Tomada de decisão baseada em dados no atendimento: por que é importante?

Tomada de decisão baseada em dados

A tomada de decisão baseada em dados está se tornando uma prática essencial em todas as áreas de negócio, inclusive na gestão de processos de atendimento ao cliente.

Empresas que desejam oferecer um serviço com qualidade e se destacar da concorrência precisam compreender a importância de utilizar informações concretas e relevantes para embasar suas escolhas.

Por isso, vamos explorar o motivo pelo qual a tomada de decisão baseada em dados é fundamental no atendimento ao cliente, os benefícios que ela traz para o negócio e como essa abordagem pode impulsionar a eficiência operacional e o gerenciamento de atendimento

Prepare-se para descobrir o poder dos dados e como utilizá-los para tomar decisões estratégicas e bem fundamentadas na gestão do atendimento ao cliente.

Quer saber como a tomada de decisão baseada em dados pode melhorar o desempenho da gestão de processos de atendimento ao cliente? Então, confira o conteúdo a seguir!

Qual a importância da tomada de decisão baseada em dados?

Vivemos em uma era em que os dados são onipresentes e cada interação, transação e engajamento de clientes gera uma enorme quantidade de informações.

No contexto da gestão de atendimento, essa explosão de dados oferece uma oportunidade!

Para isso, é importante saber como extrair valor dessas informações e utilizá-las de maneira inteligente para tomar decisões estratégicas.

Tomar decisões informadas é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. No contexto do atendimento ao cliente, a tomada de decisão baseada em dados é uma prática indispensável.

A Milldesk é mais do que apenas um software de suporte técnico, é uma plataforma completa para o gerenciamento de processos de atendimento e centralização de serviços.

Com foco em Help Desk, Service Desk e CSC – Central de Serviços Compartilhados, a Milldesk oferece benefícios para as empresas que adotam essa abordagem.

Uma das principais vantagens é a capacidade de centralizar e integrar os serviços de diferentes departamentos da organização!

Isso significa que setores como TI, RH, ouvidoria, contabilidade, comercial e outros podem ser gerenciados de forma completa e centralizada, utilizando fluxos automatizados específicos para cada área – simplificando o trabalho, aumentando a eficiência e reduzindo a possibilidade de erros.

Através da Milldesk, é possível acompanhar em tempo real os chamados e demandas de cada setor, facilitando o acompanhamento, a análise e a resolução dos problemas de forma ágil.

Com a Milldesk, é possível criar uma base de conhecimento centralizada, onde informações importantes, soluções de problemas, boas práticas e procedimentos podem ser armazenados e acessados por todos os departamentos – promovendo a colaboração e o aprendizado contínuo, evitando esforços desnecessários e melhorando a eficiência geral da empresa.

A Milldesk também oferece recursos avançados de relatórios e métricas, permitindo a análise e o monitoramento do desempenho. Com essas informações, é possível identificar pontos de melhoria, medir a satisfação dos clientes internos e externos, avaliar o cumprimento dos SLAs – Acordos de Nível de Serviço – e tomar decisões embasadas em dados.

Ao utilizar os dados disponíveis de forma inteligente, é possível aumentar a precisão e objetividade nas decisões, melhorar a eficiência operacional, reduzir custos e personalizar a gestão do atendimento às necessidades dos clientes.

O futuro do atendimento ao cliente é movido por dados, e é hora de agarrar essa oportunidade e alcançar os melhores resultados!

Porque o relatório de evolução de satisfação do atendimento é importante para a tomada de decisão?

Como dissemos, a tomada de decisão baseada em dados é fundamental para impulsionar o sucesso do atendimento ao cliente – e uma das ferramentas que se destaca nesse aspecto é a Milldesk.

Com sua funcionalidade de Relatório de Evolução de Satisfação do Atendimento por Técnico, a plataforma oferece uma maneira eficiente de visualizar a performance dos atendentes e identificar possíveis pontos de melhoria ou até mesmo bonificação.

Além disso, também são oferecidos outros relatórios importantes como o de Pesquisa e Satisfação, SLA e Horas Gastas em Atendimento.

Confira as razões pelas quais a Milldesk é a ferramenta ideal para a tomada de decisão baseada em dados no atendimento ao cliente!

Centralização dos dados de atendimento

A Milldesk centraliza todas as informações de atendimento, permitindo que os dados sobre a satisfação do cliente sejam facilmente acessados e analisados, proporcionando uma visão abrangente da performance de cada técnico ao longo do tempo.

Visualização da evolução

Com a funcionalidade de Relatório de Evolução de Satisfação do Atendimento por Técnico, é possível visualizar, por exemplo, mês a mês como a satisfação do cliente tem evoluído em relação a cada atendente.

Essa visualização facilita a identificação de tendências e padrões, permitindo uma análise mais precisa e objetiva.

Identificação de pontos de melhoria

Ao analisar os relatórios de evolução, é possível identificar possíveis pontos de melhoria no atendimento de cada técnico.

Com base nos dados apresentados, a equipe de gestão pode oferecer treinamentos específicos ou direcionar feedbacks construtivos, visando aprimorar o desempenho e a satisfação do cliente.

Reconhecimento e bonificação

Além de identificar oportunidades de melhoria, o relatório de evolução da Milldesk também permite reconhecer os atendentes que se destacam positivamente.

Ao visualizar os resultados e identificar técnicos com altos índices de satisfação, é possível implementar programas de bonificação e reconhecimento, incentivando uma cultura de excelência no atendimento ao cliente.

Acompanhamento em tempo real

A Milldesk oferece a possibilidade de acompanhar a evolução da satisfação do atendimento por técnico em tempo real.

Isso permite que a equipe de gestão esteja sempre atualizada sobre a performance de cada atendente, possibilitando ações imediatas e ajustes necessários para garantir a satisfação do cliente.

Conclusão

A tomada de decisão baseada em dados é essencial para otimizar o atendimento ao cliente, e a Milldesk é a ferramenta ideal para essa estratégia!

A Milldesk oferece uma plataforma completa e eficiente para a gestão do atendimento, aumentando a integração entre setores, a satisfação dos clientes e o crescimento do seu negócio.

Por meio da centralização dos dados de atendimento, a ferramenta proporciona uma visão abrangente e detalhada da performance de cada atendente, permitindo uma análise precisa e objetiva – e a visualização da evolução da satisfação do cliente facilita a identificação de tendências e padrões, auxiliando na identificação de pontos de melhoria.

Além disso, a plataforma possibilita o reconhecimento dos atendentes que se destacam positivamente, incentivando uma cultura de excelência no atendimento!

Com a Milldesk, também é possível acompanhar a evolução da satisfação do atendimento por período ou em tempo real, permitindo ações rápidas e efetivas.

Não há dúvidas de que a Milldesk é a ferramenta ideal para a tomada de decisão baseada em dados na gestão de atendimento, impulsionando o sucesso do negócio e a satisfação dos clientes!

Gostou de saber como a tomada de decisão baseada em dados pode melhorar o desempenho do atendimento ao cliente? Então, confira o nosso conteúdo sobre como controlar a prospecção de clientes de TI!

Como controlar a prospecção de clientes de TI? Aprenda agora!

Como controlar a prospecção de clientes de TI? Aprenda agora!

A prospecção de clientes de TI é uma das etapas fundamentais do processo de vendas. E, no entanto, é também uma das mais difíceis.

De fato, a maioria dos representantes de vendas apontam a prospecção como a etapa mais complicada do processo de vendas. Então, por que é tão desafiadora?

Bem, vamos admitir – a prospecção não é tão emocionante quanto fechar um negócio. Portanto, muitas vezes é adiado para quando todas as “coisas importantes” estiverem feitas.

Mas sem uma pipeline de vendas cheia de leads de boa qualidade, nenhuma nova venda acontecerá. Por isso é fundamental entender que a prospecção dá o pontapé inicial em toda a venda e determina, em grande medida, se o negócio será ou não fechado.

A matemática é simples: quanto mais prospects você gerar, mais chances você terá de fechar uma venda, pois cada prospect é uma oportunidade.

E embora tradicionalmente seja do departamento de marketing a tarefa de gerar leads para vendas, isso não significa que o time de vendas devam parar seus próprios esforços de prospecção e esperar que os leads cheguem.

Os vendedores ainda precisam adotar maneiras de prospectar e gerar leads por conta própria.

Mas, antes de passarmos a discutir as formas inteligentes de prospectar clientes de TI, vamos dar uma olhada em como organizar a prospecção de clientes de TI!

Descubra como organizar a prospecção de clientes de TI!

Descubra como organizar a prospecção de clientes de TI!

Se você está com dificuldades para organizar suas informações de prospecção, provavelmente já sabe que precisa de uma ferramenta de gerenciamento de relacionamento com o cliente.

Talvez você já tenha uma e ainda não tenha certeza do que está fazendo – não se preocupe, é por isso que criamos este conteúdo com as principais práticas recomendadas para organizar e controlar a sua prospecção de clientes de TI. Acompanhe!

O que é um sistema de atendimento ao cliente?

Uma ferramenta de relacionamento com o cliente é fundamental para qualquer equipe de vendas.

Um sistema de atendimento ao cliente de TI ajudará você a centralizar, armazenar e registrar informações essenciais para o fechamento de vendas.

Você pode utilizar essa ferramenta para registrar sobre como os clientes de TI em potencial souberam do seu produto ou serviço para ajudar a determinar como fazer o melhor acompanhamento. Mais ainda, um software adequado permite que você saiba o que foi conversado durante o último atendimento e, assim, conquistar o cliente de vez.

Por que você precisa de uma ferramenta de atendimento de TI?

Se você alcança um grande número de prospects ideais, então, naturalmente, você começará a receber mais e mais demandas e contatos.

Como você vai organizar todas as suas informações de contato e pagamento? O uso de uma ferramenta de atendimento ao cliente ajudará você a armazenar e registrar essas informações de forma inteligente.

Você deve registrar as informações sistematicamente. Um relacionamento comercial duradouro é baseado em um forte relacionamento pessoal entre você e seu cliente. Se o prospect for um indivíduo, familiarize-se com a pronúncia e grafia corretas de seu nome, idade, base de experiência, formação educacional, status familiar, interesses e hobbies especiais e estilo de comunicação.

Se o cliente em potencial for um representante comercial, certifique-se de coletar fatos relacionados aos negócios. O que a empresa fabrica ou vende? Há quanto tempo a empresa está no mercado? A empresa é líder em seu setor? A empresa tem planos de expansão? Entre outros.

Qual a importância de revisar seu portfólio de produtos e serviços?

Também é útil desenvolver um plano de prospecção e previsão de vendas. Uma grande barreira para a prospecção é o tempo.

No entanto, como a prospecção é tão importante para o sucesso a longo prazo, os empreendedores precisam desenvolver uma abordagem organizada para a prospecção. Para isso, é fundamental seguir as seguintes etapas:

1. preparar uma lista de clientes de TI potenciais;

2. previsão do volume de vendas potencial que cada nova conta pode gerar para cada produto;

3. determinar quando entrar em contato com clientes de TI e prospects para uma visita durante um determinado período de tempo.

Independentemente da ferramenta de atendimento que escolher, faça sua pesquisa, acompanhe uma demonstração online ou use uma versão de teste antes de decidir sobre o melhor software para ajudá-lo a organizar as informações de prospecção de clientes de TI.

Qual é o melhor sistema de atendimento ao cliente de TI?

As pessoas me perguntam o tempo todo qual é a melhor ferramenta para o atendimento ao cliente de TI, a resposta mais assertiva é: aquela que sua equipe realmente usa.

Muitos softwares têm ótimos recursos e limitações e alguns elementos de personalização, mas não se preocupe. Além disso, duas respostas diferentes ao conversar com profissionais de vendas e gerentes sobre sua ferramenta são comuns. Ou eles amam e usam diariamente ou odeiam e acham que é uma perda de tempo.

Crie uma estratégia de implementação da ferramenta de atendimento ao cliente de TI

Antes de aplicar as melhores práticas, você precisa considerar sua estratégia de implementação do software para garantir que seus representantes de vendas maximizem os resultados.

Treinamento contínuo

Antes de investir, é fundamental entender se o seu pacote inclui suporte técnico, caso contrário, você descobrirá que pode precisar contratar um consultor externo para treinar seus vendedores – o que pode ser complicado, demorado e às vezes caro.

Além disso, a maioria dos profissionais envolvidos com TI costumam ser extremamente técnicos, nesse contexto, é preciso desenvolver técnicas de comunicação mais envolventes.

Migração de dados

Dependendo da ferramenta escolhida, a migração de dados pode ser uma tarefa assustadora. No entanto, pode ser perfeita quando você tem um plano claro do que precisa migrar e como ele será usado em seu novo software.

Além disso, você deve ter cuidado com a forma como manipula os dados depois de carregados, porque as ferramentas podem usar os dados de maneiras diferentes. No geral, antes de migrar quaisquer dados, é uma boa prática limpar todas as informações desatualizadas, assim, você pode começar de novo.

Garanta a adesão dos funcionários

Acima de tudo, é fundamental envolver todos os funcionários que usarão o software no processo. Por quê? Porque seus insights cruciais ajudarão você a entender suas necessidades e escolher a ferramenta que melhor se adapte ao fluxo de trabalho de sua equipe.

Como organizar as informações de prospecção de clientes de TI?

1. Saiba o que você deve rastrear

Reserve algum tempo para pensar sobre que tipo de informação você deseja acompanhar. A data do seu último contato com um cliente? Próximo contato? A data prevista para fechar?

Existe algum material de apoio que você deve enviar para eles? Alguma outra nota ou comentário especial? Você pode personalizar sua ferramenta para rastrear qualquer informação que você escolher.

2. Inclua suas informações de vendas por meio de redes sociais

Metade da receita de muitas empresas é influenciada pela venda por meio das redes sociais. Portanto, enquanto estão lutando para gerar leads qualificados, cada vez mais estão entendendo como conseguir isso por meio da venda social.

Uma boa maneira é incentivar os prospects a compartilharem suas informações de contato e iniciar um relacionamento com os vendedores. Capturar endereços de e-mail ajuda a preencher seu funil de vendas. Você pode fazer isso através de uma página, oferecendo e entregando algo relevante em troca dos detalhes de contato.

Outra ótima ferramenta para vender pelas redes sociais, especialmente se você trabalha com B2B, é o LinkedIn. Usando o LinkedIn, você pode fazer uma pesquisa detalhada para encontrar seus clientes de TI em potencial e enviar mensagens para eles, conectando-se a eles ou pagando por mensagens.

Portanto, em última análise, você não pode manter essas informações flutuando separadamente – simplesmente não seria útil. Por isso, você precisa acompanhar suas interações sociais usando sistemas de integração com seu software de atendimento. Dessa forma, você pode rastrear facilmente os perfis de seus clientes de TI em potencial e continuar a construir um relacionamento forte com cada um deles.

3. Faça a segmentação das listas

Uma das melhores práticas é a segmentação de listas. Ao praticar a segmentação de lista, seus clientes de TI em potencial receberão uma experiência muito mais personalizada, o que significa que é muito mais provável que você consiga esse negócio no final do processo.

Além disso, você pode segmentar por qualquer critério que desejar, seja por lucratividade, região, setor, profissão, etc. Apenas certifique-se de escolher uma ferramenta completa ou vincular sua ferramenta ao seu software de automação de marketing para segmentar sua lista de clientes de TI em potencial.

4. Monitore as conversas dos clientes de TI

Uma das melhores práticas é monitorar as conversas dos clientes de TI – por quê? Sua equipe de suporte está no centro das dúvidas e preocupações dos clientes de TI.

Portanto, sua equipe de atendimento ao cliente pode usar a ferramenta para notificar o time de vendas de forma rápida e transparente sobre conversas que eles acham que podem levar a oportunidades.
Não tem certeza sobre qual software de atendimento ao cliente é ideal para você? Marque agora mesmo uma demonstração gratuita com um de nossos consultores, que ficará feliz em entender sua demanda e ajudar no processo!

O que é ciclo de vida do produto? Descubra agora!

O que é ciclo de vida do produto? Descubra agora!

O ciclo de vida do produto é o seu percurso completo, começa quando ele está em desenvolvimento e termina depois que é retirado do mercado.

Esteja você ouvindo discos antigos ou comprando um novo smartphone, está participando e experimentando diferentes estágios do ciclo de vida de um produto, ou CVP.

Quando um produto entra no mercado, muitas vezes sem o conhecimento do consumidor, ele tem um ciclo de vida que o leva de novo e útil a ser retirado de circulação.

Esse processo acontece continuamente, à medida que os produtos passam de seus estágios de desenvolvimento, introdução no mercado, maturidade, declínio e eventual retirada.

Mas como o ciclo de vida do produto realmente funciona e como analisá-lo pode ajudar você a otimizar seus negócios? Confira agora o conteúdo exclusivo que preparamos para você!

Qual a importância do ciclo de vida do produto?

Qual a importância do ciclo de vida do produto?

A maioria dos empreendedores e profissionais de marketing já estão familiarizados com o conceito de ciclo de vida do produto. No entanto, muitos não o usam de forma estratégica.

O conceito de ciclo de vida do produto está hoje mais ou menos no estágio em que muitas pessoas conhecem, mas quase ninguém sabe utilizá-lo de maneira eficaz e produtiva.

Agora que tantas pessoas, de alguma forma, entendem o ciclo de vida do produto, parece hora de colocá-lo para funcionar – criando maneiras de usar o conceito de forma eficaz e de transformar o conhecimento de sua existência em um instrumento gerencial de poder competitivo.

Como dissemos, o ciclo de vida do produto é o processo pelo qual um produto passa desde o momento em que é introduzido no mercado até o seu declínio ou sua retirada do mercado.

O ciclo de vida do produto tem quatro estágios – introdução, crescimento, maturidade e declínio.

Embora alguns produtos possam permanecer em um estado de maturidade prolongado por algum tempo, todos os produtos eventualmente saem do mercado devido a vários fatores, incluindo saturação, aumento da concorrência, diminuição da demanda e queda nas vendas.

As empresas usam a análise CVP – o processo de examinar o ciclo de vida de seus produtos – para criar estratégias e sustentar a longevidade de seus produtos ou alterá-los para atender à demanda do mercado ou adaptar-se às tecnologias em desenvolvimento.

Quais são os estágios do ciclo de vida do produto?

Depois que um produto é desenvolvido, ele normalmente passa pelos quatro estágios do ciclo de vida do produto – da introdução ao declínio – antes de ser retirado do mercado.

Os quatro estágios do ciclo de vida do produto são: introdução, crescimento, maturidade e declínio.

1. Fase de Introdução

Uma vez desenvolvido um produto, inicia-se a fase de introdução do CVP. Nesta fase, o produto é lançado no mercado pela primeira vez.

O lançamento de um produto é muitas vezes um momento de alto risco no ciclo de vida do produto, embora não necessariamente faça ou destrua o sucesso final.

Durante a fase de introdução, o marketing e a publicidade estão em alta, e a empresa geralmente investe bastante esforço e capital na promoção do produto para colocá-lo nas mãos dos consumidores.

É nesta fase que a empresa é capaz de ter uma noção de como os consumidores respondem ao produto, se eles gostam dele e quão bem-sucedido ele pode ser.

No entanto, muitas vezes também é um período de gastos pesados ​​para a empresa, sem garantia de que o produto se pagará por meio das vendas.

Os custos são muito altos durante esse estágio e geralmente há pouca concorrência. Os principais objetivos da fase de introdução são criar demanda pelo produto e colocá-lo nas mãos dos consumidores, esperando lucrar mais tarde com sua crescente popularidade.

2. Fase de Crescimento

Durante a fase de crescimento, os consumidores começam a conhecer o produto e comprá-lo. O conceito do produto é comprovado à medida que se torna mais popular e as vendas aumentam.

Outras empresas tomam conhecimento do produto e de seu espaço no mercado à medida que ele começa a chamar mais atenção e gerar mais receita.

Se a concorrência pelo produto for especialmente alta, a empresa ainda pode investir pesadamente em publicidade e promoção do produto para vencer os concorrentes.

Com o crescimento do produto, o próprio mercado tende a se expandir. Os produtos geralmente são ajustados durante o estágio de crescimento para melhorar suas funções e recursos.

À medida que o mercado se expande, mais a concorrência reduz os preços para tornar os produtos competitivos. No entanto, as vendas geralmente aumentam em volume e continuam gerando receita. O marketing nesta etapa visa aumentar a participação de mercado do produto.

3. Fase de Maturidade

Quando um produto atinge a maturidade, suas vendas tendem a desacelerar, sinalizando um mercado amplamente saturado.

Neste ponto, as vendas podem começar a cair. Os preços neste estágio tendem a ficar competitivos, então as margens de lucro encolhem à medida que os preços começam a diminuir devido ao peso de pressões externas, como aumento da concorrência e menor demanda.

O marketing neste momento é direcionado para combater a concorrência, e as empresas geralmente desenvolvem produtos novos ou alterados para alcançar diferentes segmentos de mercado.

Dado o mercado altamente saturado, os concorrentes menos bem-sucedidos são frequentemente expulsos da competição durante o estágio de maturidade. Isso é conhecido como o “ponto de agitação”.

Nesta fase, a saturação é atingida e o volume de vendas é maximizado. As empresas muitas vezes começam a inovar para manter ou aumentar sua participação no mercado, alterando e desenvolvendo seus produtos para satisfazer novas demandas ou acompanhar o desenvolvimento de tecnologias.

O estágio de maturidade pode durar muito ou pouco tempo, dependendo do produto. Para algumas marcas e produtos o estágio de maturidade dura muito tempo e é muito prolongado.

4. Fase de Declínio

Embora as empresas tentem manter seu produto vivo no estágio de maturidade o maior tempo possível, o declínio eventual é inevitável para praticamente todos os produtos.

Na fase de declínio, as vendas do produto caem significativamente e o comportamento do consumidor muda, pois há menos demanda pelo produto. O produto da empresa perde cada vez mais participação de mercado e a concorrência tende a fazer com que as vendas se deteriorem.

O marketing no estágio de declínio geralmente é mínimo ou direcionado a clientes já fiéis, e os preços são reduzidos.

Eventualmente, o produto é retirado do mercado por completo, a menos que seja capaz de se projetar para permanecer relevante ou sob demanda. Por exemplo, produtos como máquinas de escrever estão em seus estágios de declínio e, de fato, estão quase ou completamente retirados do mercado.

O que é a análise do Ciclo de Vida do Produto (CVP)?

A análise do ciclo de vida do produto é o processo de examinar propositadamente um produto e tomar decisões estratégicas de design, preços e marketing para otimizar cada estágio de seu ciclo de vida.

A realização de análises do CVP pode ajudar as empresas a determinar se seus produtos estão atendendo de forma eficiente o mercado que almejam, para que possam ter uma ideia mais clara de quando podem precisar mudar o foco.

Ao examinar seu produto em relação ao mercado como um todo, seus concorrentes, vendas e despesas, as empresas podem decidir melhor como dinamizar e desenvolver seu produto para a longevidade no mercado.

Examinar os ciclos de vida de seus produtos, prestando atenção especificamente em qual fase seus produtos estão, pode ajudar as empresas a determinar se precisam desenvolver novos produtos para continuar gerando vendas, especialmente se a maioria de seus produtos estiver nos estágios de maturidade ou declínio do ciclo de vida do produto.

Como as empresas podem usar o Ciclo de Vida do Produto a seu favor?

As empresas muitas vezes enfrentam problemas quando não entendem o estágio de introdução do ciclo de vida de seus produtos, especialmente quando os clientes não respondem bem ao produto inicial – seja por causa do preço, do valor ou da utilidade.

Por isso, é importante examinar a publicidade e a embalagem do produto, além dos preços. O produto está atendendo às demandas e necessidades de seu público-alvo?

Se as vendas estão obsoletas, muitas empresas consideram mudar sua estratégia de marketing e se concentrar nisso para ajudar a apresentar seu produto a um segmento diferente do mercado consumidor.

A realização de análises do ciclo de vida do produto pode ajudar as empresas a entender quando precisam reinventar seu produto ou orientá-lo em uma nova direção.

Ao examinar onde seu produto está no ciclo de vida do produto, as empresas podem continuar inovando para acompanhar as novas tecnologias, diversificar suas ofertas, acompanhar a concorrência e potencialmente prolongar a vida útil de seus produtos no mercado.

Gostou de saber mais sobre o que é o ciclo de vida do produto?
Então aproveite para conferir como o sistema de atendimento ao cliente da Milldesk pode te ajudar!

10 dicas para aproveitar ao máximo o período de teste do Milldesk.

Homem em posição de relaxamento sentado à frente de computador com a dashboard do Milldesk

Se neste momento você já iniciou seu período de teste gratuito do Milldesk, parabéns, você está no caminho certo para melhorar e elevar o nível de suporte em sua organização. 

E é extremamente importante usar o tempo que você tem durante o período de teste de forma eficaz e explorar os muitos recursos e benefícios do sistema.  

Caso você não saiba por onde começar, aqui estão 10 dicas baseadas nas experiências de nossos clientes: 

1. Determine os usuários potenciais do software.

Milldesk é um software focado no Help Desk e Service Desk, sendo uma ferramenta completa e escalável para os desafios de sua central de atendimento.  

Baseia-se no pressuposto de que todos os chamados podem ser atribuídos a um atendente específico.

As solicitações de suporte podem ser visíveis por todos os solicitantes do departamento ou não, de acordo com as configurações pré definidas ao grupo:  

Isso torna particularmente fácil separar solicitações com base nos departamentos e pessoas certas para resolver o problema. Faturamento? Suporte técnico? RH?  

A premissa é que um representante de suporte possa responder a qualquer ticket que chega ao suporte técnico.   

Caso contrário, poderá atribuí-lo a um membro da equipe mais especializado.   

Portanto, ao configurar o suporte técnico, você poderá garantir que um tipo específico de solicitação permaneça oculto a todos, exceto a alguns representantes de suporte qualificados. 

>> Saiba mais: 9 sinais de que você está em um ambiente de trabalho tóxico. E o que fazer pra superar isso!

2. Procure entender os termos básicos do Milldesk. 

Linguagem é tudo e saber dominar os jargões e termos de uma área ou até mesmo ferramenta é um grande passo para o êxito. 

Por isso dedique-se a entender com carinho os termos básicos do Milldesk: o que é um local, o que é um departamento, solicitante, etc.  

Procure conhecer os privilégios dos técnicos, saber que o admin é quem gerencia tudo, mas não é ele que deve resolver chamados, mas sim o login de técnico e assim por diante. 

Isso irá facilitar muito sua experiência com a ferramenta. 

>> Saiba mais: 13 dicas para melhorar a experiência do Chat Comercial.

3. Acesse os tutoriais: lá tem tudo devidamente explicado, nos mínimos detalhes. 

Veja os tutoriais do Youtube, configure o assistente de configuração, simule o ciclo de vida de um chamado desde a abertura até o fechamento.  

Conheça o painel do usuário, simule o atendimento também como usuário solicitante. 

Tente automatizar os meios de atendimentos atuais através do Milldesk.

Por exemplo: se costuma receber chamados por email, configurar esse método de abertura de chamados no Milldesk e continue oferecendo esta forma de atendimento ao cliente.  

O importante é buscar alternativas para facilitar e não cortar as formas oferecidas hoje para o cliente. 

>> Saiba mais: Mais produtividade no suporte com uma equipe enxuta? Sim, é possível!

4. Estabeleça metas e defina as maneiras como você usará o software. 

O que o levou a considerar o Milldesk para sua organização? Você quer melhorar o atendimento interno/externo ou tem desafios de suporte específicos e únicos que espera superar? 

Por exemplo, você está procurando uma alternativa aos e-mails para fornecer informações rapidamente quando houver interrupções ou problemas com os serviços de tecnologia na organização?

Nesse caso, Milldesk pode ser usado neste cenário para: 

  • Enviar notificações urgentes a todos os funcionários afetados quando houver um incidente crítico de TI por meio de pop-ups e alertas. 
  • Informar sobre atualizações conforme a situação evolui. 
  • Mensagens para determinados setores ou pessoas, antes de alguma atualização programada de sistema para evitar que as pessoas desliguem seus computadores ou para lembrá-los de salvar seu trabalho. 

E isso é apenas um exemplo, há milhares de outras possibilidades e casos de uso e você pode ter diferentes cenários em mente sobre o uso do Milldesk em sua empresa.  

Depois de identificar suas necessidades específicas de comunicação, se tiver alguma dificuldade em definir a melhor maneira de usá-la, entre em contato com um especialista do Milldesk – temos muita experiência em diferentes setores

>> Saiba mais: Como uma ferramenta de Help Desk pode ajudar na comunicação interna entre equipes em sua empresa?

5. Fale com especialista do Milldesk para determinar os melhores recursos para seus objetivos. 

Temos uma equipe de especialistas que tem ajudado organizações no Brasil e outros países da América Latina a resolver uma série de desafios de suporte ao cliente.  

Nossos consultores podem fornecer informações sobre os melhores canais a serem usados para resolver os desafios que você está enfrentando no momento. 

>> Saiba mais: Novo normal: 5 razões pelas quais o seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

6. Procure orientação técnica da equipe de suporte Mildesk. 

Não se esqueça: somos seus parceiros e temos a maior alegria em ajudar quando você precisar.  

Como dissemos na dica 3 existem vídeos que você pode assistir para obter instruções sobre como usar os diferentes recursos do Milldesk Software.  

Mas nossa equipe de suporte também ficará feliz em falar com você sobre todos os requisitos técnicos. 

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre gerenciamento de incidentes de TI. Confira 7 dicas.

7. Compartilhe os resultados com seus colegas. 

Na metade do seu teste, examine a gama de recursos disponíveis para você e veja como os diferentes departamentos de sua organização podem se beneficiar delas. 

Usar o sistema em várias equipes produz os melhores resultados, e nosso mecanismo integrado de separação de acesso cuidará de conflitos em potencial.  

Isso significa que apenas usuários específicos terão o direito de enviar mensagens em nome do departamento específico.

>> Saiba mais: Plano de comunicação da interrupção dos serviços de TI. Você tem um?

8. Faça Role Play: prática de treinamento para simular a sua realidade.

Por mais que você configure corretamente todo o sistema e cadastre técnicos e solicitantes é extremamente necessário você simular o dia a dia do seu suporte através do Milldesk.

Selecione alguns usuários e alguns atendentes para que diariamente durante o período de teste seja possível simular diversos atendimentos.

E tente captar as melhorias na produtividade que o sistema irá lhe proporcionar durante este período.

Treinamentos baseados em role plays tornam mais real a sua rotina diária e permite que você erre ou acerte rápido! 

>> Saiba mais: Como aumentar a satisfação dos clientes em tempos de crise?

9. Teste o Milldesk de acordo com suas necessidades pré-estabelecidas.

O Milldesk é um sistema completo e oferece novas possibilidades de expansão do seu help desk.

Mas muitos recursos farão parte apenas dos próximos níveis da sua organização e não do primeiro passo principal que é: adaptar seus usuários e seus processos atuais a um novo sistema.

Mantenha o foco neste seu objetivo, para que não se sinta perdido em meio a várias possibilidades de otimização da sua gestão. 

>> Saiba mais: 11 maneiras de motivar seus agentes de atendimento ao cliente com um pouco de psicologia.

10. Crie um relatório. 

Quando o período de teste terminar, reserve um tempo para documentar suas experiências e tirar conclusões

  • O que você gosta no Milldesk?  
  • E o que você não gostou?  
  • Quais resultados você espera no longo prazo? 

Você pode fazer um relatório apenas para você ou poderá enviá-lo para seus colegas ou chefia.  

Além disso, não se esqueça de nos enviar seus comentários! Isso não apenas o ajudará a tomar uma decisão final, mas também nos ajudará a melhorar nosso serviço. 

>> Saiba mais: Papo reto: 5 relatórios gerenciais e 3 dicas para fidelizar mais clientes na TI!

Coloque em prática tudo o que você leu aqui.

Pessoa com notebook ao colo fazendo sinal de positivo para a dashboard do Milldesk.

E se por acaso você caiu de paraquedas aqui, mas ainda não iniciou seu período de teste gratuito do Milldesk, fica nosso convite. 

Afinal estamos simplesmente falando de um dos melhores sistemas de Help Desk do mercado e quem diz isso não somos nós…

Mas sim nossos mais de 700 clientes que utilizam diariamente a ferramenta. 

Se quiser agende uma demonstração gratuita do sistema mesmo, que um de nossos especialistas terá prazer em mostrar o Milldesk em ação de acordo com a realidade do seu negócio. 

Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

Um profissional de suporte deitado e outro em pé em frente a servidores. Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

As interrupções de TI fazem parte da vida corporativa moderna.  

E os motivos para isso podem ser muitos; desde manutenção planejada e atualizações, até bugs de software, problemas nos provedores de serviços até mesmo falhas de hardware, vírus ou ataques cibernéticos. 

Quando os sistemas de TI são desativados, isso pode afetar substancialmente os negócios de várias maneiras.  

As empresas são impactadas pela perda de produtividade, custo de recuperação da interrupção, danos à reputação, falhas de conformidade, custos legais e, no pior dos casos, perda de receita e até mesmo falha total e colapso do negócio. 

Um relatório do Gartner constatou que cada minuto de inatividade de TI custa às empresas uma média de US $ 5.600 por minuto.  

Dependendo do tamanho dos negócios e da escala de suas operações, pode custar aos negócios um prejuízo em torno de US $ 150.000 a US $ 540.000 por hora. 

Em um estudo sobre o Impacto de Falta de TI, feito no ano de 2019 pela LogicMonitor  constatou-se que as empresas que enfrentam quedas de energia e interrupções frequentes, sofrem com custos 16 vezes mais altos que as empresas com menos incidentes de inatividade de TI.  

O estudo também descobriu que equipes de suporte encarregadas de solucionar problemas em empresas cujo que frequentemente sofrem com a inatividade de TI levam quase o dobro de tempo para solucionar os incidentes nessa organização. 

>> Saiba mais: Problemas de segurança da informação no home office: dicas pra você ficar esperto(a)!

Causas de tempo de inatividade.

Imagem profissional de TI em frente a servidores sem saber o que fazer. Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

 De acordo com especialistas descobriu-se que as causas mais comuns de tempo de inatividade globalmente são: 

  • Falha na rede; 
  • Picos e oscilações de uso; 
  • Erro humano; 
  • Mau funcionamento do software; 
  • Falha no hardware da infraestrutura; 
  • Interrupções de fornecedores de terceiros; 

O cibercrime é outro fator que contribui para o tempo de inatividade de TI experimentado por grandes empresas em todo o mundo.  

Os ataques de hackers, vírus, malware, phishing e ransomware podem ter uma série de consequências negativas para os negócios. 

Desde roubo de dinheiro e perda de dados e informações confidenciais até sistemas que se tornam inoperantes, resultando em tempo de inatividade excessivo. 

O cibercrime se tornou uma das principais causas mundiais de interrupções em datas centers.  

Somente em 2017, uma em cada cinco empresas enfrentou pelo menos 25 horas de inatividade como resultado de ataques de ransomware. 

Em 2011, a Sony sofreu um ataque cibernético tão sério que a levou a colocar sua PlayStation Network offline.  

A empresa enfrentou uma interrupção que durou 23 dias e estima-se que tenha custado um prejuízo em torno de US $ 250 milhões. 

Se isso aconteceu com essa gigante do mercado eletrônico, imagine conosco, meros mortais. 

Ok, mas o que fazer? Você deve estar se perguntando. Vamos lá! 

>> Saiba mais: Como aumentar a satisfação dos clientes em tempos de crise?

Calculando os custos de inatividade de TI da sua empresa.

Profissional de suporte de TI com a mão na cabeça em frente a servidor. Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

Para determinar o quanto de prejuízo as interrupções de TI estão custando seu negócio, é importante levar em consideração: 

  • Quais sistemas são afetados; 
  • A duração da interrupção; 
  • Quantos funcionários são incapazes de realizar tarefas importantes; 
  • Quantos clientes ou outras partes interessadas são afetados; 
  • Se a receita é afetada (por exemplo, se os clientes não conseguem comprar de você ou a produção é interrompida); 
  • Quaisquer custos legais; 
  • Riscos à reputação do negócio; 

Uma fórmula simples que você pode usar é esta: 

Custo comercial do tempo de inatividade / hora de TI = Perda de receita + perda de produtividade + custos associados à recuperação + quaisquer outros custos (custos ocultos ou aqueles que não podem ser quantificados imediatamente no momento da ocorrência da interrupção).

Quanto mais longa e generalizada a interrupção, mais prejuízos ela irá custar ao seu negócio.  

Enquanto a maioria das interrupções comuns durará alguns minutos ou até mesmo horas, no extremo da escala, seus sistemas poderão ser afetados por vários dias ou até mesmo semanas.  

E quanto mais tempo seus sistemas estiverem inoperantes, mais você corre o risco de arruinar completamente a produtividade e até mesmo a reputação da empresa. 

>> Saiba mais: Principais desafios de suporte de TI em tempos de COVID-19 e como lidar com eles.

Custos adicionais de tempo de inatividade de TI. 

Imagem homem correndo com notebook pegando fogo. Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

Ao calcular quanto tempo de inatividade de TI custa à sua empresa, há fatores que você pode nem considerar – incluindo os custos de produtividade associados a interrupções não planejadas. 

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Irvine, descobriu que, quando um trabalhador profissional é interrompido, pode levar até 23 minutos para que ele se concentre novamente e volte à tarefa em que estava trabalhando antes da interrupção. 

Ainda segundo alguns entendidos, só no setor de serviços financeiros, podem ocorrer 238 minutos de interrupções em uma empresa todos os dias. 

Quando você leva em consideração o tempo necessário para reiniciar as tarefas por causa de interrupções, são em torno de 84 minutos por empresa.  

O resultado final é de 372 minutos – ou 6,2 horas por dia e representa quase um funcionário inteiro em perda de produtividade. 

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre gerenciamento de incidentes de TI. Confira 7 dicas.

 O que fazer para evitar o tempo de inatividade de TI? 

Imagem erro de sistema.

 Infelizmente não temos uma boa notícia: não há como se ver totalmente livre de algum tempo de inatividade de TI.  

Por exemplo, manutenção de rotina e atualizações são necessárias para manter os sistemas atualizados, seguros e consequentemente seu negócio funcionando sem problemas.  

Para minimizar o impacto em sua empresa, você tem a opção de agendá-los para horários em que eles causem menos interrupções, por exemplo, tarde da noite, fins de semana ou feriados. 

Aproximadamente 75% de todo o tempo de inatividade de TI pode ser atribuído a falhas não tecnológicas, mas problemas relacionados ao usuário que basicamente representam falta de treinamento ou planejamento. 

>> Saiba mais: 11 maneiras de motivar seus agentes de atendimento ao cliente com um pouco de psicologia.

As formas de minimizar ou impedir completamente o tempo de inatividade de TI em sua organização incluem: 

Imagem de homem barrando fileira de dados que estão caindo.
  • Avaliar riscos e vulnerabilidades e implementar planos para mitigar esses riscos e fraquezas; 
  • Garantir que seus sistemas estejam configurados corretamente; 
  • Testar rotineiramente seu equipamento; 
  • Monitorar de perto o desempenho dos sistemas; 
  • Manter o software atualizado, incluindo o download de patches e a execução das versões mais recentes do software; 
  • Usar softwares antivírus, firewalls e softwares de detecção de malwares; 
  • Manter as definições de vírus atualizadas regularmente; 
  • Avaliar o desempenho de provedores externos, como data centers, hosts de sites, provedores de serviços de Internet e mudar para serviços mais confiáveis, se necessário; 
  • Treinar regularmente sua equipe em segurança cibernética; 
  • Ter bons planos de recuperação e continuidade de negócios para voltar aos negócios o mais rápido possível após uma interrupção significativa; 

>> Saiba mais: Competitividade e vendas de serviços de TI em tempos de crise: dicas pra você dar seus pulos!

Como o Milldesk pode ajudar sua empresa a reduzir as consequências negativas do tempo de inatividade? 

Imagem de pessoa fazendo sinal de positivo com notebook no colo e na tela dashboard do Milldesk.

Nossa ferramenta foca o Help Desk e o Service Desk, oferecendo uma ferramenta completa e escalável para os desafios do seu negócio e de sua central de atendimento. 

Isso ajuda inclusive na retenção de clientes e ainda dá mais agilidade e organização para os agentes de atendimento ao cliente. Especialmente em situações como essa de inatividade dos serviços de TI. 

Além de contribuir muito para a redução de custos. 

Com o software Milldesk, você tem em um único lugar: 

  • Sistema de chamados internos e externos; 
  • Solução de tickets e suporte; 
  • Sistema de atendimento; 
  • Help Desk; 
  • Service Desk. 
  • Atendimento via WhatsApp. 

Outras funcionalidades de nosso software são: 

  • Integração com diferentes canais de atendimento — chat, telefone, e-mail e outros; 
  • Catálogo de Serviços; 
  • SLA; 
  • Disponibilização de área exclusiva para clientes e sua própria e exclusiva base de conhecimento; 
  • Integração com WhatsApp; 
  • Workflow de Trabalho Inteligente; 
  • Acesso Remoto; 
  • Central de Serviços Compartilhados; 

Adotar uma plataforma de atendimento como o Milldesk é essencial e um grande investimento em seu negócio e em sua clientela. 

Uma vez que é preciso manter o apoio aos clientes e se adaptar às circunstâncias atuais, mantendo os níveis de agilidade e assertividade lá no alto e consequentemente os níveis de satisfação. 

Para saber mais sobre como o Milldesk poderia funcionar em sua organização, entre em contato conosco para receber uma demonstração do sistema que irá revolucionar o seu Help Desk. 

Banner software de Help Desk para desafios diários.

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Problemas de segurança da informação no home office: dicas pra você ficar esperto(a)!

Imagem de homem encapuzado barrado por códigos. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Grande parte dos negócios estão tendo que se adaptar ao chamado “novo normal”. 

Se movimentando para oferecer a modalidade de home office para seus colaboradores como forma consciente de tentar diminuir o poder da pandemia do novo coronavírus.  

Nada mais justo, afinal o grande objetivo, a grande luta de todos no momento é reduzir os casos para retrair a curva de crescimento da enfermidade. 

Contudo, deve-se ter muito cuidado nessas horas, principalmente se o home office é novidade para a sua empresa.  

Apesar de parecer uma prática simples, existem alguns riscos, especialmente de segurança da informação no home office, que não podem ser ignorados. 

Já que os transtornos gerados pela falta de segurança da informação no trabalho remoto podem gerar prejuízos incalculáveis. 

Além do mais o home office vem se tornando um alvo fácil para crimes cibernéticos.

Justamente por não existir orçamento ou tempo suficientes para a adoção de medidas de segurança da informação no trabalho remoto. 

Sim, infelizmente já há notícias sobre cibercriminosos que estão pegando carona na pandemia de Covid-19 para explorar a situação para seus próprios propósitos.  

Eles estão tirando proveito dessa nova situação para obter acesso mais fácil a informações secretas ou incapacitar os sistemas de TI das organizações e posteriormente exigir um resgate. 

Isso torna seu papel como garantidor da segurança cibernética ainda mais importante.

Você pode ajudar a pôr um fim a esses ataques, seguindo algumas dicas de segurança da informação no escritório em casa: 

Proteja sua rede doméstica e comunique-se através de conexões seguras. 

Imagem de símbolo do wifi com um cadeado em cima. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Como você usará sua rede privada em casa, precisará protegê-la adequadamente, com criptografia WLAN forte, uma senha exclusiva e complexa e atualizações regulares.  

Sempre trabalhe através de uma conexão segura estabelecida pela VPN, especialmente se você também estiver trocando informações confidenciais ou acessando a Intranet. 

Mantenha o software em todos os seus dispositivos atualizados. 

Trabalhando em casa, na empresa e em dispositivos pessoais, use a mesma rede.  

O tráfego de dados passa pelo mesmo roteador que está conectado a muitos outros dispositivos, incluindo vários eletrodomésticos inteligentes que, na pior das hipóteses, podem não ter nenhuma proteção atualizada. 

Todos esses são potenciais gateways para hackers, e é por isso que é recomendável permitir que todos os seus dispositivos, sejam da empresa ou pessoais, atualizem automaticamente. 

>> Saiba mais: Guia completo para trabalhar Home Office e não enlouquecer no processo.

Senhas? Vai uma extra forte por favor!

Homem de terno inserindo senha em painel. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Já pensou se, por um descuido, você se torna o elo mais fraco da sua empresa?  

Pior, já pensou se por um descuido bobo de segurança você causasse um enorme prejuízo ao negócio? 

Utilizar senhas fortes, incluindo mecanismos de autenticação por multifator, garante uma camada extra de segurança e dificulta o acesso de hackers nas contas utilizadas. 

Também evite por toda lei, deixar senhas salvas no computador ou no navegador.  

Senhas fortes podem ser mais difíceis de decorar, mas uma solução para isso são cofres de senha que podem facilitar sua vida durante o home office e que pode continuar como um hábito de segurança após o término do trabalho em casa. 

>> Saiba mais: Plano de comunicação da interrupção dos serviços de TI. Você tem um?

Fique atento(a) à comunicação online. 

Ilustração sobre segurança em emails. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Recebeu uma mensagem em que um colaborador da sua empresa pede informações sigilosas, descumprindo regras de segurança?  

Como diz o ditado popular “coloque as barbas de molho”, porque é hora de desconfiar. 

Fique de olhos abertos quanto aos ataques de phishing em e-mails e outras ameaças online via aplicativos de mensagens. 

Se a sua organização optar apenas pelo uso do e-mail, siga as normas e verifique se o remetente e destinatário estão corretos.  

Caso ainda haja dúvidas, solicite que o remetente confirme alguma informação interna para que a comunicação possa prosseguir, recomendando o cumprimento dos padrões da empresa para dar continuidade.  

Evite dar informações que não são necessárias para a resolução de um problema. 

De novo: seja extremamente cauteloso com emails ou anexos suspeitos, principalmente se você não conhece o remetente. 

Especialmente no ambiente familiar do seu home office, você precisa ser cauteloso com emails suspeitos. 

Estudos mostram que a probabilidade de ser vítima de intenções maliciosas é particularmente alta em casa.  

Além disso, não seja pressionado por e-mails pedindo ação imediata ou referindo-se, por exemplo, à atual crise do Covid-19.  

Não se apresse e examine cada e-mail cuidadosamente antes de abri-lo. 

>> Saiba mais: Como aumentar a satisfação dos clientes em tempos de crise?

Não permita que membros da família usem seus dispositivos de trabalho. 

Criança vestindo terno e gravata à frente de laptop.

Se a empresa forneceu um notebook, tablet ou até mesmo um desktop para você utilizar no trabalho remoto lembre-se que o equipamento cedido é apenas para uso do funcionário – não é o computador da família. 

Lide com o laptop, dispositivo móvel e os dados confidenciais emitidos em razão do trabalho como se estivesse das dependências da empresa.  

Isso ajudará você a associar continuamente suas ações a uma mentalidade de segurança e consciência de dados.  

Por exemplo, em um escritório físico seu filho não poderia usar seu dispositivo móvel cedido pelo trabalho para jogos ou filmes.  

E se você considera seu laptop e dispositivos móveis ativos apenas do seu trabalho, fica muito mais fácil controlar o acesso a dados confidenciais e consequentemente evitar incidentes de segurança no trabalho remoto. 

>> Saiba mais: Principais desafios de suporte de TI em tempos de COVID-19 e como lidar com eles.

Siga as políticas de segurança da informação de sua organização à risca. 

Ilustração de política de segurança. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

É provável que sua empresa tenha políticas claras para acessar a rede da empresa fora do escritório.  

Essas diretrizes e regras sempre devem ser seguidas, mas é especialmente importante quando você trabalha remotamente. 

Relate qualquer comportamento suspeito à TI imediatamente e siga os padrões básicos de ‘higiene eletrônica”, como sistemas operacionais atualizados, antivírus/malware e verificação regular”. 

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre gerenciamento de incidentes de TI. Confira 7 dicas.

Cuidado com os dispositivos inteligentes.

Ilustração perigos dispositivos inteligentes.

Desligue dispositivos inteligentes controlados por voz que estejam próximos de sua estação de trabalho em casa e cubra a webcam quando não estiver em uso. 

Assistentes de voz como Alexa, Siri, Cortana ouvem o que está sendo dito no ambiente e transmitem ao fornecedor.  

A possibilidade dessas gravações caírem em mãos erradas, embora pequenas, não pode ser descartada.  

Portanto, esses dispositivos não precisam estar em salas onde você discute assuntos importantes ou pelo menos devem ser desligados.  

E certifique-se de cobrir a webcam no seu PC quando não estiver em uso e tenha cuidado com o que você compartilha através da função de vídeo. 

>> Saiba mais: 11 maneiras de motivar seus agentes de atendimento ao cliente com um pouco de psicologia.

Se precisa realmente usar dispositivos pessoais não misture o uso pessoal e comercial de dispositivos. 

Imagem homem adulto jogando video game. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Faça uma distinção clara entre dispositivos e informações para uso comercial e pessoal e não transfira dados de trabalho para dispositivos pessoais.  

Isso impedirá qualquer saída não intencional de informações.

Como efeito colateral, também ajuda a separar psicologicamente o tempo que você está “no trabalho” do tempo em que está “em casa”. 

>> Saiba mais: 2020 chegou e a Lei Geral de Proteção de Dados também. E você já sabe o que fazer?

Backup e nuvem, adote esse mantra. 

Ilustração sobre backup na nuvem. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

Se deseja realmente manter o seu negócio protegido contra qualquer tipo de imprevisto, é essencial manter a rotina periódica de backups.  

Soluções em nuvem podem ser cruciais nesse processo. 

Elas permitem que os dados da empresa sejam salvos em servidores online, disponíveis 24h. 

Desse modo, além de garantir o backup automático dos dados, você poderá ter acesso aos dados que quiser e quando quiser. 

Mesmo que não esteja logado no computador corporativo, usando apenas seu login e senha. 

A medida facilita não só o acesso remoto às informações direto do home office, como também garante alta eficiência e proteção em uma infraestrutura preparada, em segurança física e lógica, para realizar este processo. 

Além do mais soluções na nuvem, contam com medidas de cibersegurança e um suporte técnico 24h em caso de imprevistos. 

O Milldesk é um bom exemplo. É uma plataforma completa de Help Desk e Service Desk, que ajuda a melhorar o atendimento aos clientes e a integrar os processos da empresa.  

Aproveite, agora mesmo, para fazer um teste gratuito. 

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>> Saiba mais: 20 melhores aplicativos de produtividade e + 1 de bônus, para você viver um ano novo melhor.

Identifique proativamente todos os participantes das reuniões online. 

Foto de homem em reunião online. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

As teleconferências e videoconferências são um excelente substituto para as reuniões presenciais. 

Ao mesmo tempo, porém, é mais difícil verificar se todos na linha foram realmente convidados. 

É especialmente fácil para pessoas não autorizadas que adquiriram os dados de discagem se infiltrarem em grandes reuniões online com muitos participantes. 

É por isso que todos os que aparecem no software da reunião precisam se identificar brevemente, principalmente se você estiver discutindo tópicos confidenciais e compartilhando apresentações na tela. 

Outra dica importante: sempre adquira softwares e aplicativos de fontes seguras. 

>> Saiba mais: 15 dicas para escrever um bom email de suporte ao cliente!

Desconecte-se quando parar de usar seus dispositivos e armazene-os com segurança. 

Foto de notebook ligado em cima de mesa.

Mesmo que você esteja apenas fazendo uma pequena pausa, bloqueie a tela do seu PC e dispositivos móveis da mesma forma que faria no trabalho para que eles não fiquem acessíveis durante a sua ausência.  

E, é claro, você também precisa proteger os dispositivos contra uso não autorizado ou até roubo quando estão em sua casa. 

>> Saiba mais: 6 maneiras que uma solução de help desk na nuvem beneficia as empresas de pequeno porte.

Melhores práticas para os empregadores. 

Ilustração de moça ao lado de checklist.

Para proprietários de pequenas empresas, recomendamos as seguintes precauções para limitar os riscos à segurança enquanto os funcionários trabalham em casa. 

  1. Exija que os funcionários usem uma senha não armazenada para se conectar à rede, especialmente para acesso à VPN.
  2. Aplique tempos limites razoáveis de sessão para programas ou aplicativos confidenciais. Um usuário não precisa se reconectar depois de caminhar até a cozinha para servir uma xícara de café. Mas, ao mesmo tempo, você não pode confiar que todos os funcionários sempre encerram a sessão quando terminam o expediente do dia.
  3. Limite o acesso ao programa/arquivo apenas às áreas absolutamente necessárias para esse colaborador.
  4. Reserve o direito de encerrar o acesso dos funcionários a qualquer momento.

Acima de tudo, você precisa definir políticas, procedimentos e diretrizes para os colaboradores que usam os recursos da empresa fora do escritório. 

>> Saiba mais: Qual estratégia de alerta reduzirá o ruído de um monitoramento diário?

Outra boa prática: conscientize os colaboradores. 

Imagem de capacitação de colaboradores. Dicas para não sofrer com a falta de segurança da informação no home office.

A educação e conscientização são pontos fundamentais para que todos os usuários estejam cientes do grau de responsabilidade que é exigido de cada um, quanto a segurança da informação no home office. 

Que todos aqueles que irão aderir a essa modalidade de trabalho estejam conscientes dos riscos aos quais podem estar expostos. 

E quais são os cuidados que devem ter ao acessar dispositivos fora da empresa. 

As pessoas devem entender que os dispositivos utilizados fora do escritório podem se tornar uma porta de entrada para toda a empresa. 

Por isso, é fundamental que todos os equipamentos sejam utilizados de forma adequada. 

Os cibercriminosos estão em alerta e se aproveitando das vulnerabilidades em segurança da informação, ocasionadas pelo home office e planejando ataques que podem prejudicar dados e informações corporativas.  

Por consequência, é crucial se precaver para não ser uma porta de entrada para o comprometimento da rede corporativa da empresa.   

Esteja preparado(a) para esse “novo normal”, para esse modelo, afinal, esse é o cenário atual dos negócios e pode ser a nova realidade para muitas empresas daqui pra frente. 

5 erros de segurança em TI que podem comprometer a segurança de dados

Segurança em TI. Imagem com a palavra Security.

Dados são extremamente importantes para qualquer empresa. Eles ajudam a entender melhor o cliente e o mercado, tomar decisões estratégicas, avaliar o desempenho do negócio… Você não vai querer que eles acabem nas mãos erradas. Por isso, o assunto do momento é a segurança em TI.

Isso não significa que segurança em TI e a proteção  de dados sejam puro modismo; a questão é séria.

Quer ver um exemplo? Em 2017, de acordo com um relatório da Common Vulnerabilities and Exposure (CVE), foram registradas 14.6 mil vulnerabilidades, o equivalente a 40 ameaças por dia. Esse número representou um aumento de 120% em relação ao ano anterior.

Ainda não está convencido? E se você soubesse que a Netshoes, gigante do e-commerce brasileiro, foi vítima dessas vulnerabilidades? Pois é: em Dezembro de 2017, a base de dados da empresa foi atacada por um hacker que revelou dados sigilosos de quase 2 milhões de usuários cadastrados.

Gif do filme esqueceram de mim.

Não foram vazadas informações vitais, como número e senha de cartões, mas esse incidente realmente dá um gostinho (amargo) de como as falhas na proteção de dados pode ser perigosa. Imagine as consequências, por exemplo, se isso tivesse acontecido com uma empresa do setor financeiro!

Nesse post, você vai ver os erros mais comuns de segurança em TI que afetam a proteção de dados. Se você entendeu a gravidade do assunto, fique atento a essas informações!

>> Saiba mais: Por que você deve se importar com os dados de atendimento?

A LGPD pode inviabilizar seu negócio em caso de incidentes de segurança

Mas, antes… Vamos falar um pouco sobre a LGPD. Você sabe o que é isso?

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados, ou Lei 13.709/2018. Alguns artigos já entraram em vigor, enquanto outros devem entrar em vigor a partir de agosto de 2020.

Por que essa lei é importante? Basicamente, ela estabelece deveres de reparação e sanções administrativas quando acontece incidentes de segurança.

Isso significa que, se o seu negócio estiver envolvido em um desses acidentes e for determinado que houve culpa, pelo não cumprimento de alguma conduta que essa lei exige, você pode levar um sério prejuízo, na forma de indenizações ou multas, por exemplo.

Para um negócio menor (que também está sujeito a essa mesma lei), o resultado pode ser tão ruim que leve até a fechar as portas.

Por isso, é bom ficar de olho na LGPD e ter certeza de que está atendendo todas as suas determinações. A boa notícia é que ainda dá tempo de se adequar a essa norma!

>> Saiba mais: Como implementar melhores práticas de atendimento à ferramenta de help desk?

5 erros de segurança em TI que podem comprometer a proteção de dados

Como segurança em TI e proteção de dados são assuntos tão importantes, há muitas organizações e empresas que estão fazendo levantamentos para traçar um panorama. A Oracle é uma delas, e fez um estudo muito cuidadoso sobre os erros mais comuns.

Conhecer esses erros é o primeiro passo para a prevenção (e, como sua avó dizia, prevenir é bem melhor do que remediar – ou, nesse caso, aplicar um plano de resposta à violação de dados).

O estudo completo tem dezenas de itens, divididos em várias categorias. Nesse post, vamos apresentar de uma maneira simples, sem muitos detalhes técnicos, os principais erros identificados pela Oracle.

Gif do esquete porta dos fundos, personagem dizendo: "Errou feio. Errou feio, errou rude."

  1. Credencial dos usuários não é protegida

Se a credencial dos usuários não for protegida, outras pessoas podem encontrar brechas para usar essas credenciais e ter acesso aos dados. Existem diferentes tipos de medidas para proteger as credenciais, como a troca obrigatória de senha com uma periodicidade fixa.

Por exemplo, a cada 3 meses, todos os usuários são obrigados a alterar sua senha. Para tornar essa medida mais eficiente, a aplicação não permite que a mesma senha seja repetida.

  1. Falta de logs, ou logs parciais e inconsistentes

Os logs são registros de tudo que acontece na aplicação, do que os usuários fizeram, das alterações, atualizações, erros, e assim por diante.

Quando não há logs, ou eles são parciais e inconsistentes, os desenvolvedores ou administradores não têm informação confiável sobre o que está acontecendo. Isso pode evitar que um problema de segurança de dados seja detectado e corrigido a tempo.

  1. Dados não são criptografados

Criptografia é uma técnica que utiliza um código para colocar informações em um formato que só pode ser decifrado por quem tem permissão.

Basicamente, isso significa que, se alguém sem permissão conseguir colocar as mãos nos dados, não vai poder fazer nada com eles, porque eles não estão em um formato que pode ser lido.

A falta de criptografia, por outro lado, significa que qualquer um que consiga chegar aos dados vai poder fazer o que quiser com eles.

  1. Falta de liberação de patches

Depois que uma aplicação é colocada para funcionar, posta em uso, podem ser identificados problemas ou oportunidades de melhoria. É lógico que você não vai recolher essa aplicação, fazer as mudanças, implementá-la de novo e começar a usar do zero.

Em vez disso, são liberados patches, palavra que significa “remendos”. Então, basta instalar o patch por cima da aplicação que já está implementada.

A falta de liberação de patches é um problema porque indica que os problemas (inclusive aqueles ligados a proteção de dados) não estão sendo corrigidos.

  1. Erros humanos

O erro humano não entrou no estudo da Oracle sobre erros mais comuns, mas é um problema que a mesma empresa levantou em um artigo publicado no seu blog de segurança da nuvem.

Uma pesquisa entre usuários da Oracle indica que o erro humano é visto por 77% das empresas como uma ameaça potencial à segurança de dados.

Entre os erros humanos mais frequentes, um estudo da Verizon aponta o envio incorreto (por exemplo, enviar arquivos por e-mail para a pessoa errada) e publicação indevida (por exemplo, publicar uma selfie nas redes sociais sem perceber que, ao fundo, está a tela do computador com informações sigilosas).

Gif desenho animado com a seguinte legenda: "When U know you´ve made a mistake".

O erro humano também pode estar ligado aos erros de segurança em TI. Por exemplo, se um patch é liberado para resolver uma falha que compromete o controle de acesso à aplicação, mas o usuário não instala esse patch, a falha permanece, criando brechas para invasões e vazamentos de dados.

De que forma a solução Milldesk ajuda na segurança em TI

Implementar boas aplicações, que apresentem protocolos adequados de segurança, é essencial para assegurar a proteção de dados na sua empresa. Se você tem essa preocupação, já está no caminho certo.

Gif ator Chuck Norris fazendo sinal de joinha.

Esse é um dos fatores que você deve levar em consideração ao escolher a ferramenta de help desk ideal.

A Milldesk é um sistema de helpdesk que se preocupa com segurança em TI. Uma de nossas prioridades é preservar os dados dos seus clientes e, claro, qualquer informação que possa revelar aos concorrentes como a sua empresa funciona. Veja alguns exemplos práticos:

  • Atualizações do sistema são feitas com frequência;
  • Todos os dados são criptografados;
  • É possível controlar o acesso dos usuários ao sistema individualmente, controlando as permissões de cada um, além de criar ou excluir usuários sempre que necessário.

Quer saber mais? Conheça o Milldesk! Entre em contato com a gente e nossa equipe vai tirar todas as suas dúvidas sobre os recursos, os benefícios e, claro, as garantias de segurança em TI.

As vantagens de se fazer uma gestão de ativos de TI eficaz!

Gestão de Ativos

Um dos grandes desafios de uma empresa de TI é proporcionar uma gestão de ativos de tecnologia de forma eficiente e que gere retorno com a identificação, controle e manutenção dos recursos tecnológicos de uma organização. De forma adequada, permite uma redução de custos relacionados à infraestrutura do negócio e da TI. Softwares podem auxiliar no inventário de forma automatizada, como o Invnet da Milldesk.

Uma gestão de ativos eficaz permite tanto o controle junto à infraestrutura física, com a prevenção de extravios, roubos e perdas dos equipamentos quanto com o controle via software, analisando e evitando a utilização de produtos de softwares sem licença e obsoletos, além dos próprios equipamentos em si. Isto tem impacto direto na produtividade e resultados do negócio, ajudando a reduzir custos e a manter a qualidade do trabalho.

E você, quer saber mais sobre como fazer uma gestão de TI eficiente? Continue acompanhando a nossa publicação!

Manutenção de ativos

Pontos importantes para uma gestão de ativos de TI

Uma gestão de ativos de TI tem como responsabilidade principal cuidar de todos os componentes relacionados a Tecnologia da Informação dentro da empresa, sejam eles físicos ou não. Este cuidado passa desde a saber como estão sendo utilizados e vai até a quesitos de segurança da informação, isso inclui a homologação de softwares que podem ser usados sem que hajam falhas de segurança. Alguns pontos que são importantes para uma gestão de ativos de TI são listados abaixo:

  1. Faça a organização e mapeamento dos seus ativos de TI

O ponto principal de qualquer gestão de ativos de TI é entender e organizar todos os componentes que compõem o setor. Saber os detalhes de quem são os usuários dos sistemas, dos equipamentos e aonde estão localizados em cada departamento, são informações valiosas para a gestão de TI.

Esta organização e mapeamento deve conter também as correlações entre os equipamentos, áreas e funcionários, levando em consideração a infraestrutura geral da gestão de TI. Um ponto importante é a consistência da informação a qual está sendo colocada no inventário de ativos.

A estrutura e a organização dos recursos de tecnologia precisam estar alinhados com a estratégia da empresa, mantendo as informações reunidas de forma consistente e que faça sentido para a gestão de ativos de TI.

>> Saiba mais: Saiba como o help desk colabora para a redução de custos na empresa

  1. Promova a interligação dos dados

Reunir as informações e manter os dados alinhados é importante para que haja uma gestão realmente efetiva, principalmente quando se utiliza uma ferramenta help desk no inventário dos ativos, como o Invnet da Milldesk. Os ganhos ao se utilizar este tipo de ferramenta são grandes e tem como principal pilar o controle real e de forma automatizada.

Tornar as informações úteis e acessíveis são também uma ótima forma de ganho deste tipo de integração entre os dados, faz com que se poupe tempo e trabalho de toda a equipe. Um bom exemplo é relacionar uma falha ou algum ticket aberto da equipe de suporte com algum ativo de hardware, promovendo assim mais informações para o time e mais dados de histórico que irão dar embasamento às decisões da equipe de gerência.

>> Saiba mais: Por que a análise dos dados de atendimento é importante?

  1. Acompanhar o ciclo de vida e automatize algumas ações

Tanto hardware como software, os ativos de TI possuem um ciclo de vida que percorre diversos estágios da sua utilização. O ciclo de vida e os estágios dos ativos são ótimas formas de controlar a utilização mais eficiente, principalmente quando há alguma mudança de estágio. Nestas mudanças, o sistema é informado é são gerados dados como o motivo, data, hora.

A automatização também vai além do controle do ciclo de vida, com a automatização dos alertas e do controle da cadeia de ações que deve ser voltada para a diminuição de falhas que possam afetar a usabilidade dos ativos. Esta automação também pode ser utilizada na prevenção de falhas, como exemplo ao alertar o gerente da área sobre o prazo próximo para o vencimento da alguma licença.

>> Saiba mais: Como automatizar processos de TI?

Gestão de ativos

Uma ferramenta de help desk na gestão de ativos de TI

Com a gestão de ativos de TI, o monitoramento da infraestrutura e o acesso as possíveis falhas de arquitetura e perdas de performance se tornam mais fáceis devido ao acesso a informação. Os benefícios da integração dos dados na gestão de ativos de TI são diversos, desde a um melhor atendimento ao cliente até o benefício no gerenciamento como um todo, com decisões mais assertivas.

O Invnet da Milldesk é um ótimo exemplo de um bom software para gestão de ativos de TI. Ele permite o inventário de hardware e software, sendo gerado de forma automatizada, promovendo uma redução de custos e eficiência na gestão de tecnologia. Permite também o controle de cada ponto da rede através de relatórios de inventário, sem que haja a necessidade de visitar cada local fisicamente.

>> Saiba mais: Como se livrar do medo de trocar de Help Desk?

Próximos passos

Ter uma boa gestão de ativos de TI permite que a área se torne mais eficiente e eficaz como um todo, principalmente para um melhor controle e aplicação da automação para melhorar os indicadores deste gerenciamento. Um bom software de gestão de TI pode auxiliar e melhorar este controle como um todo, como o Invnet da Milldesk.

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Quer dobrar o faturamento de sua empresa de TI? Então aplique estas duas técnicas!

Seja qual for o seu negócio, seja qual for o seu ramo, é preciso estar atento às estratégias que podem diferenciar o seu negócio e alavancar o faturamento da empresa de TI, não mesmo?

Por isso queremos falar sobre duas técnicas que são bem utilizadas no varejo e que podem ser extremamente úteis para as empresas de TI: o Princípio de Pareto e o Upsell.

Ambas estratégias de marketing são utilizadas para aumentar os resultados das vendas e até mesmo dobrar o faturamento de empresas de TI, quando aplicadas do jeito certo.

Mas, antes de partirmos para a aplicação de ambas no mercado de TI, precisamos antes de tudo dominar estes conceitos, certo? Vamos lá.

Muito prazer, esta é a técnica do Upsell

O Upsell diz respeito à estratégia de oferecer produtos ou serviços que são úteis ao consumidor, entretanto, ele são ofertados apenas após a aquisição do serviço ou produto principal.

Upsell é vender mais de um mesmo produto/serviço para um mesmo cliente. Exemplo: vender um lanche com dois hambúrgueres, em vez de apenas um

Ou levando para o mundo da TI imagine: uma determinada empresa que está precisando de um software emissão de nota fiscais e decide comprar o da empresa X, é natural que a empresa X também queira ofertar os serviços especializados de consultoria tributária ou de gestão empresarial que desenvolve, por exemplo.

Contudo, se a empresa vier com essa opção adicional ao software, a chance de a pessoa adquirir estes serviços junto ao pacote final é muito pequena e é neste momento que podemos inserir a técnica de Upsell.

Desta forma, em nosso exemplo, a empresa X iria oferecer seus serviços de consultoria depois que a pessoa já tivesse comprado o software de gestão.

Mas, você deve estar se perguntando: “por que fazer dessa maneira”?

Especialistas em marketing e vendas sugerem que a técnica de Upsell seja utilizada, pois existem diversos fatores psicológicos ligados ao ato da compra.

E, realmente, apesar de o comportamento do consumidor ter se modificado ao longo do tempo, o fator psicológico continua sendo essencial e o que dá força para a técnica de Upsell.

No entanto, é preciso oferecer algo que realmente seja uma vantagem muito grande para quem já realizou a compra, como por exemplo, oferecer servidor dedicado,planos baseados em funcionalidades, suporte especializado, etc, a quem adquiriu uma tecnologia do mercado.

Frisando: Upselling não é empurrar de qualquer jeito algo que um cliente nunca irá precisar.

Mostre as vantagens de comprar algo melhor, que agregue valor para o cliente e torne a compra alcançável para ele.

Por exemplo, se a oferta de upselling for cara demais para o cliente, mostre apenas o quanto ele vai ganhar de rendimento, ou seja, quanto a mais ele vai pagar por mês ou quanto ele vai ganhar de desconto na renovação do serviço.

Você precisa ajudar o cliente a enxergar o upselling como uma grande vantagem.

E o Princípio de Pareto, como entra nessa história de faturamento da empresa de TI?

Basicamente, o Princípio de Pareto (também chamado de regra 80/20), afirma que para muitos fenômenos, 80% das consequências advêm de 20% das causas.

Como assim?

Bem, no Século XIX, um economista italiano, após realizar alguns estudos, descobriu que as pessoas eram divididas naturalmente entre “alguns com muito” e “muitos com pouco”, isso lhe parece familiar?

Analisando comunidades de seu país, ele estabeleceu dois grupos de proporções 80-20: o grupo majoritário (que compreende 20% da população) detinha 80% dos recursos disponíveis.

E o grupo minoritário, formado por 80% da população, detinha os 20% destes recursos.

Este homem se chamava Vilfredo Pareto, e naquele momento foi enunciado, pela primeira vez, o Princípio de Pareto, que hoje foi apropriado pelo mundo dos negócios como uma metodologia de priorização.

Embora tenha suas origens na sociologia, com certeza está no rol das grandes teorias que acabam servindo para quase todas as áreas de conhecimento.

Quando Pareto enunciou seu pensamento, provavelmente nunca lhe passou pela cabeça que, muito tempo depois, ele serviria para que gestores e empreendedores, entendessem que 80% dos nossos resultados profissionais têm origem em 20% das nossas tarefas – e vice-versa.

Traduzindo isso para uma linguagem mais comercial, significa que 80% de suas receitas são originadas a partir de 20% dos seus clientes.

Pense no seguinte exemplo: uma empresa A possui um software de gestão empresarial com o valor de R$1.000,00. E em sua carteira de clientes, temos 100 usuários.

Isso significa que sua receita é de R$100.000,00. Contudo, pelo Princípio de Pareto, temos que 20 desses clientes podem pagar até 4 vezes mais, de maneira a atingir os 80% do resultado de sua receita.

Então, como juntar as duas técnicas de marketing em uma única estratégia? É hora de utilizar o Upsell com os 20% da sua clientela, de maneira a dobrar o seu faturamento.

Neste caso, você irá desenvolver negócios com clientes que estão satisfeitos, que já realizaram a primeira compra e querem versões mais avançadas, mais funcionalidades, etc.

Porque, no momento de definir o público-alvo, você pode focar em um atendimento especial para os 20% que desejam opções mais avançadas e têm mais probabilidade de dar lucros e de gerar crescimento ao negócio.

Você pode por exemplo, durante uma campanha de vendas, disparar uma informação para 100% dos clientes e posteriormente aplicar uma abordagem um pouco mais personalizada, com telefonemas, email marketing, etc, para aqueles 20% que podem gerar resultados mais significativos para a uma campanha específica.

Pra finalizar, um pouquinho mais de Pareto na gestão e faturamento da empresa de TI

O Princípio de Pareto pode inclusive servir para gerir melhor o seu time de vendas, imagine descobrir que 20% dos seus funcionários são os responsáveis por 80% dos resultados da sua empresa?

Você com certeza fará de tudo para evitar ao máximo que eles saiam da sua empresa, certo?

Ou talvez você descubra que 20% dos seus clientes representam 80% de todas as suas vendas, de novo, você fará de tudo para não perdê-los, não é mesmo?

Trate-os bem. Faça um bom pós-venda, capriche no suporte ao seu cliente, especialize-se em saber como atendê-los melhor, como resolver melhor suas dores e necessidades.

Obviamente não se trata de esquecer os outros 80%, até porque quando deixamos um cliente de lado independentemente de quanto ele gasta na nossa empresa, estamos praticamente entregando-os de bandeja para a nossa concorrência.

Uma abordagem não exclui a outra, os clientes restantes são também parte integrante e estratégica da cadeia de valor do seu negócio.

Não é verdade que você tem relações mais fortes com esses clientes (20%) e que eles enxergam valor no seus produtos ou serviços? O valor que você cria para essas pessoas ou empresas não é maior do que o seu preço, por si só?

Se uma parcela de seus clientes enxergam valor no que a sua empresa faz, outra parcela dos clientes pode muito bem também enxergar, pense da seguinte forma: o trabalho que você faz em gerar valor para 20% de seus melhores clientes pode – e deve ser – aproveitado para gerar valor para toda a carteira de clientes.

Realmente pode ser um trabalho bem difícil, afinal, nem sempre o que funciona com um cliente ou um grupo de clientes, necessariamente funcionará com todos os outros.

Mas, mesmo assim, a única maneira de trazer os 80% restante de clientes para a sua empresa é agregando valor ao que você faz. Como? Bem, a percepção de valor é o que impulsiona a aquisição, o crescimento e a retenção dos clientes.

Essa é uma lição muito importante sobre a criação de valor para o cliente e é o que você precisa para deixar de competir por preço.

Pense que se aproximar desses clientes é uma grande oportunidade de gerar valor e evitar que eles se aproximem da sua concorrência.

O trabalho da sua empresa em cima dos 80% restantes dos clientes é fazer com que eles percebam o valor e a utilidade dos seus produtos ou serviços, exatamente como acontece com os 20% de clientes que percebem.

Agora é com você!

Qual a importância do inglês no mundo do TI?

Como ter um service desk com foco no cliente? Aprenda!

 

Qual a importância do inglês no mundo do TI? Saber inglês é quase que uma obrigação do profissional de TI, há empresas que tratam este conhecimento como o principal requisito para trabalhar na área. A língua inglesa é a mais falada no mundo justamente por ser a língua oficial do país de maior influência no planeta. Em eventos, publicações e negociações internacionais é ela quem comanda.
Existem quatro pontos principais que motivam a importância do inglês para o profissional de Tecnologia da Informação, veremos eles a seguir.

O primeiro dos pontos a serem considerados quando se fala na importância do inglês para os profissionais de TI é a variedade de materiais a serem estudados. Os livros, artigos e materiais em geral que devem ser lidos por estes profissionais são, em sua quase absoluta maioria, escritos em inglês. Alguns são traduzidos para a língua portuguesa, mas a infinidade de aparatos em inglês colocam o profissional com este domínio alguns passos à frente.

Já exploramos, em outros momentos, a importância de um profissional de Ti manter-se informado sobre as novidades na tecnologia. Como os desenvolvedores de sistemas, aplicativos e tecnologia em geral são feitos fora do Brasil, as notícias sobre eles saem primeiro em inglês, em sites especializados, depois são traduzidos pro blogueiros ou empresas daqui, mas até chegar aqui, há, muitas vezes, um longo caminho.

O último dos pontos refere-se à cooperação com empresas estrangeiras. Como grande parte das industrias de tecnologia estão ou tem filiais em outros países, para que haja comunicação entre lá e cá é necessário que todos conheçam a mesma linguem: o inglês. Sem contar que este perfil de profissional é almejado por empresas de fora, ter domínio do inglês dá uma grande vantagem competitiva.

A falta de conhecimento na língua pode, de cara, tirar um profissional da disputa por uma vaga de emprego. Se você está pensando em seguir na área de TI e ainda não saiu em busca do inglês, essa é a hora!

Fonte: easervices.com.br