SLA de atendimento na prática: como medir, aplicar e melhorar seus indicadores.

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Falar de SLA (Service Level Agreement) costuma causar duas reações no mundo do suporte. Ou alguém finge que domina o assunto, ou alguém revira os olhos lembrando de planilhas que ninguém atualiza. 

Mesmo assim, o SLA de atendimento continua sendo um dos pilares mais importantes da gestão de serviços de TI, do Help Desk e do Service Desk moderno.

A boa notícia é que SLA não precisa ser um documento burocrático esquecido numa pasta. Quando bem definido, medido e acompanhado, ele vira um instrumento real de controle, melhoria contínua e redução de conflitos entre TI e usuários.

E sim, dá para fazer isso sem sofrimento.

 O que é SLA e por que ele importa de verdade.

O SLA (Service Level Agreement), ou Acordo de Nível de Serviço, é o documento que transforma promessas vagas em compromissos mensuráveis. 

Em vez de frases como “vamos tentar resolver rápido”, o SLA define prazos claros, níveis de prioridade, responsabilidades e critérios objetivos de qualidade para o atendimento. 

Dizendo em outras palavras, ele coloca números onde antes existia apenas boa vontade.

Na prática, o SLA de atendimento funciona como um contrato operacional entre quem presta o serviço e quem depende dele. 

Ele especifica quanto tempo o Help Desk ou Service Desk tem para responder, resolver e encerrar chamados, considerando tipo de solicitação, impacto no negócio e urgência. 

Sem SLA, tudo vira emergência. Com SLA, cada chamado encontra seu lugar na fila, sem drama desnecessário.

Além disso, o SLA é a base dos indicadores de atendimento. Métricas como tempo de primeira resposta, tempo médio de resolução, cumprimento de SLA e nível de serviço acordado só fazem sentido quando existe um acordo formal por trás. 

Caso contrário, os relatórios até ficam bonitos, mas não sustentam decisões nem conversas difíceis com a gestão.

Há também um fator psicológico importante. Um SLA bem definido reduz conflitos porque alinha expectativas, o usuário sabe quando será atendido. 

O time de suporte sabe o que priorizar, a liderança para de ouvir frases como “demorou porque era complicado” e passa a enxergar dados concretos. Menos ruído, mais previsibilidade.

Mesmo assim, vale o alerta com bom humor: SLA não é varinha mágica

Ele não resolve problemas sozinho e muito menos compensa processos mal definidos ou falta de ferramenta adequada. 

Um SLA mal planejado, irreal ou ignorado vira apenas mais um número sendo descumprido em silêncio, geralmente até alguém lembrar dele numa reunião tensa.

Quando bem estruturado, monitorado e integrado a um software de gestão de chamados, o SLA na prática deixa de ser burocracia e passa a ser um verdadeiro instrumento de gestão de serviços de TI, ajudando a melhorar a eficiência operacional, a experiência do usuário e a maturidade do atendimento como um todo.

Principais indicadores de SLA no atendimento.

Quando o assunto é SLA de atendimento, os indicadores são o que impede o discurso otimista de vencer a realidade operacional. 

Eles traduzem o acordo em números e mostram, sem rodeios, se o Help Desk ou Service Desk está cumprindo o que prometeu ou apenas torcendo para ninguém conferir.

O tempo de primeira resposta costuma ser o primeiro indicador analisado, ele mede quanto tempo o usuário espera até receber um retorno inicial após abrir o chamado. 

Não significa solução imediata, mas sinaliza que o atendimento começou, na percepção do usuário, esse indicador pesa bastante.

Um retorno rápido acalma até chamados complexos. Um silêncio prolongado transforma qualquer solicitação simples em crise existencial.

Outro indicador fundamental é o tempo médio de resolução, também conhecido como MTTR (Mean Time to Resolution)

Ele mostra quanto tempo o chamado permanecerá aberto até ser efetivamente resolvido. 

Aqui entram fatores como complexidade técnica, dependência de terceiros, clareza na abertura do ticket e maturidade dos processos. 

Quando o MTTR começa a subir sem explicação, geralmente há gargalos escondidos pedindo atenção.

O cumprimento de SLA é o indicador que a gestão mais gosta de ver, e o time de suporte mais teme quando está em vermelho. 

Ele representa o percentual de chamados atendidos dentro do prazo acordado. Um SLA de 95% parece ótimo no papel, mas se os 5% restantes forem sempre incidentes críticos, o problema continua existindo, só que bem maquiado.

Também merece destaque a taxa de reabertura de chamados

Quando um ticket é fechado rápido demais e volta para a fila, o SLA até pode parecer cumprido, mas a qualidade do atendimento despenca. 

Reaberturas frequentes indicam diagnósticos superficiais, pressão por fechar chamados ou falta de validação com o usuário.

O backlog de chamados, embora nem sempre esteja formalmente atrelado ao SLA, influencia diretamente os indicadores. 

Um volume alto de tickets acumulados costuma aumentar tempos de resposta, estourar prazos e gerar aquele efeito dominó que transforma uma segunda-feira comum em um teste de sanidade coletiva.

Por fim, o nível de satisfação do usuário, geralmente medido por pesquisas rápidas após o encerramento do chamado, ajuda a contextualizar os números. 

Um SLA cumprido com usuários insatisfeitos é um alerta claro de que os indicadores estão sendo tratados como fim, e não como meio.

Em conjunto, esses indicadores de SLA oferecem uma visão realista da operação. Eles não existem para punir equipes, mas para revelar onde o processo falha, onde a automação ajuda e onde ajustes simples podem evitar noites mal dormidas. 

Quando bem acompanhados, deixam de ser estatística e passam a orientar decisões que realmente melhoram o atendimento.

Como definir SLA de forma realista.

Definir SLA de atendimento de forma realista é o momento em que o entusiasmo encontra a capacidade operacional. 

É aqui que muitas empresas tropeçam, geralmente ao criar prazos ideais para um cenário perfeito que só existe em apresentações de slide. Na vida real, chamados vêm incompletos, usuários esquecem detalhes importantes e sistemas caem sempre fora do horário comercial.

O primeiro passo para um SLA na prática é olhar para dados históricos. 

Antes de prometer tempos agressivos de resposta e resolução, é fundamental analisar quanto tempo os chamados realmente levam para serem atendidos hoje. 

Métricas como tempo médio de resolução, tempo de primeira resposta e volume diário de tickets revelam limites claros da operação. Ignorar esses números é como planejar uma maratona sem saber se o time aguenta correr dois quilômetros.

Outro ponto crítico é a classificação correta de chamados por prioridade. Nem tudo é urgente, mesmo que o usuário diga que é. 

Um SLA eficiente separa incidentes críticos, como sistemas fora do ar, de solicitações rotineiras, como criação de acessos ou ajustes simples. 

Quando tudo recebe o mesmo prazo, o SLA perde sentido e o time entra em modo permanente de emergência.

Além disso, o impacto no negócio precisa fazer parte da equação, por exemplo, um problema em um sistema financeiro no fechamento do mês exige um SLA muito mais rigoroso do que uma falha pontual em uma ferramenta pouco utilizada.

SLA sem contexto de negócio vira apenas um número bonito em relatório, mas completamente desconectado da realidade operacional.

Também é essencial considerar a capacidade real da equipe

Quantas pessoas atendem chamados? Qual o nível técnico médio? Existem dependências de terceiros, como fornecedores ou integrações externas? Um SLA bem definido leva tudo isso em conta. 

Caso contrário, ele nasce descumprido, o que mina a credibilidade do acordo e desgasta o time de suporte.

Por fim, um SLA de atendimento realista nunca deve ser imutável. Ele precisa ser revisado periodicamente, com base na evolução dos processos, no crescimento da demanda e no uso de automações. 

Quando o atendimento melhora, os prazos podem ser ajustados, quando o volume explode, o SLA precisa refletir essa nova realidade, antes que vire motivo de piada interna.

Definir SLA não é prometer milagres. 

É alinhar expectativas, proteger o time e criar uma base sólida para a gestão de serviços de TI funcionar de verdade, com menos drama e mais previsibilidade.

Aplicando SLA no dia a dia do suporte.

Aplicar SLA no dia a dia do suporte é o ponto em que a teoria finalmente precisa sobreviver ao contato com a realidade. Definir prazos em um documento é fácil. 

Fazer o SLA de atendimento funcionar em meio a chamados incompletos, prioridades conflitantes e interrupções constantes é outra história, ainda assim, quando bem aplicado, o SLA deixa de ser cobrança e passa a ser guia operacional.

O primeiro passo é integrar o SLA diretamente ao fluxo de atendimento, isso significa que o prazo não pode depender da memória do analista ou de anotações paralelas. 

Um software de Help Desk ou Service Desk deve controlar automaticamente os tempos de resposta e resolução, considerando prioridade, tipo de chamado e horário de atendimento. Quando o relógio corre sozinho, o SLA começa a ser levado a sério.

Outro ponto essencial é a automação de regras de SLA

Chamados críticos precisam de prazos mais agressivos. Solicitações simples podem seguir SLAs mais flexíveis. 

A automação garante que cada ticket receba o acordo correto desde a abertura, evitando aquela situação clássica em que tudo vira urgente porque alguém marcou prioridade alta por impulso.

Os alertas e notificações de SLA também fazem diferença no cotidiano do suporte. 

Avisos automáticos quando um chamado está próximo de violar o prazo permitem ações preventivas, como redistribuição de demandas ou escalonamento técnico, é sempre melhor agir antes do estouro do SLA do que explicar depois por que ele foi descumprido.

Além do mais, o SLA precisa ser visível para o time

Dashboards claros, com indicadores de atendimento em tempo real, ajudam os analistas a entender o que realmente importa naquele momento. 

O chamado mais antigo nem sempre é o mais urgente, o que está mais próximo de violar o SLA geralmente merece atenção imediata, mesmo que não faça barulho.

Vale lembrar que aplicar SLA não significa acelerar tudo a qualquer custo

Fechar chamados às pressas para “bater meta” costuma gerar reaberturas, retrabalho e usuários insatisfeitos, um SLA bem aplicado equilibra velocidade e qualidade, priorizando resolução correta, não apenas rápida.

No fim das contas, SLA na prática é rotina, não um evento especial. 

Quando integrado ao processo, apoiado por tecnologia e compreendido pelo time, ele deixa de ser um vilão silencioso e passa a funcionar como um GPS do atendimento, indicando onde focar esforços e evitando desvios que custam tempo, energia e paciência coletiva.

Como medir e acompanhar indicadores de SLA.

Medir indicadores de SLA é o momento em que o atendimento deixa de ser opinião e vira evidência. Não basta sentir que o suporte está indo bem. 

É preciso provar, com números confiáveis, se o SLA de atendimento está sendo cumprido ou apenas sobrevivendo graças à boa fé de quem olha rápido para o relatório.

O ponto de partida é garantir que os dados sejam coletados automaticamente. 

Medições manuais de tempo de resposta, tempo médio de resolução e cumprimento de SLA costumam falhar, seja por esquecimento, seja por aquela atualização “retroativa” feita na sexta-feira à tarde. 

Um software de Help Desk e Service Desk elimina esse risco ao registrar cada interação, pausa e encerramento de chamado em tempo real.

Acompanhar SLA exige mais do que um número final no mês, dashboards de indicadores de atendimento em tempo real permitem identificar tendências antes que o problema fique grande demais. 

Se o tempo de resposta começa a subir em determinados períodos do dia ou da semana, isso indica sobrecarga, gargalo ou distribuição inadequada de chamados. O SLA avisa antes do caos, desde que alguém esteja olhando.

Os relatórios gerenciais de SLA entram em cena para análises mais profundas, eles ajudam a cruzar dados como tipo de chamado, prioridade, equipe responsável e taxa de violação de SLA. 

Quando certos serviços estouram prazos com frequência, o problema raramente é o analista. Geralmente é um processo mal definido, fluxo confuso ou falta de automação.

Outro indicador que merece atenção é a evolução histórica do SLA, comparar períodos diferentes mostra se as ações tomadas estão funcionando ou se apenas mudaram o problema de lugar. 

Melhorar o SLA em um mês e piorar no seguinte é sinal de solução temporária, não de maturidade na gestão de serviços de TI.

Também é importante contextualizar os números com o nível de satisfação do usuário.

Um SLA tecnicamente cumprido, mas acompanhado de avaliações ruins, revela desalinhamento entre métrica e experiência real. Afinal, resolver rápido algo errado continua sendo errado, só que com pressa.

Por fim, medir e acompanhar SLA na prática exige disciplina. Indicadores precisam gerar decisões, não apenas ocupar espaço em apresentações. 

Quando os dados orientam ajustes de processo, treinamentos e investimentos, o SLA deixa de ser um quadro bonito na parede e passa a ser um instrumento vivo de melhoria contínua, com menos surpresas e menos reuniões desconfortáveis.

Como melhorar continuamente seus SLAs.

Melhorar SLAs de atendimento não é sobre apertar prazos até alguém quebrar primeiro, na prática, a melhoria contínua de SLA acontece quando processos, tecnologia e pessoas evoluem juntos. 

Caso contrário, o SLA vira só mais um número bonito sendo descumprido com regularidade quase religiosa.

O primeiro passo é revisar dados com frequência, os indicadores de SLA, como tempo de primeira resposta, tempo médio de resolução e cumprimento de SLA, precisam ser analisados de forma crítica. 

Se certos tipos de chamados estouram o prazo repetidamente, o problema não está no SLA, mas no processo por trás dele. Melhorar SLA começa corrigindo a causa, não maquiando o efeito.

A automação de atendimento tem papel central nessa evolução. 

Classificação automática de chamados, direcionamento inteligente para o time certo e aplicação automática de regras de SLA reduzem atrasos logo na entrada do ticket. 

Menos triagem manual significa mais tempo para resolver o que realmente importa, e isso reflete diretamente nos indicadores.

Outro fator decisivo é investir em base de conhecimento. Chamados recorrentes, como redefinição de senha ou dúvidas operacionais simples, consomem tempo precioso do suporte. 

Quando o usuário encontra respostas sozinho, o volume de tickets cai, o backlog diminui e o SLA agradece em silêncio, mas com resultados claros.

Treinamento contínuo da equipe também influencia diretamente a gestão de SLA, analistas mais preparados resolvem chamados mais rápido, com menos reaberturas e menos escalonamentos desnecessários. 

Aqui vale o lembrete bem-humorado: resolver certo da primeira vez quase sempre é mais rápido do que resolver duas vezes com pressa.

Revisar periodicamente os acordos de nível de serviço é outra prática essencial. À medida que o negócio cresce, novas demandas surgem e ferramentas evoluem, os SLAs precisam acompanhar essa mudança. 

Manter prazos antigos em um cenário completamente diferente é receita garantida para frustração coletiva.

Por fim, a melhoria contínua dos SLAs na prática depende de cultura. Quando o SLA é visto como aliado, e não como ameaça, o time passa a usar os indicadores para se organizar melhor, priorizar com clareza e negociar expectativas de forma madura. 

O resultado aparece nos números, mas também na redução de stress, no aumento da previsibilidade e na sensação rara, porém valiosa, de que o atendimento está sob controle.

SLA não é punição, é ferramenta de gestão.

Tratar SLA de atendimento como punição é um dos erros mais comuns, e mais caros, na gestão de serviços de TI

Quando o SLA (Service Level Agreement) vira apenas um número usado para cobrar, apontar falhas ou justificar broncas, ele perde sua função principal, que é organizar o atendimento e apoiar decisões. Ninguém trabalha melhor sob ameaça constante de um gráfico vermelho piscando.

Na prática, o SLA na gestão funciona como um termômetro, não como um martelo. 

Ele mostra onde o processo está saudável e onde começa a dar sinais de febre. Se o tempo médio de resolução aumenta, o SLA não está acusando o analista, está sinalizando gargalos, excesso de demanda ou falhas de fluxo. 

Ignorar isso é culpar o termômetro pela temperatura.

Quando bem utilizado, o SLA de atendimento ajuda a distribuir melhor a carga de trabalho.

Indicadores como tempo de primeira resposta, cumprimento de SLA e backlog de chamados permitem priorizar o que realmente importa, sem depender de quem reclama mais alto ou manda mais mensagens fora do sistema. O SLA traz ordem ao caos, mesmo que o caos tente resistir.

Além disso, o SLA fortalece o diálogo entre TI e negócio, com dados concretos, a conversa muda de tom. 

Em vez de “o suporte demora”, surge “o volume aumentou 30% e o SLA começou a estourar”. Isso abre espaço para decisões maduras, como reforço de equipe, automação de processos ou revisão de escopo e o SLA deixa de ser argumento emocional e vira base técnica.

Outro ponto importante é que o SLA protege o time de suporte, ele define limites claros e evita expectativas irreais, quando tudo é urgente, nada é prioridade. O SLA cria um acordo explícito que reduz pressão injusta e ajuda o time a trabalhar com previsibilidade, não no modo sobrevivência.

No fim das contas, SLA não existe para punir, existe para orientar. Ele mostra onde investir, o que melhorar e quando ajustar processos. 

Quando encarado como ferramenta de gestão, e não como arma de cobrança, o SLA cumpre seu papel com eficiência, menos stress e muito mais resultados sustentáveis para o atendimento.

Coloque o SLA para trabalhar a favor do seu atendimento.

Colocar o SLA de atendimento para trabalhar a favor do suporte significa mudar a lógica tradicional, em vez de correr atrás do prazo, o prazo passa a orientar decisões, prioridades e investimentos. 

O SLA na prática deixa de ser um número estático e se transforma em um aliado diário da gestão de serviços de TI.

Basicamente, o primeiro passo é integrar o SLA diretamente aos processos de atendimento, quando o SLA está conectado ao fluxo de abertura, categorização e resolução de chamados, ele deixa de depender de controles paralelos. 

Um software de Help Desk e Service Desk garante que cada ticket já nasça com o acordo correto, considerando prioridade, tipo de solicitação e impacto no negócio. O SLA começa a trabalhar antes mesmo do analista abrir o chamado.

Outro ponto essencial é usar os indicadores de SLA como guia de priorização, e não como ferramenta de cobrança. 

Chamados próximos de violar o tempo de resposta ou o tempo médio de resolução precisam ganhar atenção antes que o problema escale. Isso reduz incêndios de última hora e evita aquelas explicações longas que ninguém gosta de dar, nem de ouvir.

Além disso, o SLA pode, e deve, orientar melhorias estruturais. 

Quando os relatórios mostram violações recorrentes em determinados serviços, o SLA está apontando exatamente onde investir em automação, treinamento ou revisão de processos. É o próprio atendimento dizendo onde dói, sem precisar levantar a mão.

Colocar o SLA a favor do atendimento também significa comunicar melhor com o usuário.

Expectativas claras reduzem cobranças desnecessárias e aumentam a percepção de profissionalismo, quando o usuário entende prazos e prioridades, o relacionamento melhora, mesmo quando a solução não é imediata.

No fim, o SLA de atendimento bem utilizado traz previsibilidade, equilíbrio e maturidade operacional. Ele ajuda o suporte a sair do modo reativo, organiza a rotina e transforma dados em decisões práticas. 

Quando o SLA trabalha a favor do atendimento, o resultado aparece nos números, na experiência do usuário e, principalmente, na tranquilidade de quem mantém tudo funcionando nos bastidores.

Independentemente do segmento da sua empresa, seja indústria, agronegócio, saúde, logística, engenharia, varejo ou tecnologia, o Milldesk Help Desk e Service Desk Software foi desenvolvido para aplicar SLA na prática, com controle real, automação inteligente e relatórios que fazem sentido.

Chega de SLAs que só existem no papel.

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Estresse no atendimento: 12 técnicas práticas para manter a calma em picos de chamados.

Picos de chamados costumam chegar quando a equipe está com a xícara pela metade e a paciência quase no limite. Mesmo assim, o estresse no atendimento pode ser controlado com técnicas diretas, realistas e aplicáveis no ambiente de suporte. 

Além disso, entender como reduzir o estresse no atendimento, bem como proteger a saúde mental do time em momentos de sobrecarga, ajuda a manter a operação funcionando sem ruídos.

O curioso é que o problema não é só a quantidade de tickets, o ritmo, a pressão e a expectativa do usuário criam um ambiente onde qualquer atraso vira drama. 

Por outro lado, existem métodos eficazes para lidar com tudo isso sem entrar em colapso.

A seguir, um guia técnico, divertido e profundamente útil sobre como manter a calma em picos de chamados, com repetição estratégica de palavras-chave, sinônimos e termos relacionados ao estresse no atendimento, sempre com transições bem construídas.

1. Controle de fila com priorização inteligente.

Uma fila de atendimento mal organizada funciona como gasolina em cima do estresse no atendimento, já que qualquer atraso vira efeito dominó. 

Quando os picos de chamados começam, a priorização inteligente passa a ser o primeiro escudo do time. Isso envolve classificar cada ticket por impacto, urgência e criticidade técnica. 

Além disso, vale mapear dependências para evitar que um incidente simples impeça a solução de um problema maior.

O interessante é que essa priorização não depende só de etiquetas bonitas dentro do sistema. Ela exige leitura real do ambiente. 

Um ticket de “erro no login”, por exemplo, pode parecer trivial, mas se atinge cem usuários simultaneamente, ele entra de imediato no topo da fila, reduzindo ruídos e prevenindo aumento de sobrecarga de chamados

Ao mesmo tempo, chamados de baixa urgência precisam ser distribuídos para horários mais calmos, o que diminui a disputa por atenção no time e mantém o fluxo respirável.

Além disso, uma política clara de SLA ajuda na tomada de decisão. O analista sabe exatamente o que atacar primeiro e evita aquele loop mental que alimenta o estresse no atendimento nos minutos mais tensos. Em operações maiores, filtros automáticos e regras de roteamento por perfil técnico também funcionam como alívio imediato. 

Os tickets chegam organizados e o analista não perde tempo avaliando tudo manualmente, mesmo durante picos de chamados.

Em resumo, controlar a fila com priorização inteligente não é frescura organizacional.

Trata-se de uma engenharia de sobrevivência para equipes de suporte, já que reduz a sensação de caos e impede que o ambiente se transforme em uma tempestade contínua de picos de tickets.

2. Criação de rituais de micro-pausas.

Micro-pausas parecem detalhe, mas em períodos de estresse no atendimento elas funcionam quase como manutenção preventiva do cérebro. 

A rotina de suporte costuma empurrar o analista para um fluxo ininterrupto de tickets e notificações. Mesmo assim, interromper o ciclo por alguns segundos diminui a resposta fisiológica de estresse e melhora a clareza mental nos picos de chamados

O mais curioso é que não precisa de nada elaborado, basta um minuto para alongar o pescoço, fechar os olhos, ajustar a postura ou simplesmente afastar as mãos do teclado.

Quando as micro-pausas viram um ritual, o corpo entende que não está em modo de emergência permanente, isso altera o padrão de respiração, reduz a tensão muscular acumulada e dá ao analista a sensação de retomada do controle.

Além disso, esses intervalos curtos funcionam como checkpoints cognitivos. 

O profissional volta para a fila de tickets com mais capacidade de julgamento, o que reduz erros bobos que acabam alimentando ainda mais o estresse no atendimento.

Por outro lado, ignorar micro-pausas transforma a jornada em um bloco contínuo de pressão, a mente perde flexibilidade, o humor oscila e a capacidade de priorização cai. 

Em ambientes onde o volume de tickets oscila minuto a minuto, essas pausas curtas ajudam a estabilizar o ritmo interno do time. 

O curioso é que equipes que adotam o hábito relatam menos atritos, já que a tensão acumulada não chega ao ponto de transbordar nos momentos de picos de chamados.

Em cenários de suporte de TI, onde a carga cognitiva é alta, micro-pausas viram parte estrutural do processo, elas devolvem foco, reduzem fadiga e quebram a sensação de corrida infinita. 

Assim, o analista deixa de reagir impulsivamente e volta a operar com raciocínio mais técnico, mesmo quando o ambiente está saturado por sobrecarga de chamados.

3. Padronização de respostas.

A padronização de respostas costuma parecer algo simples, porém no ambiente de suporte ela funciona como um antídoto direto contra o estresse no atendimento

Quando os picos de chamados começam a se acumular, cada minuto gasto redigindo a mesma explicação várias vezes alimenta a sensação de urgência permanente, além disso, esse esforço repetitivo abre espaço para inconsistências, que confundem o usuário e geram retrabalho.

Ao criar modelos claros, completos e tecnicamente corretos, o time reduz o atrito cognitivo.

O analista não precisa pensar do zero a cada interação, o que libera energia mental para situações mais complexas, isso também diminui aquele desgaste típico do fim do expediente, quando o volume de tickets ainda está alto e a paciência começa a ceder ao estresse no atendimento.

O curioso é que bons templates não funcionam como mensagens engessadas, pelo contrário, eles servem como base para acelerar a comunicação, o analista personaliza o mínimo necessário, mantém a uniformidade da informação e entrega respostas mais precisas. 

Por outro lado, quando não há padronização, cada analista cria seu próprio estilo de comunicação, gerando divergências e desalinhamentos que aumentam a sobrecarga de chamados.

Além disso, uma biblioteca interna de respostas padronizadas reduz o tempo de resolução da equipe inteira, quanto mais rápida a resposta, menor a pressão geral na fila e mais fácil lidar com picos de chamados sem perder o ritmo. 

O time passa a operar com mais previsibilidade e menos reatividade, o que diminui a sensação de caos que tantas vezes acompanha o estresse no atendimento.

A padronização, portanto, não é burocracia ,é engenharia de eficiência, ela cria coerência, elimina ruídos e protege a operação de suportes desnecessários. 

Em conjunto, isso impede que o volume de tickets transforme o turno de trabalho em uma maratona de improviso.

4. Uso intenso de base de conhecimento.

Uma base de conhecimento bem construída funciona como um amortecedor natural do estresse no atendimento, quando o volume de dúvidas cresce, a equipe sente a diferença entre operar com documentação madura e trabalhar no escuro completo. 

Além disso, a base de conhecimento reduz o número de perguntas repetidas, que costumam ser o tipo de chamado que mais consome energia emocional nos picos de chamados

O analista deixa de explicar o mesmo passo a passo cinquenta vezes e usa esse tempo para incidentes que realmente exigem raciocínio técnico.

A virada, o ponto chave é que a base de conhecimento não serve apenas para o usuário final, ela também organiza o conhecimento interno, preservando soluções que normalmente ficariam na memória de um único analista. 

Isso evita gargalos de dependência e diminui a sensação de corrida contra o relógio, por outro lado, quando a equipe não domina essa biblioteca, tudo parece improviso. 

A insegurança aumenta e o estresse no atendimento cresce na mesma proporção.

Além disso, registrar erros recorrentes, scripts de diagnóstico, medidas paliativas e orientações de workaround fortalece a autonomia do time. 

O analista consulta a base de conhecimento, encontra padrões, valida hipóteses e resolve mais rápido, isso reduz a carga de tickets pendentes e ajuda a controlar a maré crescente dos picos de chamados

Pequenos ganhos de tempo somados ao longo do dia diminuem a pressão e dão ritmo mais estável ao suporte.

O interessante é que o uso contínuo da base de conhecimento cria um ciclo virtuoso, quanto mais a equipe utiliza o conteúdo, mais percebe lacunas. 

E quanto mais lacunas são preenchidas, mais a operação diminui a sobrecarga de chamados, ou seja, o próprio uso aprimora o sistema. 

A operação deixa de apagar incêndios e passa a trabalhar com previsibilidade. 

Mesmo assim, o hábito só se consolida quando a cultura interna enxerga documentação não como tarefa extra, mas como ferramenta de autopreservação contra o estresse no atendimento.

No fim, a base de conhecimento funciona como aquele colega experiente que nunca se irrita, nunca está ocupado e sempre responde rápido. 

Em momentos de saturação, essa estabilidade técnica e emocional faz toda a diferença para manter a calma e diminuir os picos de tickets que ameaçam desestabilizar o turno.

5. Técnicas de respiração para suporte em alta demanda.

Respiração parece assunto de sala de yoga, mas durante picos de chamados ela se transforma em ferramenta técnica para reduzir o estresse no atendimento

O corpo reage ao acúmulo de tickets como se estivesse diante de um perigo real; a frequência cardíaca aumenta, o foco se estreita e o analista passa a operar no modo automático, o que reduz a precisão nas decisões. 

Além disso, quando o cérebro entra em estado de hiperalerta, qualquer atraso vira gatilho emocional.

Nesse cenário, técnicas de respiração diafragmática funcionam como um comando interno de estabilização, a mecânica é simples: inspirar profundamente pelo nariz, expandindo o abdômen, e soltar o ar devagar. 

Esse padrão reduz a resposta fisiológica ao estresse no atendimento, libera a musculatura do tórax e devolve clareza cognitiva, mesmo assim, muita gente subestima o efeito. 

Trinta segundos de respiração controlada já são suficientes para distribuir melhor o fluxo de oxigênio e recuperar a capacidade de julgamento.

Além disso, variações como a respiração 4-2-6 ou o ciclo quadrado ajudam o analista a criar um ritmo interno enquanto o ambiente externo parece desorganizado.

Durante picos de chamados, esse contraste entre caos e autocontrole faz diferença, o cérebro percebe que não precisa reagir impulsivamente a cada notificação e o analista evita erros simples que podem gerar retrabalho, ampliando a sobrecarga de chamados.

Por outro lado, ignorar essas práticas mantém o corpo preso em um estado constante de tensão. 

O analista respira de forma curta e rápida, prende o ar sem perceber e acumula fadiga mental. Isso alimenta o ciclo do estresse no atendimento, a equipe começa a perder estabilidade emocional e a jornada vira um longo sprint.

Nas operações de suporte de TI, onde decisões rápidas são essenciais, a respiração controlada funciona como um ajuste fino da performance. 

Ela cria pequenos intervalos de reorganização mental, melhora o tempo de resposta e aumenta a resistência emocional. Assim, mesmo com um fluxo intenso de tickets, o analista mantém o raciocínio alinhado e opera com precisão, sem que o volume de demandas o coloque contra a parede.

6. Delegação orientada por perfil técnico.

Delegar parece simples, porém em períodos de estresse no atendimento a delegação vira quase uma engenharia de fluxo. Quando os picos de chamados pressionam a fila, distribuir tarefas sem critério técnico cria gargalos que se multiplicam. 

Além disso, tickets que caem nas mãos erradas se transformam em retrabalho, o analista tenta resolver algo fora do próprio domínio, consome tempo demais, trava a fila e alimenta a sensação de sobrecarga.

Quando a delegação é orientada por perfil técnico, o cenário muda totalmente. 

Cada analista recebe aquilo que domina, o que diminui o impacto emocional do volume de tickets. O profissional não entra no atendimento carregando insegurança, já que lida com assuntos familiares e resolve mais rápido. 

Isso reduz o estresse no atendimento porque a equipe trabalha com tarefas adequadas à sua especialidade, mantendo o fluxo estável mesmo quando a fila cresce.

Além disso, a distribuição por competência cria um efeito colateral positivo, o conhecimento avança de forma natural; analistas mais experientes puxam incidentes complexos enquanto os mais novos cuidam de chamados de entrada. 

Esse ritmo progressivo reduz erros, melhora a curva de aprendizado e impede que a equipe se perca em um mar de picos de chamados que parecem todos igualmente urgentes.

Por outro lado, quando a delegação é caótica, o time se desgasta. 

Cada analista passa a jornada inteira pulando entre temas desconexos, sem tempo para consolidar aprendizado. 

O estresse aumenta e o ticket volta para a fila por falta de alinhamento técnico, contribuindo para a sobrecarga de chamados, a operação perde precisão e a fila vira uma roleta russa de competências.

A delegação bem feita também permite criar níveis de triagem, o primeiro filtro identifica o tipo de chamado, o segundo determina o analista ideal. 

Esse funil técnico reduz a necessidade de repassar tickets várias vezes, o que poupa energia emocional nos momentos em que o estresse no atendimento ameaça dominar o turno. 

A equipe sabe por onde começar, como distribuir cargas e quando pedir reforço, tudo isso diminui a sensação de caos e devolve ao time a percepção de controle.

No fim, delegar não é apenas encaminhar, é também organizar o suporte para que cada movimento reduza o atrito e aumente a eficiência. 

Quando o time opera dentro das próprias fortalezas técnicas, a fila anda mais rápido e os picos de chamados deixam de parecer uma avalanche incontrolável.

7. Automatização de triagem.

A automatização de triagem funciona como um socorro imediato em dias de estresse no atendimento

Quando a fila cresce rápido demais, depender apenas de olhos humanos cria atrasos que se transformam em ondas sucessivas de picos de chamados. Além disso, o analista perde tempo avaliando cada ticket manualmente, o que o afasta das tarefas que realmente exigem raciocínio técnico.

A automatização muda esse cenário, regras condicionais, filtros, categorias inteligentes e integrações via API classificam chamados assim que entram no sistema. 

O ticket já chega com prioridade, tipo de incidente, setor e até soluções sugeridas. Isso reduz o volume de decisões repetitivas e impede que detalhes críticos se percam na pressa. Cada segundo poupado reduz um pouco do estresse no atendimento, já que o roteamento deixa de ser gargalo e vira fluxo natural.

Por outro lado, quando a triagem é totalmente manual, o time sofre. 

Um ticket mal categorizado entra na fila errada, cria atraso, gera pressão do usuário e volta como retrabalho, em picos intensos, esse ciclo desgasta emocionalmente e aumenta a sobrecarga de chamados

O analista precisa corrigir erros que poderiam ter sido evitados por uma simples regra automatizada.

Além do mais, a automação permite modelos híbridos, o sistema faz a triagem inicial e o analista valida rapidamente. 

Essa dupla filtragem reduz falhas, mantém o ritmo e garante que chamados críticos sejam identificados antes de virarem incêndios operacionais. Mesmo em ambientes complexos, esse tipo de triagem automatizada estabiliza o volume de tickets e evita a sensação de avalanche comum nos picos de chamados.

Outro ponto importante é que a automatização não significa perda de controle, pelo contrário, ela funciona como uma camada de inteligência que organiza a fila antes que o caos se instale. 

Com ela, o time passa a dedicar tempo ao que realmente importa, sem carregar a frustração de tarefas repetitivas que alimentam o estresse no atendimento. A operação ganha previsibilidade, a equipe respira melhor e o atendimento se torna mais técnico e menos reativo.

No fim, a automatização de triagem é uma forma prática de blindar o suporte contra o ritmo acelerado que domina os períodos de alta demanda, ela elimina ruídos, distribui tarefas com precisão e transforma o que antes era desordem em fluxo contínuo. 

Assim, o time deixa de correr atrás da fila e passa a comandá-la com segurança.

8. Comunicação transparente com o usuário.

A comunicação transparente costuma parecer algo simples, porém durante picos de chamados ela se transforma em uma ferramenta essencial para reduzir o estresse no atendimento

Quando o usuário não entende o que está acontecendo, ele preenche o silêncio com suposições, e nenhuma delas ajuda o time. 

Ademais, a falta de clareza alimenta ansiedade dos dois lados; o cliente cobra mais, o analista sente pressão adicional e a sobrecarga de chamados cresce.

Manter comunicação transparente significa explicar o problema de forma direta, sem floreios desnecessários. O usuário não precisa de um tratado técnico, mas também não pode receber respostas vagas. 

Uma mensagem objetiva, que explique o que aconteceu, o que está sendo feito e quando haverá atualização, reduz atritos e devolve previsibilidade. 

Esse simples alinhamento diminui o estresse no atendimento, porque a equipe não precisa lidar com cobranças duplicadas ou reclamações evitáveis.

Outrossim, dizer “estamos analisando e volto em X minutos” funciona melhor do que deixar o usuário tentando adivinhar se alguém está olhando para o ticket. Em picos de chamados, esse ritual de transparência ajuda a desafogar a fila emocional. 

O cliente sente que existe controle, o analista sente que existe parceria, essa troca reduz tensões e evita aquela enxurrada de mensagens paralelas que só atrasa a resolução.

Quando a comunicação falha, o cenário inverso se instala. O usuário envia novos e-mails, reabre tickets, procura outros canais e gera um efeito cascata dentro da equipe. 

Esse ruído amplia a sobrecarga de chamados e afeta o foco do time, inclusive, a pressão acumulada aumenta a sensação de caos, deixando o ambiente pronto para o estopim do estresse no atendimento.

Outro ponto importante é que transparência não significa ser frio ou robótico, jamais. Significa mostrar clareza, calma e direção mesmo quando a fila está alta. 

Em operações bem estruturadas, essa comunicação é quase um amortecedor emocional; o usuário entende o processo, o analista mantém controle, a relação se estabiliza mesmo em momentos de picos de chamados.

Com o hábito de comunicar cedo, comunicar claro e comunicar sempre, o suporte escapa da armadilha do silêncio. A operação fica mais leve, mais previsível e menos reativa. 

Em síntese, a transparência não resolve o problema técnico, mas evita que o ambiente emocional desmorone enquanto a solução está a caminho.

9. Monitoramento contínuo de métricas de suporte.

O monitoramento contínuo de métricas funciona como radar em meio ao caos. Em períodos de picos de chamados, operar sem dados deixa o time vulnerável, já que o estresse no atendimento cresce quando ninguém entende de onde vem a pressão. 

Além do mais, métricas mal acompanhadas criam a impressão de que tudo é urgente, tudo é crítico e tudo precisa ser resolvido ao mesmo tempo, o que alimenta ainda mais a sobrecarga de chamados.

Acompanhar indicadores como tempo de primeira resposta, tempo médio de resolução, volume por categoria, taxa de reabertura e cumprimento de SLA ajuda a perceber padrões invisíveis no dia a dia. 

Quando o time monitora essas métricas em tempo real, identifica gargalos antes que eles se transformem em uma avalanche de tickets. 

Isso reduz o estresse no atendimento, porque a equipe não é surpreendida, ela antecipa, calibra e corrige o rumo com precisão técnica.

Ademais, métricas claras funcionam como bússola em momentos de saturação.

Em um cenário de picos de chamados, saber exatamente qual tipo de incidente mais consome tempo, qual setor está gerando mais volume e qual momento do dia causa maior acúmulo ajuda a reorganizar prioridades.

O time ajusta escalas, reforça horários críticos e redistribui tickets com menos atrito, a sensação deixa de ser “estamos apagando incêndios” e passa a ser “sabemos onde atuar primeiro”.

Por outro lado, quando as métricas são ignoradas, a operação vira um grande jogo de adivinhação. O analista sente que está sempre atrasado, o gestor não sabe onde alocar recursos e o usuário percebe gargalos que ninguém consegue explicar. 

Esse cenário aumenta o ruído, acelera a cobrança e intensifica a sobrecarga de chamados, a equipe trabalha no escuro e, inevitavelmente, o estresse no atendimento se instala de forma permanente.

O monitoramento contínuo também cria um efeito psicológico positivo. Quando a equipe enxerga progresso em números, mesmo durante semanas de alta demanda, a tensão diminui. 

Ver indicadores melhorando reforça a sensação de controle, além disso, métricas históricas ajudam a prever picos sazonais, identificar falhas recorrentes e validar melhorias implementadas.

No fim, acompanhar métricas não é apenas uma tarefa de gestão é uma prática de autopreservação. 

Ela reduz incertezas, estabiliza o fluxo, fortalece decisões técnicas e impede que a equipe seja engolida pelos ciclos de picos de chamados, com números confiáveis, o suporte deixa de operar na reatividade e passa a navegar com mapa, bússola e farol aceso.

10. Preparação mental pré-turno.

A preparação mental antes do início do atendimento funciona como um aquecimento estratégico para enfrentar picos de chamados e reduzir o estresse no atendimento.

Entrar direto na fila sem alinhamento faz o analista mergulhar em caos imediato: tickets acumulados, notificações piscando e usuários impacientes. 

Mesmo que a equipe seja tecnicamente competente, começar o turno sem foco aumenta erros, retrabalho e sensação de pressão constante.

A preparação mental inclui alguns passos simples, mas poderosos. Revisar rapidamente a fila, checar prioridades, entender quais tickets exigem atenção imediata e quais podem esperar cria um mapa mental da jornada. 

O analista já entra no fluxo com consciência do que vem pela frente, reduzindo a surpresa e a reação impulsiva. Isso diminui significativamente o estresse no atendimento, pois o time sabe por onde começar e como organizar o ritmo do turno.

Além disso, alguns minutos para ajustes internos, respiração, alongamento, foco em tarefas críticas, ajudam a estabilizar a mente. 

Quando o turno começa, cada movimento é mais calculado e menos emocional, mesmo em picos de chamados, o profissional não sente que está apenas apagando incêndios, mas que possui controle sobre a operação.

Por outro lado, pular essa preparação mental transforma o início do turno em um sprint caótico. Cada ticket parece urgente, cada usuário pressiona, e o estresse no atendimento dispara nos primeiros minutos. 

A equipe entra em modo reativo, e pequenas falhas se multiplicam, contribuindo para a sobrecarga de chamados.

Nas operações de suporte de TI, onde decisões rápidas são constantes, investir na preparação mental é tão crucial quanto conhecer o ambiente técnico. 

Ela cria clareza, reduz ansiedade e estabelece ritmo desde o início, com isso, mesmo em jornadas intensas, o analista mantém o controle, responde com precisão e enfrenta os picos de chamados sem perder a compostura.

11. Aprimoramento técnico constante.

O aprimoramento técnico contínuo funciona como blindagem emocional em ambientes de suporte onde picos de chamados podem surgir a qualquer momento. 

Quando o analista domina melhor as ferramentas, sistemas, integrações e fluxos internos, a sensação de controle aumenta. Esse domínio reduz o estresse no atendimento, porque o profissional deixa de perder tempo em dúvidas básicas, ganha velocidade no diagnóstico e resolve problemas com mais precisão.

Além disso, conhecer profundamente a infraestrutura, os sistemas atendidos e os padrões de incidentes elimina a insegurança que costuma surgir quando um ticket foge do comum.

Em vez de travar, o analista aciona repertórios já testados, sabe quais logs consultar, quais etapas validar e onde podem surgir falhas. 

Isso acelera a resolução e, ao mesmo tempo, segura o impacto emocional dos picos de chamados, já que o técnico não encara cada novo ticket como uma surpresa imprevisível.

O aprendizado contínuo não precisa ser complexo, pequenos rituais diários, como revisar um artigo técnico, explorar novas funções da ferramenta de atendimento, estudar um caso resolvido pelo time ou comparar abordagens diferentes para o mesmo problema, já fortalecem a operação. 

Essa repetição cumulativa reduz gargalos e impede que a equipe fique dependente de um único especialista, cenário que costuma aumentar a sobrecarga de chamados nos momentos mais críticos.

Por outro lado, quando o time para de aprender, o suporte entra em um ciclo de repetição improdutiva. Os mesmos erros surgem, os mesmos tickets demoram mais do que deveriam, os mesmos diagnósticos são feitos na base da tentativa e erro. 

Isso alimenta o estresse no atendimento, pois o analista sente que trabalha muito e resolve pouco, em situações de alta demanda, a falta de preparo técnico amplifica a sensação de urgência, já que cada chamado vira uma pequena batalha.

O aprimoramento constante também facilita a colaboração. Quando o time inteiro evolui, o compartilhamento de conhecimento se torna natural. 

Um analista domina scripts, outro entende melhor integrações, outro conhece atalhos na ferramenta, essa soma de competências cria resiliência coletiva. 

Em vez de alguns profissionais carregarem toda a carga durante picos de chamados, a equipe inteira consegue atuar com eficiência.

No fim, estudar não é luxo, é estratégia de sobrevivência. Quanto mais preparado tecnicamente o analista está, mais leve se torna a operação e menor é o impacto do estresse no atendimento

Isso transforma o time em uma máquina de resolução, capaz de enfrentar picos sem perder estabilidade emocional ou qualidade técnica.

12. Encerramento estruturado de turno.

Um encerramento de turno bem estruturado evita que o analista saia com a cabeça cheia e, além disso, suaviza a passagem do bastão para quem assume depois.

Primeiro vem a limpeza mental, que acontece quando o técnico revisa os últimos tickets e garante que nenhuma ação urgente ficou pendurada. 

Essa revisão rápida impede que um pedido crítico fique esquecido no limbo, o que reduz atritos internos e transmite segurança para toda a equipe.

Logo depois surge a organização dos registros; pequenos detalhes fazem diferença, por exemplo atualizar o status real do chamado, registrar observações que facilitem a continuidade e anexar evidências de testes feitos ao longo da resolução. 

Tal cuidado elimina ruídos que surgem quando o próximo analista tenta decifrar o que já foi resolvido e o que ainda exige investigação.

Em seguida, vale preparar uma transição clara, uma notificação objetiva para o time que entra, com os itens sensíveis já destacados, cria um fluxo natural de continuidade.

Nada rebuscado, apenas o suficiente para que ninguém perca tempo reconstruindo o caminho.

Por fim existe o desligamento gradual, o  analista reduz a carga cognitiva ao fechar apps, limpar a área de trabalho e sair do ambiente digital de forma consciente. 

Essa pequena rotina ajuda o cérebro a entender que o turno terminou, ele retorna no dia seguinte com menos fadiga acumulada e com mais preparo para uma nova rodada de problemas técnicos, demandas urgentes e usuários ansiosos. 

Essa disciplina, repetida dia após dia, sustenta a saúde mental e mantém o desempenho estável mesmo em semanas agitadas.

No fim, seja qual for o cenário, sua empresa precisa de uma plataforma capaz de reduzir o estresse no atendimento, automatizar fluxos, centralizar chamados e dar previsibilidade ao time. 

O Milldesk Help Desk Software atende empresas dos mais variados setores e resolve o caos e os picos de chamados com assertividade e elegância técnica.

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10 sinais de que sua equipe de TI está à beira do burnout (e como evitar).

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Se a sua equipe de TI anda reclamando mais do que o servidor quando falta energia, atenção: pode ser burnout em TI batendo à porta. 

Esse vilão silencioso não aparece de repente — ele vai se instalando aos poucos, na correria dos chamados, nos prazos impossíveis e no famoso “dá seus pulos” que muitas empresas jogam sobre o suporte técnico.

O resultado? Analistas exaustos, produtividade despencando e a saúde mental em TI em estado crítico. 

E não estamos falando de frescura ou “mimimi”: o estresse no suporte técnico é real, já virou pauta global e pode custar caro em rotatividade de profissionais, falhas em projetos e até em reputação da empresa.

Por isso, entender os sinais de burnout em TI é mais que importante: é questão de sobrevivência corporativa. Afinal, um time de suporte sem energia é como um firewall sem atualização — simplesmente não vai aguentar a pressão.

O que é o Burnout em equipes de TI?

A síndrome de burnout é um distúrbio ocupacional reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e caracterizado pelo esgotamento físico, emocional e mental causado pelo trabalho. 

Diferente do simples cansaço, ela resulta da exposição prolongada a ambientes de alta pressão, cobranças excessivas e falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. 

Os sintomas vão desde irritabilidade e queda de produtividade até problemas de saúde mais graves, como insônia, ansiedade e depressão.

A grosso modo Burnout em TI não é apenas “cansaço normal”. 

É aquele estado crônico em que o analista de suporte abre um chamado simples e já imagina pedir férias de seis meses em Bali. Na prática, o burnout em TI é resultado do estresse no suporte técnico prolongado, da pressão por produtividade e da falta de recursos adequados.

Em outras palavras, quando sua equipe de TI começa a confundir a tela azul do Windows com a cor da própria alma, é sinal de que a saúde mental em TI precisa de atenção urgente.

Principais sinais de alerta de Burnout.

Reconhecer os sinais de burnout em TI é fundamental para agir antes que a situação fuja do controle. Muitas vezes, o problema começa de forma silenciosa, mas logo se transforma em um “bug humano” difícil de corrigir. Veja os principais sinais que merecem atenção:

1. Irritabilidade extrema.

Se o analista de suporte perde a paciência ao ouvir pela milésima vez a frase “minha internet caiu”, pode ser mais do que mau humor. 

A irritabilidade constante é um dos sinais mais claros de estresse no suporte técnico. Pequenos problemas passam a ser vistos como grandes tragédias, e isso compromete tanto o relacionamento com os usuários quanto a colaboração dentro da equipe.

2. Queda na produtividade em equipes de TI.

Quando chamados começam a se acumular, prazos deixam de ser cumpridos e tarefas simples parecem montanhas intransponíveis, o alerta está ligado. 

A produtividade em equipes de TI é diretamente afetada pelo burnout, pois o profissional não consegue manter o mesmo ritmo nem a mesma qualidade de entregas.

3. Erros frequentes.

Um sinal clássico de burnout em TI é o aumento de falhas operacionais. Configurações incorretas, esquecimentos bobos e comandos trocados passam a ser comuns. 

Afinal, uma mente sobrecarregada não consegue manter a atenção necessária, e até atividades rotineiras se transformam em fonte de risco.

4. Apatia e desmotivação.

Quando o time começa a responder chamados no modo automático, sem entusiasmo e sem interesse em resolver de fato os problemas, é hora de se preocupar. 

A apatia é um dos sintomas mais perigosos do burnout em equipes de TI, porque retira a motivação essencial para a inovação e a busca por soluções criativas.

5. Sintomas Físicos

O corpo também denuncia o estresse no suporte técnico. Dores de cabeça constantes, problemas gastrointestinais, insônia e fadiga crônica são sintomas frequentes em profissionais que estão à beira do colapso. 

É como se o hardware (o corpo) não aguentasse mais a sobrecarga de processos rodando em segundo plano.

6. Afastamentos recorrentes e baixa colaboração com o time.

Se o número de atestados médicos começar a crescer, é sinal de que a saúde mental em TI já foi afetada. 

O afastamento pode ser motivado tanto por doenças físicas quanto por condições emocionais, como ansiedade e depressão. Esse é um alerta vermelho para a gestão.

Quando cada analista passa a trabalhar isolado, evitando contato com colegas e se fechando em sua própria rotina, a produtividade em equipes de TI sofre ainda mais. 

O trabalho em equipe é substituído por um clima individualista, típico do esgotamento profissional.

7. Desconexão emocional.

A famosa falta de empatia com os usuários – aquele olhar gelado quando alguém pede ajuda pela quinta vez no mesmo problema – é um dos sinais de que o profissional já está emocionalmente esgotado. 

Essa desconexão emocional mina o relacionamento com clientes e compromete o clima organizacional.

8. Pessimismo constante.

O “isso nunca vai dar certo” vira mantra do time. O excesso de negatividade é um forte indicativo de burnout em TI

Quando tudo parece impossível ou fadado ao fracasso, a motivação e a criatividade se perdem, e o time entra em modo defensivo, sem iniciativa para propor melhorias.

9. Sensação de estar sempre apagando incêndios.

Talvez o sinal mais comum no suporte técnico: a sensação de que nunca há tempo para planejar, apenas reagir. 

O time passa o dia “apagando incêndios”, sem espaço para análise estratégica ou prevenção de falhas. Esse ciclo vicioso é um dos principais gatilhos para o burnout em equipes de TI.

Basicamente, se mais da metade desses sinais estão presentes no seu time, a saúde mental em TI está em risco. 

O próximo passo deve ser imediato: implementar estratégias de prevenção e adotar ferramentas que reduzam o estresse no suporte técnico, antes que a sua equipe entre em colapso.

Como prevenir o Burnout no suporte e Help Desk?

Prevenir o burnout em TI é como aplicar um patch de segurança antes que o sistema entre em colapso. A diferença é que, neste caso, o “sistema” é composto por pessoas e sem manutenção preventiva, até o melhor profissional pode travar.

A prevenção começa com uma gestão inteligente, capaz de compreender que o estresse no suporte técnico não é sinônimo de produtividade, mas um sinal claro de sobrecarga.

Combinar processos bem estruturados, tecnologia de apoio e uma cultura organizacional que valorize o equilíbrio é o tripé essencial para evitar o burnout em equipes de TI.

Gestão de carga de chamados.

A gestão de carga de chamados é o coração da prevenção do burnout em TI. Quando o suporte técnico está atolado de tickets, sem prioridades definidas e sem visibilidade do que é realmente urgente, o caos se instala. 

Automatizar tarefas repetitivas com um bom software de Help Desk, como o Milldesk, é uma maneira eficiente de aliviar a sobrecarga. 

O sistema classifica, prioriza e direciona chamados automaticamente, permitindo que a equipe foque em resolver problemas mais complexos e estratégicos.

Definir SLAs realistas também é fundamental. Um SLA deve ser um parâmetro de qualidade e compromisso, não um cronômetro de tortura. 

Estabelecer tempos de resposta impossíveis só aumenta o estresse no suporte técnico e diminui a produtividade em equipes de TI. Monitorar métricas como o tempo médio de atendimento, a taxa de resolução e o volume de chamados por técnico ajuda a identificar gargalos e agir preventivamente. 

E, claro, é essencial manter uma distribuição equilibrada das demandas, para que ninguém seja o herói sobrecarregado que carrega o mundo nas costas, ou o vilão que não aguenta mais.

Resumindo esta questão: sem controle da demanda, a produtividade em equipes de TI vira ficção científica.

Criação De Ambiente Saudável

Um ambiente saudável é o melhor firewall contra o burnout em TI

Por mais que pareça ser algo bem “cool”, descolado, não, colocar uma mesa de sinuca na copa não resolve, é preciso construir uma cultura que respeite limites, incentive pausas e valorize o bem-estar. 

O cérebro humano precisa de “reboots” ocasionais, e estimular pausas reais entre atendimentos é vital para manter a clareza mental e a eficiência. Um analista descansado é muito mais produtivo do que um zumbi movido a café e energia residual.

Treinamentos técnicos e emocionais também são armas poderosas. O preparo técnico reduz inseguranças e retrabalhos, enquanto o preparo emocional ensina a lidar com a pressão diária de forma mais saudável. 

Reconhecer boas entregas e conquistas é outro ponto essencial: pequenas vitórias fortalecem o engajamento e reforçam a sensação de propósito, que é o combustível da motivação.

Oferecer flexibilidade no trabalho,  seja por meio do home office ou de modelos híbridos, também ajuda a reduzir o cansaço físico e mental, além de melhorar a saúde mental em TI

Por fim, criar canais de escuta ativa, onde os colaboradores possam expressar preocupações sem medo de retaliação, é uma medida simples, mas altamente eficaz. Um time ouvido é um time mais equilibrado e cooperativo.

Um time de TI valorizado e ouvido entrega mais, erra menos e se mantém mentalmente estável.

Uso de ferramentas adequadas.

A tecnologia deve ser aliada, não inimiga, eis o grande ponto. 

Usar planilhas manuais para gerenciar chamados em pleno século XXI é praticamente um convite para o fadiga mental (burnout) em equipes de TI. É preciso contar com ferramentas que realmente facilitem o dia a dia do suporte.

Soluções completas como o Milldesk Help Desk e Service Desk Software centralizam todos os chamados em um único ambiente, automatizam fluxos, notificações e respostas, além de oferecer relatórios gerenciais detalhados para decisões estratégicas. 

Esse tipo de automação reduz drasticamente tarefas manuais, libera tempo da equipe e melhora a produtividade em TI.

Outra vantagem é a integração com outras plataformas corporativas por meio de APIs, o que elimina retrabalhos e aumenta a eficiência operacional. 

Com dados centralizados, é possível agir com mais precisão e reduzir o estresse no suporte técnico. Afinal, quanto menos tempo o profissional perde em processos manuais, mais energia ele tem para inovar, planejar e entregar resultados.

A automação é o antídoto do burnout.

Cultura de equilíbrio e comunicação.

Nenhuma estratégia de prevenção contra o burnout em TI será eficaz sem uma cultura organizacional sólida e transparente. 

A comunicação precisa ser clara, empática e realista. Gestores que trabalham 14 horas por dia e respondem e-mails às três da manhã enviam a mensagem errada para a equipe. 

É preciso liderar pelo exemplo e mostrar que descansar faz parte do desempenho sustentável.

Da mesma forma, é fundamental normalizar o ato de pedir ajuda. 

Em um ambiente saudável, admitir cansaço ou dificuldade não é sinal de fraqueza, e sim de maturidade profissional. Também é importante definir prioridades com clareza, evitando metas irreais e prazos impraticáveis, que apenas alimentam o ciclo do estresse no suporte técnico.

Em outras palavras, a melhor forma de prevenir o burnout em TI é tratar pessoas como pessoas e não como servidores 24/7.

Prevenir o esgotamento mental em equipes de TI é um investimento que retorna em produtividade, retenção de talentos e sustentabilidade operacional. 

Quando a equipe tem as ferramentas certas, carga equilibrada e um ambiente que valoriza o bem-estar, o resultado é simples: menos estresse, mais performance e uma saúde mental em TI sólida e duradoura.

E lembre-se: seja qual for o modelo de trabalho adotado, o Milldesk Help Desk Software é a solução ideal para centralizar chamados, automatizar fluxos e reduzir o estresse no suporte técnico.


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Conclusão

O burnout em equipes de TI não deve ser visto como “parte do trabalho”. É um problema sério que afeta a produtividade em equipes de TI, aumenta o turnover e compromete a saúde mental em TI. Ao identificar os sinais de estresse no suporte técnico e agir preventivamente, sua empresa não apenas protege seus colaboradores, mas também melhora a qualidade dos serviços prestados.

E seja qual for o modelo de gestão adotado, uma coisa é certa: o Milldesk Help Desk Software é a ferramenta que ajuda empresas de todos os segmentos a centralizar chamados, automatizar fluxos e reduzir o burnout em TI.

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Relatório de atendimento ao cliente: por que automatizar e como usar?

Os relatórios de atendimento ao cliente são ferramentas essenciais para empresas que desejam melhorar sua eficiência e impulsionar o crescimento do negócio.

No entanto, a criação manual desses relatórios pode ser um processo demorado e suscetível a erros. É aqui que a automação entra em cena, proporcionando benefícios significativos na geração e utilização desses relatórios.

Por isso, hoje vamos falar sobre a importância dos relatórios de atendimento ao cliente e como a automação pode transformar esse processo, tornando-o mais ágil, econômico e confiável.

Quer saber mais sobre a importância do relatório de atendimento ao cliente? Então, confira o conteúdo que preparamos e entenda porque automatizar e como usar!

A importância dos relatórios de atendimento ao cliente

Os relatórios de atendimento ao cliente são ferramentas indispensáveis para empresas que desejam oferecer um serviço de qualidade e manter a produtividade da sua equipe em alta.

Esses relatórios fornecem insights valiosos sobre o desempenho do atendimento, permitindo que as empresas compreendam melhor as necessidades, identifiquem padrões e tendências, e tomem decisões embasadas para aprimorar seus processos e garantir uma experiência cada vez mais satisfatória.

Desempenho do atendimento

Os relatórios de atendimento proporcionam uma visão ampla e detalhada sobre o desempenho da equipe de suporte!

Eles permitem analisar métricas importantes, como o tempo médio de resposta, tempo de resolução, número de atendimentos realizados, entre outros.

Com essas informações, é possível identificar áreas de melhoria e oportunidades de otimização nos processos de atendimento.

Ao compreender o desempenho do atendimento, as empresas podem verificar se as metas e padrões de qualidade estão sendo atingidos, bem como identificar gargalos ou problemas que possam estar afetando negativamente o desempenho da equipe.

Esses insights são fundamentais para o desenvolvimento contínuo dos serviços prestados!

Tomada de decisão baseada em dados

Um dos principais benefícios dos relatórios de atendimento ao cliente é a possibilidade de embasar as decisões estratégicas da empresa em dados concretos.

Com base nas informações coletadas nos relatórios, os gestores podem tomar decisões mais assertivas e alinhadas às necessidades do seu time.

Por exemplo, ao identificar um aumento no número de reclamações sobre um determinado serviço, a equipe de gestão pode priorizar ações para solucionar o problema.

Da mesma forma, se os relatórios mostram que um certo canal de atendimento é menos eficiente do que outros, a empresa pode realocar recursos para otimizar o suporte nesse canal.

Monitoramento da satisfação do cliente

A satisfação do cliente é um indicador-chave para o sucesso de qualquer atendimento!

Os relatórios de atendimento permitem monitorar de perto a satisfação dos clientes, seja por meio de pesquisas de feedback ou pela análise de métricas de satisfação.

Ao identificar níveis insatisfatórios, a empresa pode adotar ações corretivas para melhorar a qualidade do atendimento e garantir a fidelidade do cliente.

Por outro lado, quando a satisfação é alta, a empresa pode reforçar as práticas bem-sucedidas e identificar oportunidades de oferecer experiências ainda melhores.

Desafios na criação manual de relatórios de atendimento

Quando a criação de relatórios de atendimento é realizada manualmente, alguns desafios significativos podem surgir, prejudicando a eficiência e a precisão dos dados apresentados.

Conheça os principais desafios enfrentados na criação manual de relatórios de atendimento e como essas dificuldades podem impactar a análise e a tomada de decisões!

Tempo e recursos

A geração manual de relatórios de atendimento consome um tempo valioso da equipe de suporte.

Os colaboradores precisam coletar dados de diversas fontes, consolidá-los e formatá-los adequadamente para criar os relatórios.

Esse processo pode ser demorado, especialmente em empresas com um grande volume de atendimentos diários.

Além disso, requer a alocação de recursos humanos para executar essa tarefa repetitiva, o que pode afetar negativamente a produtividade da equipe.

Falta de precisão

Processos manuais estão mais suscetíveis a erros humanos, o que pode levar a inconsistências nos dados apresentados.

Ao inserir manualmente informações em planilhas ou documentos, existe a possibilidade de ocorrerem erros de digitação, omissões ou duplicações de dados.

Essas imprecisões podem prejudicar a qualidade dos relatórios e a confiabilidade das informações utilizadas para a tomada de decisões, resultando em estratégias equivocadas.

Dificuldade na análise

Relatórios de atendimento criados manualmente podem tornar a análise uma tarefa complexa e desafiadora.

Comumente, esses relatórios apresentam grandes volumes de dados que podem não estar organizados de forma adequada, dificultando a identificação de tendências e padrões relevantes.

A falta de visualização clara e resumida dos dados pode exigir mais tempo e esforço da equipe de análise, atrasando a obtenção de insights relevantes para a melhoria do atendimento.

Outro ponto a ser considerado é a limitação na obtenção de métricas específicas!
Relatórios manuais podem não ser capazes de fornecer análises detalhadas sobre aspectos específicos do atendimento, como o tempo médio de resposta, a taxa de resolução no primeiro contato ou a satisfação do cliente em diferentes canais de comunicação.

Como a automação agiliza o processo

No contexto do atendimento ao cliente, a automação desempenha um papel crucial ao agilizar diversas atividades, inclusive a geração de relatórios.

Saiba como a automação contribui para agilizar o processo de geração de relatórios por meio da coleta automatizada de dados, geração em tempo real e personalização!

Coleta automatizada de dados

Um dos principais benefícios da automação na geração de relatórios é a coleta automatizada de dados!

Com a utilização de sistemas e ferramentas adequadas, os dados relevantes para a criação do relatório são coletados automaticamente de diversas fontes, como bancos de dados, sistemas de atendimento ao cliente, interações com clientes em múltiplos canais, entre outros.

Isso elimina a necessidade de buscar manualmente as informações em diferentes plataformas, poupando um tempo valioso da equipe de atendimento.

Ao eliminar a coleta manual de dados, a automação garante que as informações sejam atualizadas e precisas, uma vez que os dados são obtidos em tempo real ou de acordo com a periodicidade configurada.

Essa agilidade na coleta também permite que os gestores e analistas de atendimento tenham acesso imediato aos dados mais recentes, facilitando a tomada de decisões embasada em informações atualizadas e relevantes.

Informações em tempo real

A criação em tempo real é outra vantagem da automação no processo de criação de relatórios!

Com a automação, é possível configurar a criação dos relatórios para acontecer em tempo real ou com uma periodicidade definida, como diariamente, semanalmente ou mensalmente. Isso significa que, assim que os dados são coletados, eles são processados e transformados em relatórios prontos para serem acessados e analisados.

Essa agilidade na geração dos relatórios permite que a equipe de atendimento e gestores tenham acesso imediato às métricas e indicadores de desempenho.

Isso é especialmente importante para identificar rapidamente problemas e oportunidades de melhoria na gestão da equipe de atendimento.

A criação em tempo real também possibilita uma visão mais atualizada e precisa do desempenho do atendimento, permitindo a tomada de decisões de forma ágil e eficaz.

Relatórios personalizados

Cada empresa tem suas necessidades específicas em relação aos relatórios de atendimento ao cliente.

A automação permite que os relatórios sejam personalizados de acordo com as necessidades e preferências da empresa.

Por meio de configurações e filtros, é possível selecionar as métricas e indicadores mais relevantes para cada relatório, apresentando apenas as informações que são realmente importantes para a tomada de decisões.

A personalização dos relatórios torna a análise de dados mais eficiente, direcionando o foco para os aspectos mais importantes do atendimento.

Além disso, os relatórios personalizados facilitam a comunicação de informações para diferentes áreas da empresa, permitindo que cada equipe tenha acesso aos dados que são relevantes de forma simples.


Benefícios da automação na criação de relatórios de atendimento

A automação dos relatórios de atendimento surge como uma solução inteligente e eficaz, trazendo uma série de benefícios para as organizações.

Confira os principais benefícios da automação na criação de relatórios de atendimento ao cliente!

Eficiência operacional

A automação dos relatórios de atendimento proporciona melhoria na eficiência operacional!

Ao substituir tarefas manuais por processos automatizados, a equipe responsável pela criação de relatórios ganha tempo significativo para se concentrar em atividades mais estratégicas e de maior valor agregado.

Com menos esforço dedicado a tarefas repetitivas e demoradas, os profissionais têm a possibilidade de focar em análises aprofundadas e na busca por soluções de problemas.

Redução de custos

A eliminação de processos manuais não apenas diminui a necessidade de mão de obra para a criação dos relatórios, mas também reduz a probabilidade de erros que poderiam resultar em ações corretivas caras.

Além disso, a automação permite a utilização otimizada dos recursos, maximizando o potencial da equipe e resultando em uma gestão mais econômica e eficiente do atendimento ao cliente.

Precisão e consistência

Um dos principais benefícios da automação é a garantia de precisão e consistência nos relatórios de atendimento!

Ao eliminar a intervenção manual, reduz-se a margem de erro humano, tornando os dados mais confiáveis para análise.

Relatórios automatizados são gerados com base em informações precisas e atualizadas, o que permite uma visão mais clara e objetiva do desempenho do atendimento e ajuda a identificar tendências e padrões relevantes.

Análise avançada

As soluções automatizadas oferecem recursos avançados de análise, que vão muito além do que seria possível em relatórios manuais.

Com a automação, é possível utilizar algoritmos inteligentes para identificar insights valiosos e relevantes para a equipe de atendimento ao cliente.

As melhores ferramentas de análise permitem identificar padrões, medir a eficácia das estratégias de atendimento adotadas e identificar pontos de melhoria.

Conclusão

A automação dos relatórios de atendimento ao cliente é uma estratégia essencial para empresas que buscam maior eficiência, redução de custos e tomadas de decisões embasadas em dados.

Ao eliminar os desafios da criação manual, a automação permite uma visão mais clara e objetiva do desempenho do atendimento, contribuindo para o sucesso do negócio.

Ao investir em soluções de automação, as empresas estarão preparadas para enfrentar os desafios do atendimento ao cliente com uma abordagem eficiente e focada em resultados.

Gostou de saber mais sobre a importância do relatório de atendimento ao cliente? Então, confira o nosso conteúdo sobre tomada de decisão baseada em dados no atendimento!

Como o Workflow Visual pode aumentar a eficiência do suporte interno?

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Hoje em dia, uma das principais preocupações das empresas é garantir que seus clientes recebam um atendimento de qualidade.

Para isso, é fundamental contar com uma equipe de suporte e atendimento ao cliente que esteja sempre pronta para ajudar e resolver problemas.

Mas você já parou para pensar sobre a importância do suporte interno?

O suporte interno é a equipe responsável por atender as demandas e solicitações dos próprios colaboradores da empresa.

E é por meio de uma equipe de suporte interna eficiente que as empresas conseguem manter seus processos internos funcionando de maneira adequada e garantir o bom desempenho de suas equipes.

É aqui que entra o Workflow Visual.

Este é um conjunto de ferramentas e processos que ajudam a visualizar e gerenciar fluxos de trabalho, tornando-os mais eficientes e organizados.

Quando aplicado ao suporte interno, o Workflow Visual pode trazer inúmeros benefícios e melhorar significativamente a eficiência dos processos.

Neste artigo, vamos explorar a fundo o que é o Workflow Visual e como ele pode ser aplicado ao suporte interno para aumentar a eficiência da equipe. Vamos discutir suas vantagens, dar dicas sobre como implementá-lo.

Acompanhe-nos nesta leitura e descubra como o Workflow Visual pode ser um diferencial competitivo para sua empresa!

Compreendendo o Workflow Visual.

O Workflow Visual é uma técnica cujo objetivo é facilitar a gestão de processos por meio de uma representação visual dos fluxos de trabalho.

Basicamente, ele utiliza diagramas, fluxogramas e outras ferramentas visuais para representar as etapas e atividades que compõem um processo, tornando-o mais fácil de entender e gerenciar.

Existem diferentes tipos de ferramentas de Workflow Visual disponíveis no mercado, desde as mais simples até as mais avançadas. Alguns exemplos incluem:

  • Diagramas de fluxo: uma das ferramentas mais simples de Workflow Visual, que utiliza símbolos e setas para representar as etapas de um processo.
  • Mapas mentais: uma técnica que utiliza uma estrutura de diagrama radial para representar as informações de maneira visual.
  • Ferramentas de gestão de projetos: muitas ferramentas de gestão de projetos incluem recursos de Workflow Visual, como diagramas de Gantt e fluxogramas de atividades.
  • Softwares de automação de processos: ferramentas mais avançadas que permitem criar fluxos de trabalho automatizados, com base em regras e condições definidas previamente.

Independente da ferramenta escolhida, o Workflow Visual pode trazer inúmeros benefícios para os processos internos de uma empresa. Alguns dos principais benefícios incluem:

  1. Facilitação da compreensão dos processos: a representação visual dos processos torna-os mais fáceis de entender e gerenciar.
  2. Melhoria da comunicação entre as equipes: a visualização dos fluxos de trabalho permite que as equipes trabalhem de forma mais integrada e colaborativa.
  3. Redução de erros e retrabalho: com processos mais claros e bem definidos, há menos chances de ocorrerem erros ou retrabalho.
  4. Identificação de gargalos e oportunidades de melhoria: a visualização dos processos permite que as empresas identifiquem gargalos e oportunidades de melhoria nos processos, otimizando-os para aumentar a eficiência.

Em resumo, o Workflow Visual é uma técnica simples, mas poderosa, que pode ajudar as empresas a gerenciar seus processos internos de forma mais eficiente e eficaz. Se você ainda não utiliza essa técnica em sua empresa, agora é a hora de começar a explorá-la!

A Importância da eficiência do suporte interno.

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A eficiência do suporte interno pode ser definida como a capacidade da equipe de fornecer soluções rápidas e precisas para as demandas dos colaboradores.

Quando o time interno é eficiente, ele é capaz de atender as necessidades dos colaboradores com rapidez e eficácia, contribuindo para o bom funcionamento da empresa.

Por outro lado, quando a eficiência é baixa, a empresa pode sofrer diversos impactos negativos. Entre eles, podemos destacar:

  • Atraso no atendimento às demandas dos colaboradores, o que pode impactar na produtividade e eficiência das equipes.
  • Aumento da insatisfação dos colaboradores com a empresa, o que pode impactar na retenção de talentos e na imagem da empresa perante o mercado.
  • Maior possibilidade de erros e retrabalho, o que pode prejudicar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela empresa.

Felizmente, o Workflow Visual pode ser um grande aliado para aumentar a eficiência do suporte interno.

Como vimos agora a pouco, com o uso de ferramentas visuais, é possível criar processos mais claros e bem definidos, que facilitam a compreensão das demandas dos colaboradores e permitem uma gestão mais eficiente do fluxo de trabalho.

Além disso, o Workflow Visual também permite que os colaboradores tenham uma visão mais clara do status de suas solicitações, reduzindo o número de chamados para o suporte e permitindo que a equipe se concentre nas demandas mais críticas.

Implementando o Workflow Visual no suporte interno.

A implementação do Workflow Visual no suporte interno é um processo relativamente simples, mas que requer atenção e planejamento.

Para ajudar você a implementar essa técnica em sua empresa, separamos alguns passos importantes:

  1. Identifique os processos críticos: antes de começar a implementar o Workflow Visual, é importante identificar quais são os processos mais críticos e que podem se beneficiar mais da técnica.
  2. Mapeie os processos: com os processos críticos identificados, é hora de mapeá-los e criar uma representação visual de cada um deles. Utilize as ferramentas de Workflow Visual que mais se adequam às necessidades da sua empresa.
  3. Defina os responsáveis: é fundamental definir claramente quem será o responsável por cada etapa do processo e garantir que todas as informações necessárias estejam disponíveis para a equipe de suporte.
  4. Treine a equipe: é fundamental que a equipe de suporte esteja capacitada para utilizar as ferramentas de Workflow Visual. Promova treinamentos e capacitações para que os colaboradores possam explorar ao máximo o potencial da técnica.
  5. Monitore e avalie: para garantir que o Workflow Visual está sendo efetivo, é necessário monitorar e avaliar regularmente os processos. Faça ajustes sempre que necessário e esteja aberto a sugestões e feedbacks da equipe.

Além desses passos, vale destacar que a implementação do Workflow Visual no suporte interno requer um comprometimento da empresa, sem exceção.

Na prática, todos os colaboradores devem estar engajados no processo e entender a importância da técnica para o sucesso da equipe de suporte e, consequentemente, da empresa.

Por fim, para medir o sucesso da implementação do Workflow Visual no suporte interno, é possível utilizar métricas como a redução do tempo médio de resposta às demandas dos colaboradores, aumento da satisfação dos colaboradores com o suporte interno e redução do número de erros e retrabalho.

Com esses passos, é possível implementar o Workflow Visual no suporte interno e garantir uma gestão mais eficiente e eficaz dos processos.

Você sabia que o MillDesk implementa o Workflow Visual?

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O MillDesk é um software de atendimento ao cliente e suporte interno que oferece uma série de recursos para ajudar as empresas a gerenciar seus processos de suporte de maneira mais eficiente e eficaz. E uma das principais funcionalidades do MillDesk é a implementação do Workflow Visual.

Com o Workflow Visual implementado com uso do MillDesk, é possível criar representações visuais dos fluxos de trabalho do suporte interno, facilitando a compreensão dos processos pelos colaboradores e aumentando a eficiência da equipe de suporte.

Além disso, o MillDesk também permite criar fluxos de trabalho automatizados, que ajudam a reduzir o tempo de resposta às demandas dos colaboradores e minimizam a possibilidade de erros.

Outra vantagem deste recurso existente na solução MillDesk é a possibilidade de personalização dos fluxos de trabalho, de acordo com as necessidades da empresa.

É possível, por exemplo, definir etapas específicas para cada tipo de solicitação, criar regras de encaminhamento e definir prioridades, garantindo que as demandas mais críticas sejam atendidas com mais rapidez.

Em resumo, a implementação do Workflow Visual do MillDesk é uma excelente opção para empresas que desejam aumentar a eficiência de seu suporte interno.

Com essa funcionalidade, é possível criar processos mais claros e bem definidos, reduzir o tempo de resposta às demandas dos colaboradores e melhorar a satisfação dos clientes internos.

Quer entender o MillDesk em 2 minutos? Clique no link abaixo e conheça essa poderosa ferramenta e todas as suas funcionalidades.

Entenda o poder do MillDesk em apenas 2 minutos e comece a fazer a diferença para o seu negócio ainda hoje.

Mais produtividade no suporte com uma equipe enxuta? Sim, é possível!

Uma equipe enxuta, porém, focada, com as ferramentas e estímulos certos é capaz de operar milagres em uma central de suporte técnico, acredite. 

Obviamente é preciso criar um ambiente que facilite muito a comunicação e a colaboração interna e que claro, reforce muito o senso de urgência e o reconhecimento de talentos.  

Afinal, melhor que trabalhar de modo duro é trabalhar de modo inteligente e assertivo. 

E aumentar a equipe nem sempre é sinônimo de aumento da produtividade e nem sempre isso precisa ser uma necessidade imediata. 

Até porque, contratar geralmente envolve um processo longo, muitas vezes complicado. Além do mais, em alguns casos, equipes grandes demais podem até atrapalhar, pode botar fé. 

Obviamente que chegará o dia em que você terá que fazer isso, e isso não é um coisa ruim, nem é algo de que você deva ter medo. 

No entanto, antes de tomar a decisão massiva de trazer mais pessoas a bordo, você deve primeiro se certificar de que está usando os recursos já existentes da melhor maneira possível. 

Com a mentalidade certa e movimentos inteligentes, há uma boa chance de você realmente adiar o momento de ter que aumentar sua equipe. 

E melhor: sem sobrecarregar seus agentes de suporte existentes. 

Você precisa de uma virada de chave. 

Virada de chave serie locke key.

Está duvidando que é possível fazer mais mesmo com uma equipe enxuta, né? Mas a chave está na mentalidade perene de querer trabalhar de maneira mais inteligente, não mais difícil.  

Trabalhar mais duro sem nenhum raciocínio por trás vai apenas contribuir para quebrar sua equipe e as pessoas nela. 

No entanto, se esforçar para descobrir maneiras de usar seus recursos existentes de forma mais eficiente⁠ – trabalhando de maneira mais inteligente ⁠ – não só economizará um monte de tempo extra para seus agentes de suporte, mas também os fará sentirem-se mais produtivos e realizados. 

Vem com a gente, que vamos falar sobre 13 passos que você pode começar a fazer imediatamente para otimizar o tempo e a energia de sua equipe enxuta de suporte e aumentar a produtividade. 

>> Saiba mais: Como uma ferramenta de Help Desk pode ajudar na comunicação interna entre equipes em sua empresa?

Um olho no que se pode medir e outro no lado humano. 

Métricas equipe enxuta.

Apesar dos indicadores de desempenho (KPI´s) variarem de acordo com as especificidades de cada negócio e seus objetivos, geralmente as empresas focam na redução do tempo de atendimento e no aumento da satisfação dos clientes atendidos. 

Mas, para muitos, alcançar essa meta é praticamente uma missão hercúlea.  

Isso porque, normalmente, as empresas pressionam suas equipes de atendimento para resolverem os chamados do mais rápido possível.  

Consequentemente, as chances de aumentarem a incidência de erros durante o atendimento ou gerar insatisfação no cliente são altas. 

Por isso, os mais variados especialistas em atendimento buscam estratégias para solucionar esse problema de gestão.  

E nessa busca, identificaram que é possível sim fornecer um suporte ao cliente de excelência, mesmo tendo uma equipe enxuta

Mas também descobriram que é preciso fazer alguns investimentos. 

Sim, investir não apenas na qualificação dos colaboradores (assunto abordado mais abaixo).

Mas principalmente, investir na motivação dos profissionais que mantêm contato com clientes, além de apoiar a operação com soluções tecnológicas de ponta

No entanto, nem tudo são flores.  

Quem está no front, gerindo pessoas sabe como o atributo humano é importante em qualquer setor da empresa.  

E em se tratando de uma equipe de atendimento, esse atributo se torna elevado à enésima potência.  

Basta pensar em como seria a qualidade do suporte prestado por um profissional desmotivado e insatisfeito com a empresa. 

Neste aspecto, se faz fundamental a implantação de programas de incentivos para os colaboradores, visando a melhoria da produtividade no atendimento.  

Mas, antes que alguém contra-argumente que os planos de incentivos demandam altos investimentos, é preciso abrir a mente e manter a percepção de uma gestão ampliada. 

Nem sempre são necessários aumentos de salário, bonificações em dinheiro ou premiações de alto valor (embora deva ser adotado também, afinal uma coisa não exclui outra)

O simples fato de estabelecer pequenas recompensas para pequenas metas já deixa os atendentes mais engajados. 

>> Saiba mais: ROI de investimentos em treinamento e capacitação.

Melhore a colaboração e a comunicação interna e externa. 

Pessoas montando quebra-cabeça. Mais produtividade equipe enxuta.

Não importa se é uma equipe enxuta ou não, investir massivamente na comunicação interna e externa (com clientes, fornecedores) fará sempre a diferença. 

A comunicação é essencial em todas as áreas da vida e não seria nada diferente no ambiente de trabalho. 

E se há gaps, se há falhas nessa comunicação laboral, torna-se muito mais provável a ocorrência de erros, atrasos, problemas. 

A boa comunicação interna deve ser uma das maiores prioridades em qualquer organização que se preze. 

Deve ser um compromisso de todos: dos gestores ao estagiário. 

Todos, a partir da alta administração, devem adotar uma comunicação clara.  

E para facilitar isso é essencial investir em canais que facilitem a comunicação interna e a externa.  

E aí entram uma série de ferramentas, como aplicativos de mensagens corporativos (Slack, por exemplo), redes sociais corporativas (ex: SocialBase), murais de recados, plataformas multicanais etc. 

>> Saiba mais: 7 erros a evitar ao responder solicitação de suporte ao cliente via email!

Identifique problemas repetitivos.

Problemas repetitivos. Mais produtividade equipe enxuta.

A maioria das empresas tem um pequeno punhado de problemas recorrentes que constituem um número desproporcional de solicitações de suporte recebidas. 

Você sabe quais são os seus? Você deve. 

 É muito importante identificar esses problemas repetitivos para melhorar o desempenho do agente.  

Por meio soluções tecnológicas de ponta, como um bom sistema de Help Desk, muitas dessas consultas repetitivas poderão ser fornecidas de modo automático. 

Isso não apenas economiza o tempo dos agentes, mas também oferece uma resolução mais rápida das dúvidas dos clientes. 

Crie uma base de conhecimento (ou torne a sua mais fácil de usar) e um FAQ

Às vezes, a melhor solução de suporte ao cliente é aquela que ajuda seus clientes a se ajudarem, simples assim. 

Dando-lhes acesso ao conhecimento imediato sem a necessidade de qualquer assistência pessoal. 

Uma base de conhecimento de autoatendimento e um FAQ para responder as dúvidas mais comuns, são maneiras eficazes de reduzir rapidamente os tickets de suporte. 

Obviamente que a construção desses importantes recursos exige uma certa dose de esforço, mas será extremamente recompensador.  

Aqui mesmo no Blog temos vários artigos sobre o assunto, que ajudarão você nessa empreitada. 

E valerá a pena, pois, você estará duas etapas à frente dos problemas de seus clientes. 

Sem contar que os auto solucionadores ficarão entusiasmados por não ter que passar por um processo complexo para consertar seus problemas. 

>> Saiba mais: Tudo o que você precisa saber para criar um FAQ matador

INCENTIVE A AUTORRESPONSABILIDADE.

Autorresponsabilidade pessoa.

Uma maneira infalível de aumentar a produtividade é responsabilizar os agentes por suas tarefas. 

É da natureza do ser humano seguir o caminho de menor resistência.  

Isso geralmente faz com que os agentes lidem com tarefas mais fáceis primeiro e procrastinem casos mais complexos. 

E como fugir disso? 

Crie responsabilidades com prazos claros e SLAs predefinidos para ajudar sua equipe a gerenciar claramente as prioridades, evitar a procrastinação e fazer o que tem que ser feito. 

Outra forma de criar responsabilidade é ter um Workflow (fluxo de trabalho) transparente dentro de sua equipe para que seus agentes possam ver em que todos os outros membros da equipe estão trabalhando e ajudar a mantê-los responsáveis pela tarefa.  

É fácil procrastinar uma tarefa quando você é o único que sabe sobre ela.  

Temos a tendência de ficar mais motivados quando outras pessoas sabem o que estamos fazendo. 

>> Saiba mais: Novo normal: 5 razões pelas quais o seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Melhore a resolução da primeira chamada.

First Call Resolution equipe enxuta.

Muitas equipes de suporte perdem muito tempo resolvendo um único problema, tendo muitas conversas com os clientes.  

Resolução na primeira chamada significa fornecer uma solução para a dúvida do cliente em uma única chamada, eliminando a necessidade de entrar em contato com o suporte novamente sobre o mesmo problema.  

A resolução na primeira chamada se aplica a todos os tipos de atendimentos feitos pelos atendentes. 

Por exemplo: se estamos falando de suporte por telefone, significa resolver o problema em uma única ligação.

Trata-se de Chat? Significa resolver o problema do cliente em uma única sessão de chat.

O mesmo vale para suporte por e-mail ou mídia social, significa fornecer uma resolução em uma única resposta. 

É ótimo manter o FCR em mente, mas a taxa de resolução do primeiro contato (FCR) como uma métrica concreta também deve ser medida regularmente e melhorada de forma consciente. 

Há uma fórmula simples para calcular a taxa de resolução do primeiro contato: basta dividir o número de problemas de suporte resolvidos no primeiro contato pelo número total de problemas de suporte elegíveis ao FCR: 

Taxa FCR = (número de problemas de suporte resolvidos no primeiro contato) / (número total de problemas de suporte elegíveis ao FCR). 

Elegível para FCR significa que você não deve incluir nenhum caso que seria basicamente impossível de obter a resolução do primeiro contato

O FCR também é uma das poucas métricas diretamente correlacionada à satisfação real do cliente. 

Ademais, a resolução na primeira chamada também tem um impacto positivo não apenas na satisfação do cliente, mas também diminui a carga do trabalho do suporte, pois o número de respostas por problema será reduzido. 

>> Saiba mais: Como aumentar a satisfação dos clientes em tempos de crise?

Automatize tarefas, pra ontem. 

Mão humana e mão de robô se tocando.

Use ferramentas que aumentam a produtividade da sua equipe enxuta de suporte e que agilizam processos complexos em etapas simples.  

Ao reduzir a intervenção manual, a equipe de suporte ganha horas para se concentrar em fornecer um ótimo serviço ao cliente.  

Também é uma opção muito econômica quando vemos o número de horas economizadas. 

Digamos que uma empresa tenha 3 agentes que gastam ao todo quatro horas diárias em tarefas repetitivas.  

Ao automatizar essas tarefas economizará aproximadamente 200 horas por ano.  

Este é um grande número de horas economizadas que a empresa pode utilizar para outras tarefas importantes. 

Similarmente, outra forma de automatizar tarefas é fornecer à sua equipe enxuta de suporte ferramentas de emissão de tickets que resolvem o problema de cronometrar cada ticket manualmente.  

As ferramentas ajudam a processar, classificar e automatizar cada ticket de maneira mais ordenada. 

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre gerenciamento de incidentes de TI. Confira 7 dicas.

Capacite e facilite as coisas para sua equipe enxuta. 

Capacitação da equipe. Mais produtividade equipe enxuta.

Profissionais de suporte ao cliente devem ser os primeiros a receber capacitação constante, afinal eles representam a empresa perante os clientes internos ou externos. 

Ainda mais quando se está falando de uma equipe enxuta de suporte. 

Estar bem preparado vai muito além de simplesmente atender com um sorriso na fala e ser educado. 

Por isso, a qualificação dos atendentes é muito mais do que apenas saber atender. 

É preciso que a equipe esteja em dia com as melhores práticas do mercado, antenada com a tecnologia vigente e tenha acesso fácil às informações.  

E isso é facilitado quando a empresa investe capacitação periódica e em tecnologias que dão suporte aos atendentes.  

Aliás, não é novidade que o uso da tecnologia pode impulsionar a capacidade produtiva no atendimento. 

Conhecer os horários de pico da empresa e treinar sua equipe de suporte para lidar com grandes volumes de ligações sem comprometer a qualidade do serviço prestado a cada ligação é fundamental.  

Busque facilitar ao máximo as coisas. 

Crie modelos de respostas para problemas comuns para tornar mais fácil para a equipe de suporte, de modo que eles não tenham que digitar as mesmas respostas repetidamente.  

Os modelos podem ser de vários tipos, como modelos de e-mail para procedimentos, integração de novos clientes, valores e culturas da empresa, lançamento de novos produtos, etc. 

Documente cada procedimento detalhadamente para que seja útil para a equipe de suporte enquanto trata de qualquer dúvida do cliente. 

>> Saiba mais: 7 dicas práticas de psicologia de atendimento ao cliente no suporte.

Desbrave o mundo das consultas múltiplas. 

Chat no suporte. Equipe enxuta.

O chat ao vivo permite que a equipe de suporte lide com várias consultas ao mesmo tempo. E-mails e suporte por telefone não oferecem essa opção.  

Com o chat ao vivo, os agentes podem ganhar muitos braços, se tornar multitarefa.  

O chat ao vivo pode ser uma opção econômica também, permitindo que sua equipe de suporte receba chamadas apenas quando necessário. 

Além de economizar o tempo dos agentes para lidar com mais consultas em um dia.  

O chat ao vivo também reduz o tempo de espera para que o problema seja resolvido. 

>> Saiba mais: Vale à pena trocar de software de gestão de Help Desk?

Alie-se ao acesso remoto.

acesso remoto para facilitar o trabalho da equipe enxuta.

Os agentes não precisam mais estar acorrentados às suas mesas para lidar com as chamadas. Foi-se esse tempo. 

Com uma boa solução de Help Desk baseada em nuvem, que possua o recurso de acesso remoto, os agentes podem ajudar vários clientes a qualquer hora e de qualquer local.  

Este tipo de suporte pode ser oferecido pela empresa em busca de mais versatilidade e facilidade no atendimento dos profissionais de atendimento ao cliente. 

Sobretudo dar mais agilidade a equipes enxutas. 

Uma vez que as visitas presenciais e o modelo padrão de atendimento ao cliente podem ser não só cansativos, mas também ter um alto custo para a empresa. 

Isso pode causar inclusive o avanço da concorrência frente a empresa num ambiente corporativo cada vez mais desafiador. 

>> Saiba mais: 18 dicas para reduzir os tickets de TI no seu suporte ao cliente, sem enrolação!

Construa o espírito de equipe. 

Equipe enxuta de suporte unida.

É muito importante ter atividades de formação de equipe em intervalos regulares para formar uma equipe de suporte eficaz.  

Essas atividades incluem reuniões, dinâmicas de grupo, etc, que ajudará a equipe a se unir e abordar uma determinada situação com esforço coletivo.  

As atividades de construção de equipes permitem que cada membro valorize a opinião dos outros e também compartilhe conhecimentos que promovam um ambiente de trabalho saudável e positivo.  

Essas atividades também ajudam a equipe a ter ideias inovadoras e oferecer soluções para problemas difíceis enfrentados.  

Isso ajuda os membros da equipe a ganhar confiança e desenvolver um entendimento mútuo que, em última análise, leva a uma maior produtividade. 

>> Saiba mais: Papo reto: 5 relatórios gerenciais e 3 dicas para fidelizar mais clientes na TI!

A ferramenta importa: seja sábio(a) ao escolher o software de suporte para sua equipe enxuta. 

Homem de negócios pensando.

Não importa o tamanho da empresa⁠ – todos podem sempre se beneficiar da automação de suporte ao cliente. 

Com uma plataforma de ponta, pode-se por exemplo, automatizar a coleta, o cruzamento e a análise de dados de atendimento ao cliente, sem precisar gastar horas com isso.  

O envio de e-mails e mensagens de progresso é outro exemplo. 

Mas, à medida que sua empresa cresce, esses benefícios vão de grandes a enormes

Aqui está um exemplo: se sua equipe de suporte de três pessoas gasta quatro horas por semana em tarefas repetitivas, então, automatizar essas tarefas pode economizar 200 horas por ano, por agente; isso representa 600 horas extras de produtividade por ano para sua empresa. 

E à medida que sua equipe cresce para, digamos, dez agentes de suporte, esse número salta para 2.000 horas economizadas a cada ano. 

Ao escolher um software Saas de Help Desk (preferimos o Milldesk… obviamente) você pode economizar centenas de horas por ano. 

Alguns dos recursos mais úteis e que economizam tempo incluem: 

Regras e automação ⁠ – para não ter que processar, classificar e arquivar manualmente cada ticket recebido. 

Ferramentas de colaboração, como atribuição de tickets, que reduzem o tempo e a energia mental gastos passando e-mails entre os membros da equipe de suporte. 

Respostas comuns, que evitam que você tenha que digitar as mesmas respostas repetidamente. 

Além de apenas espremer mais tempo produtivo de sua equipe de suporte, isso também pode se traduzir em muitos milhares de Reais em economia

Centenas, milhares de Reais que você pode aplicar no esforço não tão barato de expandir seus negócios na hora certa. 

Além de poder entregar mais resultados com menos esforços, de forma inteligente, mesmo tendo uma equipe enxuta de suporte ao cliente. 

Novo normal: 5 razões pelas quais o seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

A crise do COVID-19 adicionou ainda mais pressão ao suporte de TI, frequentemente sobrecarregado de trabalho, com volumes crescentes de tickets e maior urgência em ajudar os trabalhadores remotos a serem mais produtivos.

Estar equipado com as ferramentas corretas é de extrema importância se você deseja ser o mais eficiente para seus clientes e obter resultados impressionantes. 

Especialmente nestes tempos de crise.

Uma dessas ferramentas mais essenciais para uma central de suporte de TI que se preza é a ferramenta de acesso remoto.

Mais do que nunca, a ferramenta de acesso remoto é uma necessidade absoluta para muitas organizações, dado o aumento de trabalhadores em casa. 

Portanto, nesta postagem, detalharemos 5 maneiras pelas quais uma ferramenta de acesso remoto pode ajudar sua central de suporte de TI e porque, se você não ainda não possui uma, deveria ter, urgentemente.

Mas antes de tudo, tomemos duas perspectivas diferentes de um cenário de central de suporte de TI com o qual você esteja familiarizado.

>> Saiba mais: 7 erros a evitar ao responder solicitação de suporte ao cliente via email!

Primeiro Cenário.

Cliente insatisfeito, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Imagine que um tíquete de suporte chegue à central de serviços de TI – onde o cliente (Antônio) está tendo problemas com seu PC.

Não é o seu PC habitual, porque com o isolamento por conta do Coronavírus, ele teve que aderir ao home office e agora tem um laptop corporativo e um prazo importante a cumprir. 

Ele está tentando explicar à agente da central de atendimento (Maria) – que agora também trabalha em casa – o que está acontecendo quando ele tenta fazer as coisas que eram fáceis de fazer no PC do escritório. 

Ele simplesmente não consegue configurar o laptop para funcionar corretamente, não importa quantas vezes ele siga as instruções fornecidas.

Maria pede que ele tente soluções diferentes por telefone, mas sem poder ver o que está acontecendo, fica difícil. 

Além disso, Antônio não é uma pessoa, digamos, muito técnica e já está mostrando sinais de impaciência, porque simplesmente não entende as instruções de Maria e ainda não consegue trabalhar.

Ele só vê o prazo importante se aproximando e as coisas que precisa fazer cada vez mais distantes.

Eventualmente, Maria admite a derrota e diz a Antônio que precisará enviar a ele outro laptop novo que, espero, não terá os mesmos problemas. 

Antônio resmunga, esbraveja, alega que não vai dar tempo e desliga o telefone, sabendo que seu prazo importante será perdido.

Porque o suporte de TI não poderia ajudar com o novo equipamento que eles forneceram.

>> Saiba mais: Quanto custa o tempo de inatividade de TI para sua empresa?

Segundo Cenário.

Cliente satisfeito, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Agora, vejamos esse cenário novamente, desta vez usando uma ferramenta de acesso remoto.

Antônio liga para a mesa e diz a Maria que seu novo laptop não está fazendo o que ele precisa e ele tem um prazo importante a cumprir.

Maria – que, lembre-se, também está trabalhando em casa e não no escritório – pergunta a Antônio se ela pode dar uma olhada no laptop dele remotamente com uma ferramenta que ela possui. 

Antônio apesar de pensar “que bruxaria é essa?”, confia e aceita o convite para Maria ver sua máquina. Ele só quer e precisa de uma solução rápida para poder fazer o que precisa.

Maria dá uma rápida olhada ao redor e encontra o problema, corrige-o e pronto! 

Voilá, o laptop de Antônio agora está funcionando como ele esperava. 

Ele poderá cumprir seu importante prazo. Ele está felizão da vida e muito grato à Maria. 

E a TI não precisa gastar tempo e dinheiro enviando a Antônio outro laptop ou ter que gastar com deslocamento da profissional para resolver in loco o problema.

E pior: se expor aos riscos do COVID-19.

Muito bom, certo?

Quer saber o quão bom? Confira os benefícios de uma boa ferramenta de acesso remoto (tanto para o departamento de TI quanto para os clientes da sua organização) abaixo.

>> Saiba mais: Problemas de segurança da informação no home office: dicas pra você ficar esperto(a)!

1. Economizou dinheiro e tempo, da sua organização.

Economia de tempo e dinheiro, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Não obstante o impacto da crise da COVID-19 e a migração em massa de funcionários para o trabalho home office, cada hora de inatividade e atraso do colaborador, custa muito à organização. 

E, no primeiro cenário, você está gastando reais preciosos, tudo porque seu agente não tinha a ferramenta necessária para realizar o trabalho. 

Ela tem o conhecimento, mas corrigir um problema às cegas com um cliente não técnico do outro lado da linha é extremamente desafiador. 

Sem mencionar que, em algumas organizações, uma correção simples, como a deste cenário exige que um administrador efetue login na máquina de qualquer maneira.

Além disso, alguém poderia argumentar que houve duplicação de esforços e custos – com o pessoal de primeira e segunda linha gastando tempo com o problema quando o primeiro poderia ter resolvido o problema com uma ferramenta de acesso remoto.

Manter níveis altos de resolução de problemas no primeiro contato do cliente é uma das primeiras etapas que você precisa executar para ajudar em sua missão de economizar tempo e até mesmo dinheiro.

>> Saiba mais: Como aumentar a satisfação dos clientes em tempos de crise?

2. Aumentou a taxa de First Call Resolution (FCR) do seu suporte de TI.

Cliente satisfeito com FCR, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Como bem sabemos, uma das métricas mais importantes para medir a eficácia do atendimento é o First Call Resolution (FCR).

E o First Call Resolution, mede a taxa de resolução de problemas no primeiro contato do cliente com a sua equipe de atendimento.

No primeiro cenário, sem a ferramenta de acesso remoto, Maria está trabalhando às cegas e incapaz de ajudar Antônio, que acabou ficando confuso e frustrado com as instruções.

O ticket sai da central de atendimento de TI e chega à fila de suporte de segunda linha, o que significa que não pode mais ser resolvido no primeiro contato do cliente com a sua equipe de atendimento.

Pois requer o suporte de uma pessoa e equipe diferentes.

Considerando que, com a ferramenta de acesso remoto, Maria pode pular na máquina de Antônio e usar suas credenciais de administrador (se necessário) para acessar o gerenciador de tarefas, identificar e interromper um programa em execução em segundo plano. 

O problema foi resolvido em questão de minutos durante a primeira chamada de Antônio para a recepção.

Como nenhuma outra equipe de suporte precisou ser envolvida, sua organização recebe outra correção inicial para adicionar à pilha.

>> Saiba mais: Plano de comunicação da interrupção dos serviços de TI. Você tem um?

3. Aumentou a capacidade de seu suporte de TI de exceder as metas de SLA.

Homem falando ao celular, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

O uso de uma ferramenta de acesso remoto oferece aos agentes da central de serviços de TI da organização a chance de resolver problemas de modo ágil e proativo.

Em vez de abrir um ticket, ativar o timer do SLA e enviá-lo para outra equipe de suporte para obter assistência, eles podem abrir o ticket, resolver o problema e fechar o ticket com o cliente em tempo real.

Isso significa que o cronômetro do SLA mal teve a chance de começar antes que Maria fechasse seu ticket.

Imagine com quantos tickets você poderia fazer isso se simplesmente instalasse uma ferramenta de acesso remoto. 

Algo extremamente pertinente para essa nova realidade, onde o home office, ao que parece se tornará regra para a maioria das organizações que podem adotá-lo.

>> Saiba mais: Principais desafios de suporte de TI em tempos de COVID-19 e como lidar com eles.

4. O nível de satisfação do seu agente foi lá pra cima.

Profissional de suporte fazendo sinal de positivo, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

No primeiro cenário, sem a ferramenta de acesso remoto, Maria sai do telefone sentindo-se bastante frustrada e irritada. 

Ela ficou de plantão por tanto tempo tentando explicar a Antônio o que fazer, além de prejudicar suas próprias estatísticas de chamadas, mesmo podendo resolver o caso, ela nem teve a satisfação de corrigir o problema para o cliente.

Quando consideramos o desempenho dela com a ferramenta de acesso remoto, ela deixou a ligação feliz porque:

  • Resolveu de cara um problema, o que elevou a taxa de resolução de problemas no primeiro contato do client;
  • Sequer se moveu o ponteiro do SLA;
  • Esmagou suas próprias estatísticas de chamadas, corrigindo o problema rapidamente;
  • Tornou seu cliente incrivelmente feliz com seu nível de serviço (e, no final do dia, é para isso que ele trabalha);

>> Saiba mais: Precisamos falar sobre gerenciamento de incidentes de TI. Confira 7 dicas.

5. Elevou a pontuação no Customer Satisfaction Score (CSAT).

Escala de satisfação CSAT, seu suporte de TI precisa de uma ferramenta de acesso remoto.

Uma das medidas, possivelmente as mais importantes, para o seu suporte de TI é o CSAT (escala de satisfação do cliente). 

A central de suporte de TI existe para atender aos clientes; e se esses clientes não estão satisfeitos, há algo errado.

Sem uma ferramenta de acesso remoto, você está atrasando o tempo necessário para que um problema simples seja corrigido. 

Em nosso primeiro cenário, Antônio já está uma pilha de nervos porque tem um prazo a cumprir, para completar seu equipamento está apresentando problemas, deixando em pânico. 

Sem acesso a uma ferramenta remota, Maria não pode ajudar Antônio e ele é forçado a esperar que um engenheiro de segunda linha se envolva – aumentando sua angústia. 

E nessa situação, é improvável que o suporte de TI obtenha uma boa pontuação, porque Antônio está descontente com o que aconteceu.

Com uma ferramenta de acesso remoto, no entanto, Antônio está absolutamente feliz. 

Ele ligou para a central de atendimento de TI uma vez, resolveu o problema em questão de minutos, seu ticket foi fechado e ele conseguiu entregar seu trabalho no prazo.

Portanto, ele agora está mais do que feliz em classificar o suporte de TI como excelente, porque eles fizeram tudo o que ele precisava e provavelmente até excederam suas expectativas.

>> Saiba mais: 11 maneiras de motivar seus agentes de atendimento ao cliente com um pouco de psicologia.

Selecionando uma ferramenta de acesso remoto.

Escolher software de suporte remoto.

Ao passar para o cenário 2 e seus benefícios, sua organização deve encontrar uma ferramenta de acesso remoto que seja fácil de usar.

Possa suportar vários sistemas operacionais, se necessário, e conectar-se com segurança a máquinas dentro e fora da rede da empresa.

Embora possa parecer um custo adicional inicial, depois de ver o que uma ferramenta de acesso remoto pode fazer pelo departamento de TI e pelos clientes da sua organização, é certamente algo que vale a pena investir. 

Com absoluta certeza o investimento se pagará muito mais cedo do que você pensa – uma vez que ao que tudo indica o trabalho remoto será uma tendência.

E essa ferramenta permite que o atendente controle não apenas um simples computador, mas também, outros dispositivos, à distância, dando velocidade à resolução dos problemas.

>> Saiba mais: Algumas duras lições do Coronavírus, sobre como lidar com gerenciamento de crises.

Banner software de Help Desk para desafios diários.

Pra finalizar.

Um atendimento ao cliente verdadeiramente excelente só é possível quando sistemas e tecnologias modernas oferecem a oportunidade para os representantes de atendimento ao cliente ajudarem os clientes rapidamente.

Milldesk é uma solução tecnológica que dá total suporte ao seu negócio, principalmente no atendimento ao cliente, que não pode ser descuidado em nenhuma circunstância.

Nossa ferramenta foca o Help Desk e o Service Desk, oferecendo uma ferramenta completa e escalável os desafios do seu negócio e de sua central de atendimento.

E possui, claro, uma das melhores ferramentas de acesso remoto do mercado.

Que permite melhorar a experiência do usuário, adiantar serviços que poderiam levar muito tempo e gerar vários gastos se fossem realizados presencialmente.

Uma forma a mais de expandir a produtividade de seu time e reduzir custos.

Isso ajuda na retenção de clientes e ainda dá mais agilidade e organização para os agentes de atendimento ao cliente.

Uma vez que é preciso manter o apoio aos clientes e se adaptar às circunstâncias atuais, mantendo os níveis de agilidade e assertividade lá no alto e consequentemente os níveis de satisfação.

Para saber mais sobre como o Milldesk poderia funcionar em sua organização, entre em contato conosco para receber uma demonstração do sistema que irá revolucionar o seu Help Desk. 

Ah! Antes que esqueça, segue a gente em nossas redes sociais!

Vai lá no nosso Instagram, Facebook, Youtube ou LinkedIn manda um “oi”. Vai ser maravilhoso poder “trocar umas ideias” com você de modo mais direto! 😉 

Como trabalhar home office? ​​Confira agora o guia completo!

O home office é uma tendência crescente, especialmente após a pandemia de 2020, afinal, trabalhar de casa foi uma das saídas para diminuir o contágio da covid-19.

Este método de trabalho vem sendo adotado por diversas empresas, não só no Brasil, mas também ao redor do mundo.

E o prestador de serviços da área de suporte técnico é um dos profissionais com maior facilidade para aderir ao home office e ao modelo de trabalho remoto.

Porém, para dar certo, o home office não pode ser feito de qualquer jeito, simplesmente mandando os colaboradores para suas casas, recomendando meia dúzia de ferramentas de comunicação e sem organização.

É necessário que os gestores estabeleçam regras e boas práticas para garantir que essa prática seja benéfica para todos.

Mas, antes de irmos para as dicas propriamente ditas, vamos esclarecer: o que afinal é esse tal de home office que está todo mundo falando?

Quer saber mais sobre como trabalhar home office?
Confira as dicas que selecionamos para você e saiba tudo sobre o assunto!

12 dicas sobre como trabalhar home office de forma eficiente!

12 dicas sobre como trabalhar home office de forma eficiente!


Apesar da tradução literal indicar que o termo home office significa “escritório em casa”, na verdade, ele não se limita apenas a isso.

Os profissionais que atuam por meio desse regime de trabalho podem optar por locais alternativos que não sejam um escritório.

Nesse caso, o profissional em home office pode muito bem levar o seu notebook e  smartphone para qualquer local que permita acesso à internet e assim executar as suas tarefas.

Tais lugares podem ser uma casa, um coffee shop, o saguão de um hotel, um aeroporto, um parque ou um coworking.

Mas tratando-se de pandemias, como foi a de 2020, o recomendado é empreender a atividade de trabalhar em casa.

Vale ressaltar que o home office não é uma modalidade acessível para todos os tipos de atividades e profissionais.

Obviamente, profissionais da construção civil e outros tipos de trabalhos que demandam força física ou presença, não têm como exercer suas atividades laborativas em casa.

Por isso, o home office é uma modalidade de trabalho mais indicada para algumas profissões que dependem apenas de um computador e uma boa conexão com a internet. Em linhas gerais, existem dois tipos de subdivisões:

100% Remoto: não é necessário que o colaborador compareça na sede ou escritório da empresa, mesmo que eventualmente.

Home Office Híbrido: a empresa oferece as opções remoto e/ou também no escritório, para reuniões pontuais, semanais, mensais, por exemplo.

Confira a seguir 12 dicas sobre como trabalhar home office de forma eficiente!

Conheça as vantagens e desvantagens do trabalho home office

1. Conheça as vantagens e desvantagens do trabalho home office

Vantagens do trabalho home office para empresas

Redução de gastos: um dos grandes benefícios para as empresas que adotam o home office é a redução dos gastos com infraestrutura no ambiente de trabalho, economizando energia, espaço físico e o deslocamento dos colaboradores.

Funcionários despreocupados rendem melhor. Em tempos de crise de saúde como a da pandemia, é possível otimizar a produtividade da sua equipe mantendo-a despreocupada e segura em casa.

Desvantagens do trabalho home office para empresas

Dificuldade de manter o foco no trabalho. É bem verdade que não são todos os colaboradores que se dão bem com esse modo de trabalho. Assim como alguns funcionários podem otimizar seu desempenho, é possível que outros tenham dificuldade em manter as atividades em dia quando trabalham em casa.

Podem ocorrer falhas na comunicação. Além disso, por mais eficiente que sejam as atuais ferramentas de comunicação disponíveis no mercado, nada substitui o bom e velho “olho no olho”.

E muitas vezes algo escrito de uma forma pode vir a soar de outro, mesmo sem intenção.

É mais difícil manter o espírito de equipe. Para que isso não aconteça, uma boa ideia é realizar reuniões no começo ao final do dia através de chamada por vídeo. Outro ponto que ajuda na manutenção do time é o contato direto entre gestores e colaboradores, além de feedbacks constantes entre todos da equipe.

Vantagens do trabalho home office para os colaboradores

Autonomia: você gerencia os seus horários, caso não precise atender os clientes.  

Um gás a mais:  mais motivação profissional por exercer as atividades no conforto do seu lar. 

Menos estresse: reduz o estresse e melhora a qualidade de vida, já que é possível ficar livre do trânsito diário para se deslocar até o trabalho, evitar congestionamentos e atrasos. 

Liberdade: flexibilidade de horário e adequação ao ritmo pessoal de trabalho. Você trabalha como quiser desde que entregue os resultados. 

Proximidade: além de dinheiro, você economiza tempo que gastaria em trânsito até o escritório. 

Desvantagens do trabalho home office para os colaboradores

Distrações: familiares que moram juntos, telefonemas sem relação com o trabalho, vídeos do Youtube, podem atrapalhar o andamento das suas atividades, concentração e produtividade. 

Interatividade: há pessoas que necessitam estar em um ambiente que permita interação e integração com outras pessoas. Se esse é o seu caso é preciso encontrar formas de driblar esse problema. 

Carga de trabalho: é comum o funcionário home office acreditar que vai ter tempo de realizar todas as tarefas e por isso não estipula horários de descanso. 

Para que a produtividade dos colaboradores possa se manter igual ao trabalho presencial é importante definir metas e feedbacks periódicos sobre suas atribuições, expectativas e prazos de entrega.

É importante que durante seus dias de trabalho fora da empresa o colaborador possa se sentir seguro e próximo da organização.

2. Não negocie com a sua rotina durante o trabalho home office

Acorde no mesmo horário de sempre. Vista-se como se fosse sair de casa, mas lembre-se que a roupa precisa ser confortável e fazer você se sentir bem, ponto.

Obviamente é claro que você pode render maravilhosamente bem de pijama.

Mas para muitas pessoas o simples ato de se trocar, como se fosse para o trabalho, ajuda a entrar no “modo produtividade” e aumenta a concentração.

Ao menos, tente se você se considera uma pessoa procrastinadora ou distraída e tem dificuldade para ser produtivo em casa.

Tirar e colocar a “roupa de trabalho” vai ajudar a virar a chavinha no fim do dia.

É inclusive uma boa dica para a sua saúde mental, pois, estamos falando sobre evitar aquela sobrecarga e sensação de estar trabalhando o dia todo – que só quem tem experiência com a prática do home office conhece: associar sua casa só a isso.

3. Crie um ambiente de trabalho tranquilo em casa

As tarefas que você irá realizar no home office serão as mesmas executadas no seu ambiente de trabalho, ponto.

Para que elas sejam concluídas com o mesmo desempenho e qualidade, é essencial escolher um cantinho dentro de casa para trabalhar em paz.

A princípio, você não precisará de muita coisa. Uma mesa, uma cadeira confortável e um lugar tranquilo são suficientes.

Mas como cada caso é um caso, a grande sacada é ter em mãos todo o ferramental necessário para você exercer seu trabalho com maestria.

A criação dessa “estação de trabalho” evita distrações e contribui para sua produtividade.

Exercite a sua disciplina

4. Exercite a sua disciplina

Dentro de casa você se sente à vontade e não há nada de errado nisso. Ao contrário, esse fator deve ser utilizado para motivar suas atividades laborais.

Mas, é necessário ser disciplinado para que atividades rotineiras ou aquele “cochilo no sofá” (tentador, não é?) não interfiram no seu desempenho.

Esteja sempre disponível durante o horário de trabalho e foque nas atividades que você precisa concluir.

5. Planeje uma rotina de trabalho e a siga

Estabelecer uma rotina de trabalho é excelente para otimizar seu tempo de serviço. Determine horários de início e término das atividades.

Como você já está em casa, muitas vezes se desligar das atividades ao final do dia pode ser uma tarefa complicada, por isso estabelecer uma rotina é importante. Não se esqueça de agendar suas pausas e cumpri-las à risca. 

Lembre-se de que mesmo em casa você está trabalhando e obedecer aos horários é uma tarefa que deve ser cumprida por profissionais responsáveis.

Mantenha o contato humano por videoconferência

6. Mantenha o contato humano por videoconferência

Quando não estamos no mesmo ambiente, às vezes, conversas por e-mail ou outros aplicativos de comunicação, tendem a se estender.

E questões simples podem demorar para serem resolvidas.

Considere enviar menos e-mails e realizar mais videoconferências com sua equipe. O contato visual também ajuda a criar empatia e acelera a tomada de decisões.

Nas videoconferências, evite interromper quando outras pessoas estiverem falando e sempre mantenha seu microfone do computador desligado. Ligue o microfone apenas quando for falar alguma coisa.

7. Saiba como lidar com as crianças em casa

Com o fechamento das escolas durante a pandemia, muitos pais não tiveram com quem deixar as crianças e precisaram trabalhar de casa com a presença dos filhos em tempo integral.

Sabemos que é difícil, mas não se desespere.

Dependendo da idade, você pode tirar o pó daqueles quebra-cabeças antigos e livros que estavam na estante para incentivar que as crianças consigam se entreter sozinhos por um tempo.

Se houver bebês na casa, é uma boa ideia revezar os cuidados com o parceiro ou parceira que também está trabalhando remotamente. 

Além disso, seja flexível e realista em relação à quantidade de atenção ao trabalho que você vai conseguir dar enquanto estiver cuidando das crianças e alinhe as expectativas com as lideranças da empresa.

Lembre-se que este é um momento inédito e nem sempre vai ser possível atender a todas as expectativas do trabalho.

Informe aos demais moradores que você está trabalhando

8. Informe aos demais moradores que você está trabalhando

É muito importante deixar claro para seus familiares ou colegas que, mesmo estando em casa, você não está desocupado.

Dessa forma, elas entenderão sua necessidade de se manter concentrado no serviço e evitarão barulhos desnecessários e outras atitudes que desrespeitem seu espaço.

9. Respeite as pausas do almoço e do lanche

A pausa para o almoço é um divisor importante para o dia e pode te ajudar a manter o ritmo do seu ambiente de trabalho.

Como faz para lembrar de almoçar sempre na mesma hora? Coloque um alarme e, principalmente, escute sua fome.

Mantenha seu almoço sempre no mesmo horário e aproveite para comer comida caseira, mais saudável.

O mesmo vale para as pausas que faria para um café ou lanchinho se estivesse nas dependências da empresa onde trabalha.

Terminou algo importante, tome um chá ou se espreguice, levante um pouco! Aqui a dica é mais sobre a pausa do que sobre a comida, obviamente.

Monitore a quantidade de líquidos que ingere: você mudou os hábitos e pode negligenciar a hidratação no meio disso tudo.

Não cometa esse erro, a concentração depende de você estar bem hidratado, assim como todo o funcionamento do corpo.

Leve água para sua mesa de trabalho ou use apps e alarmes para lembrar que é hora de se hidratar.

10. Aplique o princípio 80/20  ao home office

Na dúvida sobre o que priorizar, aplique o princípio 80/20, ou a famosa Lei de Pareto: 80% dos seus resultados vêm de apenas 20% de suas atividades.

Quais são suas atividades mais importantes, os seus 20%? Descubra isso e foque em começar seus dias por aí.

Saiba como vender serviços de TI em home office

11. Saiba como vender serviços de TI em home office

Não podemos esquecer das equipes comerciais, tão vitais para a manutenção da saúde financeira dos negócios.

Separamos 9 dicas curtas e rápidas que poderão ser interessantes para o seu negócio: 

  • Cuide muito bem da sua telefonia e VOIP em casa. Afinal, não é nada interessante você contatar seu cliente e manter uma qualidade ruim durante a ligação;
  • Utilize um headset apropriado, evite fones de ouvido que produzem muitos ruídos;
  • Utilize o tempo livre para providenciar melhorias de longo prazo;
  • Reveja etapas do seu processo comercial;
  • Reveja o discurso comercial da sua equipe de vendedores;
  • Atualize o seu playbook;
  • Refine as suas análises de métricas do funil de vendas;
  • Reveja as negociações antigas e verifique oportunidades de repescagem.

Além disso, outras dicas gerais para a prática do home office são:

  • Tente reproduzir ao máximo as sensações do seu ambiente de trabalho em casa, com música, barulho ambiente, etc. Se você costuma trabalhar com muita gente, o silêncio excessivo irá tirar o seu foco. Uma dica que pode ser interessante é experimente ligar a TV em um cômodo distante para ter alguma voz humana por perto; 
  • Coisas de entretenimento acessíveis em casa são uma tentação muito grande. Tire tudo da tomada ou se isole desses itens; 
  • Como dissemos, faça pausas durante o expediente. Pausas de 10 minutos a cada 50 minutos podem reequilibrar seus picos de concentração; 
  • Deixe seu celular longe. Se precisa manter o contato com o WhatsApp ou e-mail, tenha pelo navegador – mesmo assim, coloque a janela no mudo para evitar distrações; 
  • Se você tem o hábito de tomar café no trabalho, tome café em casa também; 
  • Faça uma lista de tarefas, ou importe a que você tem do seu trabalho.

12. Utilize ferramentas que podem auxiliar nas atividades

Além de poder utilizar ferramentas como o Onedrive e as do Google para compartilhamento de arquivos, etc, você também pode se valer do seguintes serviços para manter a comunicação entre os membros de sua equipe:

  • WhatsApp;
  • Trello; 
  • Slack; 
  • Skype; 
  • Zoom; 
  • Go To Meeting;
  • Google Hangouts Meet.

Há também o recurso de acesso remoto do Milldesk, que pode ser utilizado no momento em que não temos contato direto com as outras pessoas.

O acesso remoto do Milldesk permite melhorar a experiência tanto do usuário, como do profissional de suporte – e resolver problemas à distância.

Ele facilita (e muito) a vida dos agentes de suporte, que podem se conectar de modo remoto com seus clientes, sem a necessidade de utilizar um sistema de terceiros, sem precisar gastar com deslocamentos e sem perder tempo. Mais um dos grandes problemas de suporte de TI resolvido!

Além do mais, com o software de help desk do Milldesk é possível manter todos os atendimentos diários registrados em um sistema que permite o acompanhamento da gerência em tempo real, assim como o SLA e as demais comunicações relacionadas aos serviços prestados. 

Por fim, é tempo de ter paciência. Como todo e qualquer processo de mudança no trabalho exige adaptação e terá lá seus desafios inesperados.
Gostou de saber mais sobre como trabalhar home office? Então descubra agora como criar uma cultura de atendimento ao cliente!

Funil de suporte ao cliente: já montou o seu? Dicas para fazer isso com sucesso!

Imagem de homem segurando um funil pequeno. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Você provavelmente já deve ter ouvido falar em funil de vendas e funil de marketing, certo?

Se nunca ouviu falar aí vai um breve resumo do que se trata:

Embora a diferença entre um e outro seja sutil, muitas pessoas acabam confundidos os conceitos achando que são a mesma coisa.

>> Saiba mais: 18 dicas para reduzir os tickets de TI no seu suporte ao cliente, sem enrolação!

Entendendo um pouco sobre funil de marketing!

Ilustração do funil de marketing. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

O funil de marketing seria responsável por atrair visitantes e convertê-los em leads.

Para isso, especialmente por meio da estratégia de Inbound Marketing, o público-alvo seria dividido em Topo, Meio e Fundo de funil.

Os de topo estariam na fase inicial de descoberta do problema e seriam “alimentados” por meio de conteúdos específicos, para o meio do funil, no qual iriam considerar as melhores alternativas para resolver seu problema. 

E, por fim, o marketing tentaria convertê-lo para o fundo do funil, no qual ele estaria preparado para tomar a decisão de compra.

De uma forma geral, o cliente passa por 4 passos durante a jornada de compra:

  1. Reconhecimento do Problema ou dor: O cliente nessa fase sente alguma dificuldade, mas não entende claramente qual é o problema ou sua necessidade;
  2. Aprendizado ou Busca de Informações: Em seguida o cliente se dá conta que tem um problema e passa a se aprofundar no assunto;
  3. Avaliação de Alternativas: De posse do conhecimento claro sobre sua necessidade o cliente passa a avaliar as opções disponíveis;
  4. Decisão: Com base na avaliação, o cliente toma a decisão de compra do produto que melhor atende sua necessidade.

>> Saiba mais: 7 dicas práticas de psicologia de atendimento ao cliente no suporte.

Um pouco sobre o funil de vendas!

Ilustração do funil de vendas. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Já o funil de vendas, assume-se que o cliente já está apto para a compra, mas ainda é preciso esforços para concretizar a venda.

E da mesma forma que no funil de marketing, também temos etapas no funil de vendas.

A diferença é que as fases do funil de vendas variam de empresa para empresa, pois cada negócio possui suas próprias especificidades e, assim, deve se adequar de maneira a atender as necessidades da organização.

Entretanto, ambos funis costumam seguir um mesmo caminho para esse processo. Ou seja, de modo geral o funil de vendas também pode ser dividido de forma análoga ao funil de marketing.

Tá ok, você deve estar se perguntando sobre “qual é a relação entre funil de vendas e de marketing com suporte ao cliente”, certo?

Bem, trabalhar com suporte ao cliente não se trata apenas de atender demandas e solucionar incidentes, também é sobre satisfazer as expectativas dos clientes, o que de certo modo requer estratégia.

E o caminho para oferecer um atendimento rápido e inquestionável passa também pela boa e simples prevenção. 

Como? Bem, pra começar; reduzindo o número de chamados desnecessários, fornecendo recursos de autoatendimento e tendo uma boa base de conhecimento que o usuário acesse e possa atuar sozinho.

Mas quando isso não é possível, necessário ter uma primeira resposta rápida, uma correta priorização das solicitações e resolução do problemas.

Para que isso ocorra da melhor forma é preciso que haja a construção de um processo ou melhor: um funil de suporte ao cliente.

Conseguiu pegar a ideia? Sacou agora a relação? 

>> Saiba mais – Papo reto: 5 relatórios gerenciais e 3 dicas para fidelizar mais clientes na TI!

Etapas do funil de suporte ao cliente, sem mistério. 

Ilustração de funil colorido dividido. Funil de suporte ao cliente, já montou o seu?

Basicamente o funil de atendimento possui uma estrutura similar aos funis da marketing e vendas.

E é uma ferramenta estratégica com ações que visam a redução de chamados desnecessários.

E melhor ainda: uma atuação mais ágil e assertiva no suporte ao cliente e a melhor experiência de atendimento ao usuário e é dividido nas seguintes etapas: 

O topo do funil: prevenção.

Como o próprio nome já sugere, esta etapa do funil de atendimento visa evitar a entrada de chamados para a equipe de atendimento a partir do desenvolvimento de ações de prevenção de incidentes.

O meio do funil: autoatendimento.

O objetivo nesta etapa é oferecer ao usuário meios e ferramentas para que ele possa resolver suas dificuldades e esclarecer suas dúvidas sozinho, sem a precisar abrir um chamado para o suporte de TI.

O fundo do funil: suporte.

Aqui o objetivo é fornecer o atendimento propriamente dito.

É nesse momento que os técnicos de suporte ao cliente entram em cena para sanar dúvidas, resolver incidentes ou atender solicitações que as etapas anteriores não solucionaram.

Essas etapas são importantes para dar um direcionamento na sistematização do processo de atendimento, no entanto, devem ser adaptadas para a realidade de cada empresa.

Confira algumas dicas para criar o seu próprio funil de suporte ao cliente.

>> Saiba mais: Tudo o que você precisa saber para criar um FAQ matador!

Construa um funil de suporte ao cliente efetivo para a sua organização.

Ilustração pessoa construindo funil.

Cada empresa possui particularidades próprias que devem ser consideradas na hora de construir um funil de suporte ao cliente.

E tais peculiaridades devem pesar na balança na hora de criar o funil de suporte, de tal forma que esta estratégia seja a mais alinhada possível com a oferta de um suporte de qualidade aos usuários da organização.

E isso vale tanto para empresas privadas, como para empresas públicas.

A seguir, abordaremos alguns pontos que podem ser trabalhados em cada etapa do funil, para alcançar as metas de cada uma das fases e o objetivo global de um bom suporte ao cliente: a resolução eficaz das demandas.

Topo do funil: prevenção.

Nesta primeira fase o principal intuito é evitar que o cliente abra chamados para a equipe de suporte, através de ações preventivas. Confira alguns exemplos:

Manter softwares atualizados.

Softwares desatualizados são risco certo à segurança. Por isso, manter softwares atualizados previne futuras “dores de cabeça”; 

Criar uma política de segurança.

Adotar medidas que evitem incidentes, principalmente os voltados à segurança de informações, como: a proibição do uso de pendrives, bloqueio de portas USB, restrição da instalação de certos aplicativos ou softwares, entre outros; 

Fazer o monitoramento da navegação web.

Permite controlar e bloquear ações que podem levar a incidentes relacionados à segurança, decorrentes da navegação em sites maliciosos, abertura de e-mails não corporativos e downloads suspeitos; 

Monitorar equipamentos e sistemas.

Monitorar hardwares e software periodicamente ajuda a identificar os problemas antes que eles aconteçam e assim evitar incidentes muitas vezes graves; 

Promover o treinamento dos clientes/usuários.

Capacitar seus clientes (quer sejam internos, que sejam externos) é uma das melhores formas de sanar dúvidas e evitar chamados desnecessários. 

Meio do funil: autoatendimento.

As ações do meio do funil envolvem totalmente o usuário.

Nesta etapa, são desenvolvidas ações que possibilitem ao cliente ser autossuficiente, ou seja, ferramentas de autoatendimento que possibilitem que ele resolva os seus problemas e dúvidas sem necessitar entrar em contato com a equipe de suporte.

Base de conhecimento.

Nós do Milldesk somos fãs deste poderoso recurso e temos a tecnologia ideal para você criar uma base de conhecimento perfeita para o seu negócio.

Uma base de conhecimentos sólida, com artigos de passo a passo e solução de problemas básicos é uma grande aliada na redução de chamados e não pode faltar de modo algum em um funil de suporte ao cliente que se preze.

Banner software de Help Desk para desafios diários.

Criar um Fórum.

Podemos dizer que esse recurso também é o poder nas mãos dos usuários.

Pois permite que os clientes busquem respostas para suas questões em uma comunidade engajada na solução de problemas.

Tutoriais em Vídeo.

Envolve o uso de plataformas de vídeos como por exemplo o Youtube. Você pode fazer vídeos tutoriais curtos sobre a solução dos problemas mais recorrentes que acontecem aí no seu suporte.

E antes que você se apavore, calma: você pode manter os vídeos restritos.

Obviamente há outras tantas ações que você em conjunto com sua equipe podem elaborar para esta etapa do funil de suporte ao cliente, de acordo com as condições de seu negócio.

Fundo do Funil: suporte.

Nesta fase não há escapatória: a equipe de suporte atua nos chamados que não puderam ser evitados nas etapas anteriores.

É o momento em a equipe de suporte ao cliente realmente tem contato com o usuário para resolver suas demandas e deve oferecer um atendimento de excelência.

Por isso, é importante que o fundo do funil seja bem estruturado e que os seguintes pontos estejam devidamente bem definidos entre o departamento de suporte e o usuário: 

Canais de Comunicação.

Recomenda-se pelo menos 3 canais básicos, a fim de facilitar o contato e formalização de chamados.

Pra começar: e-mail, portal, chat e telefone. Comece pelo básico, faça a lição de casa e posteriormente incremente os recursos de comunicação.

Quanto mais multicanal, quanto mais você for acessível ao usuário, melhor.

Sim o SLA (Service Level Agreement) não fica de fora do funil de suporte ao cliente

Na hora de firmar o acordo de nível de serviço lembre-se sempre que é preciso que os prazos de solução dos diferentes incidentes estejam devidamente acordados, com prazos realistas.

A palavra chave: é negociação.

Sugerimos que seja feita uma matriz com base na “quantidade de usuários afetados” vs. “impacto no negócio”.

E nem o Catálogo de Serviços.

Os serviços prestados pelo suporte devem estar claros para o cliente.

O catálogo de serviços de TI é uma importante ferramenta que ajuda na redução do número de chamados desnecessários ao help desk.

Esse documento ajuda a documentar e gerenciar todos os serviços que a área de TI se compromete a entregar. 

A importância do catálogo de serviços se dá devido ao fato de traçar o papel que o help desk irá desempenhar num contrato com o cliente e definir para os colaboradores do atendimento ao cliente um escopo claro.

Essa é a melhor forma de não confundir o profissional de TI com um “Tudo Incluso”, em um “Faz Tudo”, que acaba abraçando demandas que não estão no escopo e sobrecarregando os chamados.

Ferramenta de acesso remoto também não fica de fora do fundo do funil de suporte ao cliente.

Ferramentas de acesso remoto melhoram a experiência do cliente.

Este tipo de tecnologia permite que profissional de atendimento acesse o dispositivo móvel ou computador deste cliente sem estar no mesmo ambiente físico que ele, realizando reparos principalmente via análise de software.

Este tipo de conexão não necessita de uma conexão física entre os computadores e os outros dispositivos.

Através de softwares instalados no computador, pode-se obter o controle total sobre o dispositivo que está necessitando de reparo.

Esta conexão permite a execução e abertura de aplicativos ou arquivos no computador de forma remota, principalmente para facilitar a vida de quem necessita de ajuda e ou necessita de acesso a algum arquivo ou programa.

As visitas presenciais e o modelo padrão de atendimento ao cliente podem ser não só cansativo, mas também de um alto custo para a empresa e entregar baixa eficiência para o negócio.

Estabeleça uma política de prioridades.

De modo curto e grosso, uma vez que o problema realmente precisa passar pelo suporte propriamente dito da equipe técnica é preciso que aja uma organização e gestão de chamados a fim de proporcionar o melhor atendimento para cada usuário de acordo com a gravidade da demanda.

Simples assim.

>> Saiba mais: Taxa de Churn: o que é, e algumas dicas para reduzir isso aí!

Como colocar o funil do suporte ao cliente em prática na sua empresa.

Foto profissionais de suporte comemorando.

Cada empresa possui uma realidade, portanto, não se trata de uma verdade absoluta, uma receita que se aplique a todas as empresas.

Mas o caminho de construção e implantação do funil de atendimento deve estar alinhado com as necessidades e características de cada empresa.

No entanto, existem algumas recomendações que podem ser aplicadas por todas as companhias. Por exemplo, começar a construção do funil de suporte ao cliente pelo fundo.

Exatamente, você não leu errado, continua com a gente que vai fazer todo sentido.

Isso porque é através dessa etapa que se obtém indicadores como tempo de resposta e resolução, taxa de chamados resolvidos, etc.

A partir desses dados fica fácil perceber as maiores dificuldades dos usuários e traçar estratégias de prevenção e auto atendimento para facilitar a solução dos incidentes.

Assim é viável tornar o topo e o meio do funil mais focados nas necessidades dos clientes, evitando desperdício de tempo e dinheiro em ações que de outro modo teriam pouca efetividade.

Mais do que garantir a excelência no suporte ao cliente, o funil de suporte ao cliente é uma estratégia relevante para gestores e equipes de TI diminuir a demanda de chamados desnecessários para o suporte.

E assim sendo reduzir a sobrecarga de tarefas e propiciar que os profissionais de suporte desempenhem funções mais estratégicas dentro da empresa.

E por aí, como anda o suporte ao cliente da sua equipe de TI? Seu setor aplica o conceito de funil de atendimento? 

18 dicas para reduzir os tickets de TI no seu suporte ao cliente, sem enrolação!

Descubra como o líder de suporte influencia o time de atendimento!

Um dos principais desafios que todo setor de Help Desk que se preza, enfrenta no seu dia a dia é: como reduzir os tickets de TI no suporte? 

O controle de chamados de TI é uma atividade essencial para garantir um bom fluxo de trabalho e a satisfação dos clientes.

Quando não existe o controle sobre cada atendimento, como saber o andamento das tarefas?

Organização então, nem pensar…

No momento em que o cliente busca informações acerca de suas demandas e os agentes de atendimento não têm certeza sobre a real situação, a equipe de TI acaba por ser desprestigiada.

Aqui vão algumas dicas sobre o que fazer para reduzir os tickets de TI no seu suporte ao cliente. 

Crie uma política de abertura de tickets de suporte.

Ilustração pessoas firmando contrato. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Uma forma eficaz de priorizar os chamados é elaborar uma política de abertura de tickets de suporte para os usuários.

Como? Você deve estar se perguntando.

Bem, pode-se solicitar algumas verificações por parte do usuário antes que ele faça a solicitação do suporte, tais como:

  • Verificar a conexão da internet;
  • Conferir se as atualizações pendentes foram realizadas;
  • Conferir se o pagamento pelo prestação de serviços está realmente em dia;
  • Verificar se o cadastro está correto;
  • Verificar se a senha está correta.

Entre outras medidas a serem devidamente enumeradas no seu processo de criação de uma política de abertura de tickets de suporte.

Assim, o próprio usuário já terá condições de eliminar uma série de variáveis que podem estar lhe causando transtornos.

> Saiba mais: Como convencer usuários de serviços de TI a abrir chamado pelo software de Help desk? (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Como convencer usuários de serviços de TI a abrir chamado pelo software de Help desk?

Conte com uma equipe bem treinada.

Ilustração funcionário treinando arte marcial. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Por mais que se estruture os processos, tornando-os eficientes, é essencial lembrar que são pessoas que estão por trás deles, e são justamente elas as responsáveis diretas pela execução — e pelo sucesso, ou não — dos resultados. 

Isso quer dizer que contar com uma equipe qualificada é essencial para identificar e lidar com os problemas que surgem diariamente.  

Essa questão é especialmente importante quando a única solução restante é a abertura de um ticket. 

Como existem acordos de SLA (Service Level Agreement — ou Acordo de Nível de Serviço, em português) a serem cumpridos, ter colaboradores capacitados e produtivos é fundamental para manter os níveis de atendimento dentro do esperado.

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Defina níveis de prioridade para os tickets de TI.

Foto mulher colocando cards em quadro. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Um incidente que está provocando um número alto de chamados deve ser tratado antes de outro que pede por uma longa instalação, ou cuja resolução seja muito mais complexa.

À medida que seus tickets chegarem ao longo do dia, será importante atribuir a eles uma prioridade e um tempo de resolução.

Há muitos fatores a se considerar: a quem está afetando isso? Eles podem fazer o seu trabalho, apesar disso? Está afetando mais de uma pessoa? Um departamento inteiro?

A avaliação da gravidade do ticket e qual o impacto que ele terá na empresa fornecerá estrutura ao seu departamento e facilitará a delegação de tickets ao longo do dia.

Algo que afeta toda a empresa precisará ser tratado imediatamente e rotulado como de alta prioridade.

Enquanto um problema que afeta apenas uma pessoa (a depender do caso) pode ser classificado como de menor prioridade.

Para algumas equipes, eles criam canais diferentes para ajudar na triagem e gerenciar solicitações de nível superior que precisam de atenção imediata. 

Sanar problemas mais urgentes pode ser um caminho para reduzir a fila de chamados. 

> Saiba mais: O que fazer para restaurar um acordo de nível de serviço violado (SLA) em apenas 5 passos! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: O que fazer para restaurar um acordo de nível de serviço violado (SLA) em apenas 5 passos!

Capacite seus usuários. 

Foto pessoas em palestra levantando a mão. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Treinar os usuários é um dos meios mais essenciais para ter sucesso na diminuição de incidentes e requisições.

Usuários mal informados abrem chamados por qualquer motivo, a qualquer hora, muitas vezes desnecessários.  

Muito mais por falta de conhecimento, do que por má fé, diga-se de passagem. 

Por isso, indicamos que você promova um treinamento entre os usuários para entre outras coisas: 

  • Orientá-los como deve ser a abertura de chamados. 
  • Apresentá-los ao catálogo de serviços e o que você pode fazer por eles.
  • Demais ações práticas de política de segurança. 

Obviamente essas são apenas algumas sugestões, você poderá desenvolver outros temas pertinentes dentro do treinamento que realizará, mas todos devem ser focados em desenvolver um melhor entendimento de como o suporte técnico funciona. 

 Esses treinamentos podem ser executados presencialmente, ou por vídeo, ou até mesmo por e-mail. 

> Saiba mais: ROI de investimentos em treinamento e capacitação (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: ROI de investimentos em treinamento e capacitação

Tenha um bom FAQ. 

Foto homem colocando cubos com a palavra FAQ em mesa. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Sem dúvida alguma, você irá perceber que muitos usuários fazem as mesmas perguntas o tempo todo. 

Uma maneira de descobrir quais perguntas aparecem com maior frequência durante o atendimento de Help Desk é através do uso de um software de suporte ao cliente, como o Milldesk

Uma vez que você saiba quais são as perguntas mais frequentes feitas pelos usuários, você poderá criar uma lista de perguntas frequentes e publicá-la externamente para todo mundo ver. 

Faça a resposta tão fácil quanto possível para que seus clientes a encontrem, a entendam e apliquem ao seu problema.

>> Saiba mais: Tudo o que você precisa saber para criar um FAQ matador!

Adote a transparência: disponibilize mensagens de erro aos usuários.

Ilustração de erro 404 com a mensagem OOPS. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Uma forma de reduzir os tickets de TI é ter algumas mensagens de erro no front-end do portal ou programadas no sistema utilizado pelo cliente. 

Isso significa que os softwares devem avisar de possíveis falhas claramente, para que o usuário saiba como lidar, corrigindo ou contornado.

Para isso, deve-se criar pop-ups de aviso para cada uma das seguintes situações:

  • atualização pendente;
  • falha na conexão;
  • erro ao tentar realizar um upload ou download de arquivos;
  • erro ao carregar a página.

Isso ajuda a reduzir os tickets de TI significativamente, já que o usuário é capaz de identificar per si, imediatamente qual o problema que se apresenta à sua frente.

> Saiba mais: Saiba como converter a experiência do cliente em receita! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Saiba como converter a experiência do cliente em receita!

Procure elevar os índices de resolução no primeiro contato.

Foto de pessoa encaixando peça que falta em quebra cabeça. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

A sua equipe de primeiro atendimento precisa estar preparada para saber passar a orientação rápida e correta para o usuário e evitar a abertura de chamados.

O tempo de resolução no primeiro atendimento (FCR) é fundamental para manter um filtro dos chamados.

Ao realizar o primeiro atendimento, uma dica interessante é sempre perguntar para o usuário se ele já verificou no FAQ ou na base de conhecimento a questão levantada.

Dessa forma você educa-o cada vez mais, mantendo sempre a qualidade do seu atendimento e mostrando para o usuário o que ele ganha ao consultar o autoatendimento antes do contato.

>> Saiba mais: Histórico de atendimento garantindo a felicidade do cliente.

Feche os tickets mais antigos.

Ilustração em neon da Palavra The End. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Na maioria das vezes, tickets muito antigos são problemas que já foram resolvidos ou para os quais não é mais necessário intervir.

Se você possui tickets abertos que não são atualizados há 2 meses, feche-os.

É melhor enviar um email quando você fechar o ticket.

Nesse email, indique que é um email automático e que o fechamento ocorreu devido a uma restrição de tempo.

Você também pode pedir ao usuário para reabrir o ticket se a solicitação ainda requerer uma resposta. 

> Saiba mais: Gestão de prioridades: algumas boas práticas para gerenciar e priorizar os chamados de TI! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Gestão de prioridades: algumas boas práticas para gerenciar e priorizar os chamados de TI!

Crie mecanismos de atendimento remoto.

Ilustração de tecnologia de monitoramento.

Mesmo que o colaborador de TI precise atuar no incidente, muitas vezes isso não precisa ser feito presencialmente. 

Possibilite o auxílio ao usuário por meio de telefone, compartilhamento de tela e acesso remoto, que possibilitam atendimentos mais rápidos.  

Assim, mais incidentes podem ser resolvidos em menor tempo e sem deslocamentos e gastos desnecessários. 

> Saiba mais: 5 razões para você utilizar o acesso remoto no seu suporte. (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: 5 razões para você utilizar o acesso remoto no seu suporte.

Automatize processos repetitivos.

Foto de mão robótica tocando teclado de computador.

Automatizar processos pode liberar tempo para sua equipe de TI se concentrar em questões mais críticas e também reduzir simultaneamente o tempo total de resolução de tickets. 

Há várias tarefas que você pode automatizar como atribuição de tickets, escalação, data de vencimento de alteração, prioridade etc.  

Crie condições baseadas no que essas ações devem ser ativadas, defina-os para uma categoria específica e deixe sua equipe automatizar todo o processo e reduzir o tempo, o esforço e custo para suas operações de TI. 

>> Saiba mais: Como implantar a cultura de uso de Help desk na TI?

Faça o devido gerenciamento de SLA. 

Ilustração cronômetro com a palavra SLA ao centro. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

O atendimento de TI não se limita apenas a atender às expectativas dos clientes. Trata-se de melhorar constantemente em metas para sempre ficar um passo à frente das expectativas dos clientes. 

Portanto, você precisa tomar um esforço consistente para reduzir os tempos de resolução e ficar em cima das tendências em mudança. 

> Saiba mais: Puxe a responsabilidade para si: evite SLA´s inalcançáveis! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Puxe a responsabilidade para si: evite SLA´s inalcançáveis!

Crie um fluxo de trabalho para seus agentes de suporte.

Equipe de suporte ao cliente. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Sim, basicamente crie um fluxo de trabalho diário, que delegue tickets com prioridades diferentes de maneira uniforme e eficiente.  

Esperar que um funcionário de TI lide com uma grande quantidade de tickets de alta prioridade resultará em um grave atraso na resolução do ticket de alta prioridade.

Um Workflow ou fluxo de trabalho, pode ajudar a gerenciar a atribuição de tickets.

> Saiba mais: Workflow: você deveria ter um e urgentemente! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Workflow: você deveria ter um e urgentemente!

Mantenha os softwares atualizados, e uma lista dos softwares homologados.

Foto homem segurando tablet e imagens tecnológicas projetadas à frente.

Softwares desatualizados representam um risco para o ambiente e podem trazer consigo dores de cabeça para toda a empresa e fazer a TI trabalhar mais do que o necessário.

Por isso, acompanhe a atualização dos softwares em seu parque de TI. Você pode fazer isso através de um software ou através de uma planilha, seja como for, o importante é executar o procedimento.

É imperativo também que seja mantida uma lista de softwares homologados e aceitos abertamente dentro da empresa.

Isso pode evitar incidentes de contaminação por ferramentas não homologadas e ajudar nessa missão incrível de reduzir os tickets de TI. 

> Saiba mais: Vale à pena trocar de software de gestão de Help Desk? (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Vale à pena trocar de software de gestão de Help Desk?

Crie um termo de responsabilidade. 

Ilustração mão gigante apontando para homem pequeno.

O termo de responsabilidade é um acordo com os usuários para que eles se comprometam em cumprir as políticas de TI, como: 

  • Reportar através dos meios estabelecidos os incidentes em sua estação de trabalho. 
  • Não excluir os e-mails trocados com clientes ou fornecedores. 
  • Salvar os arquivos necessários para organização na rede. 
  • Não baixar músicas, vídeos ou demais aplicativos não autorizados, usando o computador da empresa. 

Entre outros que você pode elaborar em conjunto com sua equipe e representantes de seus usuários. 

> Saiba mais: Melhores práticas no atendimento ao cliente: guia prático na busca pelo melhor serviço! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Melhores práticas no atendimento ao cliente: guia prático na busca pelo melhor serviço!

Estabeleça políticas de segurança. 

Ilustração segurança de dados. Como reduzir os tickets de TI no suporte.

Com base no contexto da empresa, você estabelecerá as políticas de segurança, como (apenas exemplos): 

  • bloquear ou limitar o uso de portas USB, 
  • restringir a instalação de software para determinados perfis administrativos, 
  • limitar os acessos a algumas pastas específicas. 

Após estabelecer todas as políticas de segurança, você precisará criar uma rotina de testes das políticas com a periodicidade que lhe for mais conveniente: trimestral, semestral, anual. 

> Saiba mais: Uma estratégia de monitoramento de TI define o sucesso das operações de atendimento! (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Uma estratégia de monitoramento de TI define o sucesso das operações de atendimento!

Tenha ferramentas, mas também tenha processos definidos. 

Foto de mão masculina montando um fluxo de trabalho.

Medida que casa perfeitamente com a palavra: prevenção.

De nada adianta possuir as ferramentas top de linha do mercado, se você não possui processos bem alinhados em sua organização.

E o que isso significa? Basicamente, que é necessário desenhar o processo de gestão de incidentes da empresa. 

 As vezes chamados que chegam no suporte poderiam ser prevenidos, mas não foram.

E quando você possui um processo bem desenhado, coloca um registro de anomalia em uma das fases para que você documente as causas, soluções e o que será feito para que aquele incidente (anomalia) não se repita. 

Então, antes de tentar automatizar tudo (não que não seja importante), comece pelo básico, crie um bom processo que torne sua equipe de suporte técnico ainda mais eficiente. 

Saiba Mais >> Da série, se fosse você faria: beneficios de realizar corretamente o processo de gestão de incidentes ITIL

Forneça uma abrangente Base de Conhecimento.

Ilustração de livros e laptop.

A disponibilidade de uma base de conhecimento completa, super acessível a todos e de fácil entendimento é indispensável para qualquer pessoa que esteja dirigindo um Help Desk reduzir os tickets de TI.

Geralmente existem dois tipos de bases de conhecimento que podem ficar disponíveis para os usuários: a base interna de conhecimento e a base externa de conhecimento. 

A base interna de conhecimento fornece às pessoas que trabalham no seu Help Desk o acesso a informações que talvez você não queira torná-las públicas.

Por exemplo, talvez você tenha uma maneira de recuperar senhas perdidas ou recuperar arquivos, que não pode ser documentada para o público. 

Você certamente não quer publicar tal informação porque isso permitiria qualquer pessoa ter acesso ao seu sistema e sabe-se quais outras ameaças a segurança surgiriam daí.  

Entretanto, uma vez que você tenha confirmado a identidade do cliente que está ligando para o suporte, o seu pessoal do Help desk pode seguir os procedimentos documentados na base de conhecimento para ajudar o usuário. 

A base externa de conhecimento fornece informação tanto para os profissionais que trabalham no Help Desk como para os usuários externos.

Ao fornecer um mecanismo de busca fácil, os seus usuários externos serão capazes de usar as soluções documentadas para resolver os seus próprios problemas sozinhos. 

Ter os usuários resolvendo os problemas do suporte sozinhos pode significar uma melhor experiência do usuário ao mesmo tempo que ajuda você a reduzir os tickets de TI.

Os fatores importantes que contribuem para que você tenha uma poderosa base de conhecimento que o usuário efetivamente usa são:

  • Mecanismo de busca fácil de usar e efetivo,
  • Uso de um formato de escrita que qualquer pessoa entende e usa,
  • Documentação do atendimento e mensagens de erros exatamente como aparecem para o usuário. 

Seguindo essas diretrizes você irá assegurar uma melhor experiência para o usuário em resolver problemas tanto para a sua equipe interna como para o próprio usuário. 

> Saiba mais: Alguns truques para criar uma base de conhecimento efetiva em seu Help Desk. (abre numa nova aba)”>>> Saiba mais: Alguns truques para criar uma base de conhecimento efetiva em seu Help Desk.

Um bom guia de soluções de problemas.  

Ilustração User Manual

Ter excelentes guias de soluções de problemas disponíveis internamente ou externamente para os usuários consultarem a qualquer momento é também uma boa maneira de reduzir os tickets de TI. 

Nem todas as pessoas abordam os problemas de uma maneira lógica.

A grande maioria das pessoas precisa de ajuda para descobrir qual é o problema que estão enfrentando. Um bom guia de soluções de problemas pode ser de grande ajuda nessas horas. 

Através desse guia você poderá fornecer uma maneira intuitiva para os usuários resolvam simples incidentes por si mesmos.  

Você poderia inclusive fornecer a solução do problema em um formato de infográfico, HQ ou qualquer outro meio ilustrativo, onde o usuário vê o resultado, e continua para o próximo passo baseado nos resultados que eles obtém com a solução.

Reduzir os tickets de TI no suporte é uma atividade fundamental para garantir um bom fluxo de trabalho entre a equipe de suporte, de modo que todas as solicitações sejam atendidas e solucionadas com sucesso e em tempo hábil.

Além disso, ao implementar medidas que têm como objetivo reduzir o número de tickets em aberto, sua empresa garante uma experiência positiva para o seu cliente/usuário.

Esperamos que tenha curtido as dicas e que melhor: as coloque em prática na sua rotina o quanto antes. E depois conta pra gente o resultado, tá? 😉