conceito de rapport para atingir os melhores níveis possíveis na qualidade do atendimento. Como um exemplo, a utilização da técnica do rapport permite a possibilidade da criação de um histórico para cada usuário ou cliente que entre em contato com o setor de suporte ao usuário.

Com esse histórico, pode-se então oferecer um atendimento mais personalizado e rico e saber identificar a relação com os produtos e ferramentas oferecidos pela empresa, facilitando e muito a comunicação.

Este maior entendimento do cliente também melhora ao utilizar técnicas de análise de dados e previsão de aquisição, preferências de pagamento e até saber com qual profissional do setor de help desk o cliente prefere conversar.

>> Saiba mais: Como o Customer Health Score pode ajudar a melhorar o atendimento?

O rapport no suporte ao cliente

As técnicas de rapport vão desde tratar o cliente pelo nome para manter uma relação mais próxima possível e garantir a atenção deste cliente até manter um ambiente otimista e que favorece a positividade. Contagiar o cliente com boas emoções pode transmitir confiança, uma sensação de poder e fazer com que o cliente se sinta a vontade para conversar.

Buscar conexões entre o cliente e os profissionais do atendimento é também mais um importante passo para garantir os melhores resultados com a aplicação do rapport no suporte ao cliente. As técnicas de rapport passam também por entender as preferências e fazer uma leitura do cliente, entendendo o seu tom de voz e o seu jeito de falar.

Outra dica importante para garantir a aplicação do rapport no suporte ao cliente é o acompanhamento daquele cliente. Esta técnica começa com o acompanhamento do cliente para conhecer melhor o seu estilo e o seu jeito, sendo seguido pela condução daquele cliente. Com isso, o cliente passa a aceitar melhor as ideias, sugestões e até a uma negociação.

Para contatos online, prestar atenção no que a pessoa escreve e em como ela se posiciona pode garantir ótimos indicadores e o sucesso na aplicação do rapport no suporte.

>> Saiba mais: Por que utilizar Help desk?

Próximos passos!

Entender como as técnicas de rapport podem ser transportadas para o ambiente empresarial e no setor de atendimento ao cliente pode garantir o sucesso do help desk. A realidade do suporte técnico permite que as técnicas de rapport sejam bem aplicadas, melhorando os indicadores e a satisfação daquele cliente.

O sistema de Help Desk Milldesk é uma ferramenta que explora os conceitos de usabilidade para garantir mais agilidade e organização para a sua empresa. Saiba como uma poderosa ferramenta de help desk pode ajudar a sua empresa vencer o desafio de ter uma gestão de TI estratégica e com resultados que podem contribuir para o crescimento do seu negócio.

Entre em contato com os nossos especialistas e tire suas dúvidas. E não deixe de nos acompanhar em nosso blog e nas redes sociais.

Workflow: você deveria ter um e urgentemente!

Ter um workflow é extremamente importante para o negócio como um todo, principalmente por utilizar o recurso dos fluxos de trabalho para conseguir nomear corretamente os processos do negócio. Esta automação permite que documentos, informações e tarefas passem por cada profissional seguindo uma hierarquia e regras pré-estabelecidas.

Esse workflow pode ser compartilhado tanto por uma área de forma exclusiva ou integrar diversos setores do negócio, facilitando assim os trâmites que envolvem estas diferentes áreas. Um bom fluxo de trabalho em tecnologia pode alavancar os processos do negócio em prol de uma gestão estratégica de todo o atendimento do cliente e setor de tecnologia da informação. E o Workflow do Milldesk pode te ajudar nessa tarefa!

Quer saber mais sobre como um bom workflow é importante para o gerenciamento de TI e de como o Workflow do Milldesk pode te ajudar? Continue lendo a nossa publicação!

O que é um Workflow e por que ele é tão importante?

A tradução da palavra inglesa workflow é fluxo de trabalho e é justamente isso que significa. Ter um workflow é basicamente ter um conjunto de ferramentas que conecta tanto os processos dos sistemas de TI das empresas quanto os colaboradores que trabalham na área com os diversos processos da empresa.

Um bom workflow define o desencadeamento de ações e o repasse de informação seguindo uma cadeia correta de produção, principalmente quando se é considerado o grande volume de dados gerados nos processos da empresa. Estes dados se tornam mais difíceis de serem gerenciados sem um sistema de apoio – e o Workflow vem justamente para suprir essa demanda.

Um dos pontos que torna o workflow tão importante para a empresa é definir uma hierarquia que deve ser seguida. Sua definição faz com que as tarefas sejam executadas de forma coordenada e envolvendo também cada profissional da área para que o trabalho em conjunto tenha a melhor qualidade possível.

>> Saiba mais: De que forma a Série La Casa de Papel nos ensina alcançar a eficiência do help desk

Benefícios da adoção de um Workflow

Os benefícios de um workflow vão além de um setor específico e podem ser replicados para toda a empresa. O grande volume de dados gerados nos processos da empresa torna praticamente impossível de ser gerenciado sem um sistema de apoio adequado, como um fluxo de trabalho.

  1. Melhora a comunicação na empresa

A falta de comunicação entre os funcionários e as equipes de uma empresa pode ser considerado como uma das formas de queda no desempenho da companhia como um todo. Em diversas etapas do negócio, a automação dos fluxos de trabalho evita que seja necessário ficar lembrando ou controlando o que os funcionários precisam fazer – o próprio sistema de workflow automatiza o status e o controle dos processos do negócio.

Um bom software de workflow evita que sejam utilizados os formulários e até mesmo o boca a boca para o controle dos processos do negócio, mostrando automaticamente o status e o andamento do trabalho. Outro ponto importante é a redução do tempo necessário para a realização de alguma tarefa que dependa de duas ou mais áreas.

  1. Redução de custos

Este quesito é muito importante em qualquer empresa, principalmente pela constante busca por otimização do trabalho e melhora da produtividade. Acelerar o processo e melhorar a eficiência do fluxo de trabalho pode permitir que haja de fato uma redução de custos dentro da empresa. A melhora na produtividade da empresa através de um bom software de controle do workflow ajuda na redução de custos.

  1. Ajuda na eficiência e na escalabilidade dos processos

A eficiência dos funcionários com um fluxo de trabalho automatizado permite que menos tempo seja gasto com tarefas desnecessárias de controle de processo e este tempo seja gasto em algo que realmente faça a diferença durante o desenvolvimento do projeto. Um bom software de fluxo de trabalho como o Workflow da Milldesk pode fazer a diferença também na escalabilidade dos processos, automatizando a gestão estratégica das tarefas e permitindo o crescimento do negócio como um todo.

  1. Acaba com tarefas desnecessárias

Este benefício é um dos principais pontos de benefício de um bom sistema de workflow, como o Workflow da Milldesk. Com um fluxo de trabalho definido os funcionários podem focar no que realmente importa para o negócio, que é a gestão do seu trabalho e o seu desenvolvimento. Outro ponto importante é controlar o andamento das tarefas como um todo, tendo o controle correto sobre como está o status de determinada tarefa e se há algum atraso ou impedimento.

>> Saiba mais: A Netflix nos ensina como realizar reuniões de TI produtivas

Próximos passos

Adquirir um bom software de fluxo de trabalho é um passo principal para a gestão estratégica da empresa, principalmente quando se é levado em conta os processos do negócio. O Workflow da Milldesk permite fazer o gerenciamento do fluxo de trabalho e garantir a melhora do desempenho e da organização da equipe de TI como um todo.

O Workflow tem diversos recursos importantes para o gerenciamento do projeto que são simples e fáceis de se configurar. E o principal benefício é que a ferramenta está em constante evolução, trazendo novas funcionalidades em cada atualização.

Quer saber mais sobre estes e outros tópicos importantes para o seu time de TI? Continue acompanhando o nosso blog!

Como avaliar o atendimento dos concorrentes?

Saiba agora como encontrar a melhor solução help desk!


Entender sobre o atendimento dos concorrentes é fundamental para o sucesso do seu negócio. O conceito de benchmarking parte do princípio de aprendizado a partir dos erros e acertos dos outros, comparando-os com as práticas e aplicações para fortalecer todo o instrumento de gestão.

Além disso, o benchmarking também pode ser utilizado na evolução do atendimento ao cliente para melhorar os principais aspectos do negócio.

Na área de atendimento ao cliente, por exemplo, é importante manter constante a busca pelo aprimoramento dos processos da empresa. Sendo assim, é possível aprender com a concorrência e potencializar os seus resultados a partir da análise das estratégias utilizadas pelos concorrentes, fazendo uma análise dos pontos positivos, dos que podem ser melhorados e muito mais.

E você, quer saber mais sobre como avaliar o atendimento dos concorrentes? Continue acompanhando a nossa publicação!

Por que conhecer o atendimento dos concorrentes é tão importante?

Por que conhecer o atendimento dos concorrentes é tão importante?

É muito importante manter a busca pela melhoria contínua em todo o processo de atendimento ao cliente, principalmente mantendo o foco no consumidor e nas suas mudanças de comportamento perante as empresas e as suas experiências.

Este comportamento é natural num mercado em que as opções se tornam cada vez mais disponíveis e o consumidor cada vez mais exigente.

A experiência positiva do usuário é um importante ponto no atendimento ao cliente, principalmente quando a empresa busca satisfazer os anseios que este cliente demanda.

Uma ótima forma de manter o suporte ao usuário com aumento de produtividade e eficiência é manter sempre o olhar atento às lições aprendidas com a concorrência, com o conceito do benchmarking e da melhoria contínua do processo de atendimento ao cliente. Saiba mais a seguir!

Utilize o benchmarking para conhecer o atendimento dos concorrentes

O Benchmarking é muito importante para o atendimento ao cliente por permitir o aprendizado a partir dos erros e acertos dos concorrentes, sejam eles diretos ou indiretos.

Isso permite a comparação dos processos de um certo grupo de concorrentes, avaliando os seus setores de atendimento ao cliente e permitindo à você descobrir como aprimorar o seu atendimento ao cliente e os aspectos do negócio.

É importante também entender que o benchmarking não se trata apenas de copiar o que a concorrência está fazendo e sim de avaliá-los em todos os seus sucessos e falhas.

Isso promove, por exemplo, o aprendizado das consequências positivas e negativas de ações já tomadas, levando a tomada de decisão mais assertiva por parte da gestão e dos próprios atendentes.

Algumas lições de como realizar um benchmarking positivo, que agregue valor ao seu negócio, são importantes e estão descritas abaixo. Confira!

Conheça os seus concorrentes

Para realizar uma comparação efetiva, é necessário conhecer a sua concorrência e por isso esta é a primeira lição elencada.

Estes concorrentes podem estar separados em até três grupos:

  • Os concorrentes diretos: que estão disputando o mesmo mercado que a sua empresa e que possuem o mesmo público alvo, além de oferecer um produto similar;
  • Os concorrentes secundários: que oferecem uma versão mais alta ou mais baixa do seu produto;
  • Os concorrentes terciários: que apenas possuem produtos que se assemelham ou tangenciam o seu mercado consumidor sem estar relacionado diretamente.

Se passe por cliente e saiba como a concorrência atende

Não basta fazer pesquisas e ler relatos – para conhecer de fato os seus concorrentes e fazer um benchmarking eficiente é necessário se passar por um de seus clientes e ter as suas próprias conclusões sobre o atendimento ao cliente, desde o que pode cativar clientes até o que pode afastá-los.

Nessas horas que se percebe os detalhes importantes e pode-se comparar os métodos para potencializar os resultados da empresa.

A experiência do concorrente é preponderante nesta lição, mostrando que é possível aprender com a concorrência.

Compare os resultados positivos e negativos da concorrência

Algumas vezes, após conhecer os concorrentes e entender como funciona o setor de atendimento ao cliente, pode-se tirar diversos detalhes importantes do benchmarking, além de entender de fato como as ações da concorrência podem influenciar os clientes.

Mas a grande questão é entender se todo o esforço está gerando resultados e a forma de saber isso é comparando os resultados e a saúde financeira dos concorrentes.

Vários números importantes para a empresa podem dizer bastante sobre o seu setor de atendimento ao cliente, principalmente sobre a eficiência dos custos com propaganda e marketing, além do atendimento ao cliente de fato.

Saber que a concorrência usa o seu dinheiro de forma mais eficiente do que a sua empresa pode ser um ótimo sinal para realizar algumas mudanças.

Compreenda o benchmarking e busque melhorias no processo

Mais do que simplesmente conhecer a concorrência e os seus setores de atendimento ao cliente, é importante tirar análises eficazes destes concorrentes e saber como a sua empresa vai garantir a sua fatia de mercado e encantar os seus clientes da maneira correta.

A melhoria do processo de atendimento ao cliente é um importante passo para isso, levando em consideração as lições aprendidas com a concorrência.

Em alguns momentos não é necessário reinventar a roda e construir do zero um processo eficaz para encantar no atendimento ao cliente.

Observar e aprender com as boas práticas dos concorrentes pode ser um importante passo para melhorar o setor e garantir a satisfação do usuário a partir da experiência destes concorrentes.
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Gostou de saber mais sobre como avaliar o atendimento dos concorrentes? Então descubra agora porque clientes problemáticos precisam de um atendimento especial!

Como usar a pesquisa de satisfação do cliente no suporte?

Como usar a pesquisa de satisfação do cliente no suporte?

Um dos melhores meios de reduzir os impactos negativos e encontrar soluções para resolver problemas de forma confiante, inovadora e criativa é a partir da pesquisa de satisfação.

Afinal, as decisões futuras de negócio devem ser tomadas com base em dados e informações concretas. Por isso, ouvir o cliente é o passo inicial para estabelecer um relacionamento duradouro e fiel.

Preparamos este post para te mostrar como, de maneira eficaz, melhorar os processos do seu time de suporte através da pesquisa de satisfação do cliente. Confira!

Aprenda a usar a pesquisa de satisfação do cliente no suporte!

Aprenda a usar a pesquisa de satisfação do cliente no suporte!

Em seu livro, Administração de Marketing, de 1998, Philip Kotler definiu satisfação do cliente como:

“… o sentimento de prazer ou de desa­pontamento resultante da comparação do desempenho esperado pelo produto (ou resultado) em rela­ção às expectativas da pessoa.”

Ou seja, é o sentimento de prazer ou desapontamento que o cliente tem quando adquire um produto ou serviço. Sendo que, este sentimento é percebido em todas as fases de relacionamento com uma empresa, indo do momento anterior à compra ao atendimento de suporte.

Mas, sendo o sentimento uma informação intangível, é preciso torná-lo mensurável para que a empresa saiba se as necessidades dos seus clientes estão sendo atendidas, ou não.

Poucos anos atrás o cliente era coadjuvante, apenas aceitava o produto ou serviço que era prestado. Mas o cenário mudou. Com o avanço das tecnologias da informação, cada vez mais o consumidor está tomando as rédeas das negociações, ou seja, o cliente se tornou o centro da atenção do mercado.

Para competir por esse cliente, as empresas precisam, cada vez mais, melhorar a experiência do consumidor e entender como estão sendo vistas por eles.

É nesse momento que a pesquisa de satisfação se faz necessária, pois será a partir dela que a percepção do cliente poderá ser mensurada e seus processos internos melhorados.

O cenário atual

Devido a busca da satisfação do consumidor através de sua experiência, a Microsoft realizou uma pesquisa sobre o estado do serviço de atendimento ao cliente. Nela foi constatado que 91% dos consumidores brasileiros veem como muito importante o serviço de atendimento no momento de escolher um produto ou serviço.

Na pesquisa realizada pela Harvard Business Review foi observado que:

  • Dos gerentes de Call Center entrevistados, 89% afirmaram ter como meta encantar seus clientes;
  • Dos consumidores entrevistados, um ano após a primeira pesquisa, 84% afirmaram nunca terem sido encantados pelo serviço de atendimento ao consumidor.

Esse resultado mostra a discrepância da busca ineficiente de alcançar a satisfação dos consumidores. Além de confirmar que os consumidores buscam eficiência e resolução rápidas de problemas.

As métricas da satisfação do cliente

Avaliar um sentimento para elaborar estratégias de melhoria pode não parecer uma tarefa fácil. Se você pensa assim, está enganado.

Por meio de uma pesquisa de satisfação, na qual se tem claro o objetivo da pesquisa, é possível fazer avaliações e obter dados para fundamentar mudanças de processos.

Para se ter uma ideia inicial, um cliente satisfeito é aquele que:

  • Compra mais de você;
  • Renova contratos; e
  • Faz o marketing boca a boca.

Porém, para elaborar a pesquisa é preciso olhar a sua empresa através dos olhos dos clientes. O que é importante para o consumidor? E, porque o consumidor compra seu produto/serviço, ao invés de comprar do concorrente?

Por isso que as métricas são variáveis de acordo com o segmento e a proposta de valor organizacional. Veja alguns exemplos de métricas de satisfação que podem ser avaliadas na pesquisa:

  • Produto ou serviço;
  • Qualidade;
  • Vida útil;
  • Entrega;
  • Preço;
  • Empresa;
  • Atendimento pós-venda.

Pesquisa de satisfação na prática


Para que sua pesquisa de satisfação seja eficiente e te traga dados concretos para serem usados como insumos de melhoria, elencamos os principais passos para sua criação:

1 – Defina um público alvo

O público pesquisado precisa estar ligado à sua marca. Ou seja, pessoas que consomem seus produtos ou serviços, porque serão elas que poderão fornecer as informações que você deseja coletar. Se preciso, segmente por idade, gênero, renda ou características relevantes para seu negócio.

2 – Delimite as questões que serão feitas

Antes de tudo, tenha clareza no objetivo da sua pesquisa, afinal, sua abordagem será diferente para cada finalidade. O que, no seu processo, te faz duvidar da entrega de satisfação ao cliente?

Tendo o objetivo definido, delimite as perguntas. Comece sua pesquisa de satisfação com uma pergunta que aborde claramente seu objetivo. Dessa forma, você pode acompanhar a satisfação e rapidamente identificar clientes insatisfeitos.

3 – Escolha o modelo de pesquisa de satisfação

Existem vários que são utilizados no mercado, por exemplo:

  • Índice de satisfação do cliente (CSAT);
  • Pontuação do esforço do cliente (CES);
  • Net Promoter Score (NPS).

Cada um destes tem abordagem diferentes e podem trazer insights de otimização de processos.

4 – Agradeça a participação

Por fim, nunca se esqueça de agradecer a participação. Afinal, se aquele cliente parou um tempo do dia dele para te responder, mesmo que para demonstrar insatisfação, ele está disposto a contribuir para a melhoria da sua empresa.

Tome decisões de negócio com base na satisfação do cliente

Com todas as informações coletadas, sua empresa terá dados para avaliar o seu desempenho e identificar pontos de melhoria de processos. Esta etapa final é a mais importante de todas, visto que o cliente se tornou o centro das atenções no mercado.

Com a pesquisa de satisfação estruturada, contendo objetivos claros e métricas de avaliação, é preciso ter ferramentas que apoiem sua realização e consolidação das informações. O Milldesk é um dos sistemas no qual você tem este suporte.

Através dele, você e sua equipe terão em mãos, de maneira simples e rápida, o índice de satisfação do cliente em relação ao atendimento do seu help desk.

Após cada atendimento, é possível avaliar o atendimento prestado pelo seu time e sempre surpreender o cliente com processos e atendimentos cada vez mais eficazes.
Portanto, neste novo mercado customer centric é preciso estar preparado para melhorar processos de forma ágil e manter a satisfação do cliente sempre alta. Utilizar a pesquisa de satisfação para este fim é o caminho ideal para o crescimento.

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